Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]




Valha-nos D. Sebastião

por Jose Miguel Roque Martins, em 25.01.21

As eleições provaram que os radicais nem são assim tão poucos. Os 4 candidatos extremistas, somaram    perto de 1/3 dos votos. O que é muito. E até seria preocupante se esses votos traduzissem convicções e estivessem concentrados. Não foi assim.

A grande maioria dos Portugueses não é extremista. E mesmo quem votou nos radicais, só o fez porque está desesperado. Sabe que, como estamos, não vamos lá.

Quando olhamos para o futuro vemos que mais do mesmo é o caminho mais provável. Mas também se pode ser optimista. Até o centrão começa a acumular duvidas e interrogações perante a devastadora demonstração de incapacidade colectiva das ultimas décadas. Nem as espantosas revoluções semânticas a que assistimos, conseguem confundir tudo! Depois do desastre de Sócrates, as insuficiências de Costa, não poderão criar alergias duradouras ao incapaz e corrompido socialismo Português?

Por evolução ideológica dos Portugueses, não há condições de termos mudanças tão cedo. Do que gostamos é mesmo de líderes em que tenhamos fé.

E se numa manhã de nevoeiro ( ou de sol, tanto faz)  regressa D. Sebastião?  Alguém como Passos Coelho. E se ele tiver um projecto, suficientemente fracturante para assegurar evolução, mas suficientemente moderado para evitar o medo da revolução? E que as pessoas vejam depois que é possível mudar?

Será que só nos resta mesmo sonhar?

 



7 comentários

Imagem de perfil

De Olympus Mons a 25.01.2021 às 10:37

O que mais me custa entender em Portugal é a completa falta de entendimento do que se passou ontem no país.
Para quem quiser saber:
<b>https://barradeferro.blogs.sapo.pt/o-pais-ganhou-costa-e-constanca-cunha-84469
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 25.01.2021 às 12:09

Temos andado tão aturdidos com a pandemia e com a grande incógnita sobre o nosso futuro, que acabámos por nos esquecer, momentaneamente, do que nos aconteceu nos últimos anos e que está a ter efeitos visíveis na tragédia que vivemos. Refiro-me ao peso que teve e tem tido a extrema-esquerda  que tanto está a influenciar a condução de Costa no combate à pandemia. (E não terá mais porque creio que o "efeito Marcelo" se fará sentir com a sua moderação).
Bastariam apenas dois exemplos para vermos as tomadas de posição em relação à Escola Pública e a sua quase perseguição à Privada;  o sub-aproveitamento dos recursos dos Hospitais de saúde privados, quase liminarmente rejeitados / recusados ; a segregação a que foram sujeitos os profissionais de Saúde dos Privados sendo excluídos da vacinação só por esse simples facto, etc.
 De tal forma este esquerdismo radical se impregnou no governo de A.Costa, que deixou marcas: entranhou-se no pensamento, assimilou-o no discurso e  transformou-se em actos de que estamos a ver agora as consequências perniciosas e trágicas para o país traduzidas no número de mortes e na ruptura do Serviço Nacional de Saúde com os profissionais extenuados, no seu limite.


Não, o tempo de Passos Coelho ainda não é este.
Primeiro vamos ter de beber o cálice deste veneno até ao fim. Que fique para sempre    b e m   lembrado o seu gosto amargo na boca dos portugueses.
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 25.01.2021 às 12:11

O PS de António Costa é um hoje um partido fortemente influenciado pelos radicalismo do Bloco de Esquerda. O ódio ao lucro e o consequente desprezo pelo setor privado — a marca de água do Bloco — também faz hoje parte da política do PS na Saúde e na Educação.



Luis Rosa
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 25.01.2021 às 13:03

Por falar em radicais e extremismos. Sabemos como chegaram e porque chegaram. Antes desta crise, já aqui muito se tinha falado, em tempos,  no "ovo da serpente" que eclodiu e quem no-lo trouxe. E adivinhavam-se as suas consequências.


Hoje, mais do que nunca, precisamos de uma grande viragem e mais do que nunca de moderação. A experiência com a esquerda radical tem trazido aspectos muito negativos para o país, conforme se tem visto, inclusive na luta contra a pandemia e a crise.


