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O Ritmo Africano - Nem Theresa May escapa

por Vasco Mina, em 28.08.18

Quem diria que Theresa May dançaria em público? Só mesmo em África! Deliciem-se com os comentários no "The Guardian".

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Lá se vai a nova Rota da Seda...

por Vasco Mina, em 22.08.18

Capital Airlines suspende voos na “rota da seda do século XXI”

Não é uma boa notícia para Portugal mas, espera-se, uma lição de contenção para os excessos de comunicação tão comuns em António Costa. Claro que amanhã virá dizer,como aconteceu com Monchique, que as novas parcerias da TAP são um sucessso e os voos diretos Liboa - Pequim uma exceção e depois de amanhã dirá que foram afirmações fora do contexto em que foram proferidas.

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O vídeo de Mário Wolfgang Schauble Centeno

por Vasco Mina, em 20.08.18

Parece uma montagem audiovisual mas não é! É Wolfgang Schauble travestido de Mário Centeno! O que importava mesmo, fica agora muito claro, para o atual Ministro das Finanças do governo de António Costa, era assumir a função de Presidente do Eurogrupo! Quanto à Grécia, que se aguentem os gregos! Vejam o vídeo! Nem Schauble teria sido mais claro:  “A Grécia reconquistou o controlo pelo qual lutou. Com o controlo vem a responsabilidade. Os gregos pagaram caro as más políticas do passado, pelo que voltar atrás seria um erro…” Que tal oferecer a Mário Centeno o livro “Triunfo dos Porcos” de George Orwell? Até o insuspeito João Galamba considera “um vídeo lamentável que apaga o desastre que foi o programa de ajustamento grego e branqueia todo o comportamento das instituições europeias". Volta Passos, estás perdoado!

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Tourada à Portuguesa nos EUA

por Vasco Mina, em 19.08.18

How to Have Bullfights in California? Use Velcro.

A tourada à portuguesa faz parte do nosso espólio cultural. Tal como o Fado, o culto a Nossa Senhora de Fátima e o Futebol. Onde quer que se se encontre, por esse miundo fora, uma comunidade portuguesa teremos, pela certa, uma tourada. Mesmo contra as proibições locais, como acontece neste caso no Estado da Califórnia (EUA). Saber ultrapassar as dificuldades, contornar os problemas, em adaptação a outras culturas, é também outra nossa característica. As touradas à Espanhola estrão proibidas mas à Portuguesa seguem o seu caminho. É o Portuguese Way of Life. Até ver…

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Muslim couple denied Swiss citizenship over handshake refusal. Quando os excessos de cumprimento das obrigações religiosas (em boa das verdades os radicalismos) ultraprassam normas de elementar bom senso civilizacional, não há tolerância, nem integração, possíveis. Acredito que até para os muçulmanos esta atitude seja considerada como de radical mas qual o peso dos radicais nas comunidades islâmicas?

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Os próximos urinóis de Lisboa

por Vasco Mina, em 14.08.18

Urinol.jpg

 

Em Paris, estes urinóis estão a gerar polémica mas divertem os turistas. Em breve, estou certo, o vereador do BE em Lisboa avançará com proposta idêntica. É que se trata de uma proposta alternativa e ainda para mais ecológica. A privacidade é, para a gente da esquerda bloquista, um mito da direita conservadora e por isso há que quebrar com os “moralismos”. Só têm mesmo de encontrar uma solução para as mulheres; ou, quem sabe, uma solução “universal” por causa das questões de género.

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Iraque_Obrigado_Regresso_a_Casa.jpg

Há precisamente quatro anos, o dia 6 de Agosto ficou marcado na memória de milhares de cristãos iraquianos como um dia trágico e doloroso, quando mais de 350.000 cristãos foram expulsos das suas casas pelos jihadistas do auto-proclamado Estado Islâmico. Hoje está a acontecer um verdadeiro milagre graças à generosidade de milhares de benfeitores da Fundação AIS.

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Vai começar a andar por aí

por Vasco Mina, em 05.08.18

20180804_162431.jpg

 Pedro Santana Lopes (PSL) enviou ontem carta aos militantes a informar a sua desfiliação do PSD e a anunciar que irá iniciar novo percurso político. Diz que quer “contribuir para dar força à alternativa de que Portugal precisa para substituir a maioria de esquerda”. Candidatou-se, ainda este ano, a líder do PSD e perdeu. Na altura apelou à unidade do partido. Ontem saiu deste partido para ir formar outro. Com quem? Ninguém sabe. Com qual proposta política? Enunciou apenas as suas prioridades: a Cultura, a Inovação, o Ambiente, a Inovação e o Mar. Manifestamente vai andar por aí à procura de gente e de ideias…

 

Nota: Desculpem a qualidade da fotografia mas não quis deixar de partilhar o registo.

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31 de Maio: Dia dos Irmãos

por Vasco Mina, em 31.05.18

A minha mãe partiu recentemente e o mesmo aconteceu com o meu pai há cerca de dez anos. Sou agora confrontado com a tarefa de desmontar a casa onde vivi desde que nasci até me casar. Por outras palavras, tratar da herança que recebi. No meio de tantos e variados assuntos aos quais tenho de ocupar o tempo, fica, no ecoar dos dias que passam, a seguinte pergunta: qual a verdadeira herança que recebi? Qual o valor que os meus pais me acrescentaram?

Faço parte de uma geração intermédia que não pertence "ao outro tempo", mas que não acompanha no pleno os tempos que correm. Em 1974, tinha 12 anos e era o mais velho de três irmãos; os meus pais não foram militantes antifascistas e o 25 de Abril foi um grande dia: não tive aulas! Crescemos como qualquer outra família da pequena burguesia (terminologia que só bem posteriormente entendi), educados para sermos bons alunos, a respeitar os mais velhos, a cumprimentar as pessoas, a não ser "malcriado", a andar vestido "como deve ser" e a ir à missa com as avós. Ao estrangeiro, fomos duas vezes a banhos ao Sul de Espanha e férias grandes (três meses, sim, três meses) passámo-las sempre na praia Grande. Não tínhamos primos direitos (os meus pais, algo raro à época, eram ambos filhos únicos) e sempre ouvimos (sem a entender muito bem) a lamúria da falta de irmãos. Éramos uma família pequena que, por isso mesmo, criou laços muito fortes entre si. Considerando apenas os 29 anos em que estive solteiro, o meu quadro de referência familiar eram os meus irmãos, os meus pais e as minhas avós.

Quando nos casamos, "viramos a página" e os pais e os irmãos deixam de fazer parte do quotidiano das nossas vidas. Os encontros passam a ser na casa paterna e as histórias do passado passam a ter cada vez mais significado. Misto de alguma nostalgia com o desejo de não perder referenciais, passamos a dar outra importância às relações com os nossos pais e irmãos. Perde-se algum "fio à meada", mas ganha-se a vontade de estarmos juntos.

Os filhos e os sobrinhos vão nascendo e crescendo e os encontros familiares ganham outro movimento. Vão sendo cada vez mais espaçados e, por isso, cada vez mais ricos em partilha de histórias e vivências. Um dia, as avós partem e a dor é imensa. Delas ficam muitas histórias e destas as mais saborosas são as que em conjunto vivemos. Crescemos sem muita consciência do valor das vivências e só nos damos realmente conta desta dimensão no momento de uma partida...

Mas regressando ao desmontar de uma casa, muitos são os objetos que nos passam pelas mãos e, no meio da azáfama, há alguns que nos fazem sentar no sofá, pois nos "obrigam" a recordar tempos passados. São as fotos! São estas as "peças" que nos fazem viver outra vez, que nos recordam os bons e maus momentos vividos e sobretudo aqueles que mais nos marcaram. São momentos que ficaram registados ao longo do tempo, que remontam à nossa infância, mas também aos mais recentes, que passam pelas férias em conjunto, pelos encontros de Natal, por casamentos e batizados... enfim, a história das nossas vidas! Mas tirando as que são a solo, as fotos têm um elemento comum: a companhia dos pais e dos irmãos. Quando aqueles partem, estes são a verdadeira herança quando ficamos órfãos. É que os irmãos não se escolhem: recebem-se. São a doação viva dos meus pais! Fazia-nos realmente falta este dia, o Dia dos Irmãos, a 31 de maio, para celebrarmos esta herança perpétua, a festejarmos, a renovarmos.