“End this uncivil war! 
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 25.01.2021 às 13:32


Teremos ocasião de ver logo à noite (com o Ricardo Araújo Pereira) o quanto custa à esquerda engolir os resultados do Alentejo. Perderam em toda a linha!
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 25.01.2021 às 16:46

Sim, logo à noite, tenho a certeza de que o bombo da festa e da vingança do PC / RAP  vai ser o Chega!
Perfil Facebook

De Rogerio Castro de Seixas a 26.01.2021 às 17:36

Por mais que sonhem, não creio que PPC seja o homem por quem o país precisará dentro em breve. 

Comentar post



Corta-fitas

Inaugurações, implosões, panegíricos e vitupérios.

Contacte-nos: bloguecortafitas(arroba)gmail.com




Notícias

A Batalha
D. Notícias
D. Económico
Expresso
iOnline
J. Negócios
TVI24
JornalEconómico
Global
Público
SIC-Notícias
TSF
Observador

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Comentários recentes

  • Elvimonte

    Quer a literatura científica, quer a evidência emp...

  • Anónimo

    De salientar que é sabido e conhecido que os subsc...

  • Anónimo

    E vê alguma crítica? Vê, ouve ou lê alguma notícia...

  • Anónimo

    HPS, ouvindo isto:https://observador.pt/programas/...

  • Anónimo

    HPS,agradeço a colocação no tempo do vídeo que des...


Links

Muito nossos

  •  
  •  
  • Outros blogs

  •  
  • Links úteis


    Arquivo

    1. 2021
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    14. 2020
    15. J
    16. F
    17. M
    18. A
    19. M
    20. J
    21. J
    22. A
    23. S
    24. O
    25. N
    26. D
    27. 2019
    28. J
    29. F
    30. M
    31. A
    32. M
    33. J
    34. J
    35. A
    36. S
    37. O
    38. N
    39. D
    40. 2018
    41. J
    42. F
    43. M
    44. A
    45. M
    46. J
    47. J
    48. A
    49. S
    50. O
    51. N
    52. D
    53. 2017
    54. J
    55. F
    56. M
    57. A
    58. M
    59. J
    60. J
    61. A
    62. S
    63. O
    64. N
    65. D
    66. 2016
    67. J
    68. F
    69. M
    70. A
    71. M
    72. J
    73. J
    74. A
    75. S
    76. O
    77. N
    78. D
    79. 2015
    80. J
    81. F
    82. M
    83. A
    84. M
    85. J
    86. J
    87. A
    88. S
    89. O
    90. N
    91. D
    92. 2014
    93. J
    94. F
    95. M
    96. A
    97. M
    98. J
    99. J
    100. A
    101. S
    102. O
    103. N
    104. D
    105. 2013
    106. J
    107. F
    108. M
    109. A
    110. M
    111. J
    112. J
    113. A
    114. S
    115. O
    116. N
    117. D
    118. 2012
    119. J
    120. F
    121. M
    122. A
    123. M
    124. J
    125. J
    126. A
    127. S
    128. O
    129. N
    130. D
    131. 2011
    132. J
    133. F
    134. M
    135. A
    136. M
    137. J
    138. J
    139. A
    140. S
    141. O
    142. N
    143. D
    144. 2010
    145. J
    146. F
    147. M
    148. A
    149. M
    150. J
    151. J
    152. A
    153. S
    154. O
    155. N
    156. D
    157. 2009
    158. J
    159. F
    160. M
    161. A
    162. M
    163. J
    164. J
    165. A
    166. S
    167. O
    168. N
    169. D
    170. 2008
    171. J
    172. F
    173. M
    174. A
    175. M
    176. J
    177. J
    178. A
    179. S
    180. O
    181. N
    182. D
    183. 2007
    184. J
    185. F
    186. M
    187. A
    188. M
    189. J
    190. J
    191. A
    192. S
    193. O
    194. N
    195. D
    196. 2006
    197. J
    198. F
    199. M
    200. A
    201. M
    202. J
    203. J
    204. A
    205. S
    206. O
    207. N
    208. D