Artigo publicado no "Jornal de Notícias"

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Médicos e enfermeiros de várias especialidades dão o seu testemunho sobre a sua posição contrária à eutanásia.

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Eutanásia? Não!

por Vasco Mina, em 28.05.18

Manif 2905.jpg

Os projectos legislativos sobre a eutanásia vão, amanhã, a votos na AR. A sociedade civil também se manifestará e daí o desafio que a todos lanço no sentido de nos encontrarmos, pelas 13h30m, frente a S. Bento.

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Cavaco diz que legalização da eutanásia “é a decisão mais grave que o Parlamento pode tomar”

"Nas eleições legislativas de 2019 não votar nos partidos que apoiarem a legalização da eutanásia e procurar explicar àqueles que me são próximos para fazerem a mesma coisa. Trata-se de uma votação com tais consequências para a sociedade portuguesa que, como eleitor, em 2019, eu não me posso esquecer daquilo que os deputados fizerem agora". Mais do que nunca os deputados, nomeadamente os do PSD, têm uma responsabilidade política pessoal e intransmissível pois, nesta votação sobre a eutanásia, serão verdadeiramente escrutinadas as suas opções para a sociedade portuguesa. Os círculos uninominais são cada vez mais necessários para a avaliação política daqueles que são os nossos representantes no Parlamento!

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Não, não é ironia e muito menos surreal. O Ministro da Ciência assinou um documento de protesto contra a sua própria política. É difícil de acreditar mas o Manifesto Ciência Portugal 2018 foi assinado por 2400 investigadores (e pelo próprio ministro). Verdadeira cereja no topo do bolo da geringonça. Imaginem o que seria se fosse num governo liderado por Passos Coelho!

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Aguarda-se o desempate de Costa

por Vasco Mina, em 21.05.18

O ex-ministro da Economia — personagem central de uma investigação que envolve Ricardo Salgado, o 'saco-azul' do GES e quatro contas offshore — revela que foi António Costa que o apresentou a José Sócrates, no camarote do BES, durante um jogo do Euro 2004 no Estádio da Luz.

 

“Eu não estava no camarote do BES”, segundo José Sócrates.

 

Neste campeonato do “Quem Mente Mais?” aguarda-se o desempate de Costa

 

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A Eutanásia e os Médicos

por Vasco Mina, em 19.05.18

A grande maioria dos médicos é contrária à prática da eutanásia e, consequentemente, não concorda com os projecto lei que irão a debate na AR no próximo dia 29. Evidência disto é a tomada de posição dos bastonários (atual e anteriores) da Ordem dos Médicos e vão pedir uma audiência ao Presidente da República para apresentar uma carta conjunta em que se manifestam contra a despenalização da eutanásia e para o sensibilizar para o tema. Ainda ontem e em entrevista à Rádio Renascença o ex-bastonário Germano de Sousa afirmava que “a eutanásia vem introduzir a capacidade de um médico de matar alguém. Mesmo que seja sob intuitos piedosos ou sob a desculpa de intuitos piedosos, a eutanásia é a morte de alguém que pede ao médico para o matar”. E acrescentou que “isso vai contra todos os alicerces da nossa profissão, independentemente de, no entender da própria Constituição Portuguesa, a vida humana ser inviolável”. Caso a legislação venha a ser aprovada será ao médico que caberá a responsabilidade de praticar o acto que levará à morte do doente e daí que a posição dos profissionais de saúde sobre esta matéria é de particular relevância. Mas para os defensores da eutanásia e em concreto para um dos seus arautos, o deputado José Manuel Pureza, os argumentos contra enfermam de terror e considera até “que eles venham de pessoas com responsabilidade institucional na área médica é motivo para especial preocupação e repúdio adicional” (afirmação em artigo da revista “Visão” esta semana publicado). Ou seja, para este deputado (e suponho que para o Bloco de Esquerda e a larga maioria dos deputados do PS) os médicos não passam de terroristas argumentativos que convém acautelar. Está tudo dito!

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Compensa Desviar 2 Milhões de Euros

por Vasco Mina, em 18.05.18

Reitor da Fernando Pessoa condenado com pena suspensa

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Momento Histórico

por Vasco Mina, em 17.05.18

Encontro Inter-Religioso.jpg

 

Aconteceu ontem um momento histórico na Academia das Ciências em Lisboa: a grande maioria das confissões religiosas sediadas em Portugal reuniu-se para a assinatura de uma declaração conjunta conta a eutanásia. O documento designado “Cuidar até ao fim com Compaixão” foi subscrito pelas seguintes entidades: Aliança Evangélica Portuguesa, Comunidade Hindu de Portugal, Comunidade Islâmica de Lisboa, Comunidade Israelita de Lisboa, Igreja Católica, Patriarcado Ecuménico de Constantinopla, União Budista Portuguesa e União Portuguesa dos Adventistas do Sétimo Dia.

Esta posição conjunta resulta dos esforços de entendimento comum realizados no âmbito do Grupo de Trabalho Inter-Religioso para as questões de saúde. Estre grupo reúne as confissões acima indicadas e ainda a Comunidade Bahá’i e o Conselho Português das Igrejas Cristãs (sendo que estas duas não assinaram o documento). Foi constituído em 2009 na sequência da legislação sobre o direito dos doentes internados em estabelecimentos de saúde do SNS a serem assistidos espiritual e religiosamente por membros das comunidades religiosas de pertença.

Com toda a clareza as confissões religiosas declararam que perfilham “um modelo compassivo de sociedade e, por estas razões, em nome da humanidade e do futuro da comunidade humana, causa da religião, nos sentimos chamados a intervir no presente debate sobre a morte assistida, manifestando a nossa oposição à sua legalização em qualquer das suas formas, seja o suicídio assistido, seja a eutanásia.”

Histórica também foi a quase total ausência da comunicação social neste acontecimento. Canais de televisão nem um apareceu, o que é bem revelador dos conteúdos informativos marcados pela repulsa jornalística dominante a tudo o que tenha a ver com religião ou com outras abordagens dos chamados temas fracturantes.

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“Toy” , Israel e parada gay

por Vasco Mina, em 16.05.18

Toy.jpg

 

A canção vencedora do Festival da Eurovisão tem sido alvo de diversas controvérsias nos últimos dias. Ainda antes da vitória e já Salvador Sobral considerava que  “de repente, o YouTube achou que eu iria gostar da canção de Israel, e então abri aquilo e saiu-me de lá uma música horrível”. A letra é algo de muito original e até a lembrar um comentário recente de um político português que considerou que “é muito difícil, às vezes, interpretar a arte moderna”. Os adereços e o vestuário igualmente originais pois recorreu (e já alguns se queixaram conforme aqui é noticiado) a elementos orientais (como o cabelo, o quimono, os gatos da sorte e o Pokémon) que nada têm a ver com a cultura israelita ou judia. A cantora, Netta Barzilai, afirmou, no seu discurso de vitória: "Muito obrigada por escolherem diferente. Muito obrigada por aceitarem as diferenças entre nós. Obrigada por celebrarem a diversidade". Mas tudo ficou mais claro quando o Embaixador de Israel em Lisboa considerou que o próximo Festival, em Israel, “será uma grande celebração, uma grande festa para a comunidade LGBT e será uma outra oportunidade para a comunidade LGBT receber e celebrar com gays de toda a Europa, e nós damos as boas-vindas a todos na Gay Parade, do próximo mês [e onde Netta estará] e na Eurovisão do próximo ano." Nunca pensei que o lobby gay tivesse esta capacidade de fazer vencedora uma canção vencedora mas os factos assim evidenciam. Curioso é a Gay Parade se realizar, este ano, em Telavive mas a Eurovisão terá lugar em Jerusalém. Porquê em lugares diferentes? Mistérios indecifráveis de um Estado laico e de um povo maioritariamente religioso. País que vive em guerra mas que convive, em simultâneo, com o mais moderno do mundo actual (o negócio das barrigas de aluguer é praticado em Israel e até será instalada em Portugal uma empresa israelita ) e com o mais ancestral modelo de casamento (apenas o religioso é permitido e quem queira casar pelo civil tem de ir para fora do país).

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