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Duas Adivinhas Social-Ucranianas

por José Mendonça da Cruz, em 08.04.22

Passada a guerra, depois da adesão da Ucrânia à União Europeia, quem gabará as políticas socialistas por terem tirado Portugal da cauda da Europa?

Costa, Nuno Santos, Medina, Mariana Vieira da Silva, Ana Catarina Mendes, e os jornalistas portugueses de Sic, Tvi, TSF, Público e Expresso.

Cinco anos passados sobre a adesão da Ucrânia à União Europeia, quem culpará as alterações climáticas, o derrotismo da direita, a gripe da época, o governo de Passos Coelho, as off-shores, a especulação, e a deriva de Orban por o poder de compra dos portugueses ocupar novamente o último lugar do ranking europeu?

Costa, Nuno Santos, Medina, Mariana Vieira da Silva, Ana Catarina Mendes e os jornalistas portugueses de Sic, Tvi, TSF, Público e Expresso.

Uma medida visionária

por José Mendonça da Cruz, em 08.04.22

O governo socialista pretende aplicar um novo imposto às empresas com «lucro excessivo». O «lucro excessivo» será aquilo que os socialistas entenderem. Ainda que não tivesse sofrido uma derrota esmagadora, o PSD de Rui Rio concordaria. Esmagadoramente derrotado, também concorda.

Esta medida -- este imposto mais -- é adequada, importante e popular.

É adequada porque é genuinamente socialista.

É importante por ser uma nova e convincente forma de acentuar a descapitalização das empresas portuguesas, e desincentivar a capitalização. É importante, ainda, como travão enfático ao investimento estrangeiro.

É popular porque, nas suas enormes e comprovadas inteligência e sabedoria, o povo que vota maioritariamente socialista e se reconhece nas suas medidas, pode desabafar nos cafés: «É assim mesmo, nós aqui a empobrecer e esses gajos das empresas a ganharem rios de dinheiro!»

Visionários, todos!

Não cessam as maravilhas

por José Mendonça da Cruz, em 19.03.22

A CNN/Portugal tem claramente o alinhamento noticioso mais competente de todas as televisões. Poderia contentar-se com isso, que não é pouco, mas, generosamente, delicia-nos todos os dias com os mais inesquecíveis títulos e observações de todo o panorama noticioso nacional. Entre eles:

- «CNN/Portugal ouve tiros em Kiev»

- «Porta-aviões chinês sobrevoou os arredores de Taiwan»

- Equipa de reportagem «atacada durante um ataque»

- «Polónia prepara-se para atingir 2 milhões de refugiados»

- «É o décimo sétimo dia da guerra mas mantemos os desejos de uma boa noite»

E se o papão não passasse de um pobre pária iludido?

por José Mendonça da Cruz, em 16.03.22

Já conhecemos o retrato: «Um homem frio e inteligente; um líder imperialista e cruel; um ditador cínico e ambicioso; um génio da estratégia e da geopolítica».

Então, o que conseguiu até agora Putin?

Queria anexar a Ucrânia. Mas a conquista da Ucrânia, uma «operação» rápida e simples, está a ser «especial» no sentido em que não sendo rápida, nem simples, é bastante mortal para as tropas russas. Que talvez tomem Kiev com ainda mais pesadas baixas e em vão, para logo se garantirem uma longa guerra de guerrilha. Precisava de espaço vital, talvez obtenha um espaço mortal.

Queria espantar a NATO com o papão nuclear. Mas deu à NATO, uma aliança defensiva, todos e os mais fortes argumentos para se unir, reforçar e expandir. Obtém novas adesões junto às suas fronteiras, a união entre os membros, o reforço generalizado dos orçamentos de defesa, e o reavivar da aliança transatlântica.

Queria alargar o seu espaço económico. Conseguiu uma economia devastada, a quebra de laços comerciais, e a promessa de que a Rússia se tornará subsidiária atenta e veneradora (e explorada) da economia chinesa.

Queria afirmar a sobranceria, do alto do seu petróleo e do seu gás. Conseguiu boicotes parcelares, mas, sobretudo, que a União Europeia pense seriamente na questão energética, procure alternativas, e considere seriamente o regresso e incremento da energia mais limpa do mundo, a nuclear. [De caminho desacreditou a histeria das Gretas deste mundo, e, marginalmente, dos seus seguidores em Portugal.]

Viola o direito internacional, destrói as infraestruturas de um país, mata homens,  mulheres e crianças, destroi hospitais, creches, prédios de habitação, e assim conquista o ódio mundial generalizado, enquanto se constitui em criminoso de guerra.

O que suscita a pergunta: será Putin genial ou, sequer, inteligente?

 

 

Tão cedo?!

por José Mendonça da Cruz, em 16.03.22

Parece que o PSD vai ter liderança lá para Junho, salvo erro deste ano. Não sei para que é a pressa. Estão tão bem assim como estão, mortos e ausentes!

As linhas «vermelhas» da esquerda e os patetas úteis

por José Mendonça da Cruz, em 10.02.22

A esquerda e os idotas úteis julgam ter encontrado um argumento definitivo para justificar que o terceiro partido mais votado afinal não tenha um vice-presidente da AR. Porque, dizem, a Constituição só diz que o terceiro partido «indica», não diz que tem que ser eleito, porque, acrescenta a esquerda e os patetas, ninguém pode dizer que em determinada eleição se tem que votar de determinada maneira.

Acontece que a mesma Constituição impede que um partido, mesmo com maioria absoluta, tenha o presidente e os vice-presidentes todos da AR. Ora, se os vice-presidentes fossem apenas eleitos, sem consideração de quais os que foram indicados e por que partido a que a Constituição atribui o poder de o fazer, o PS, que tem maioria absoluta, podia, afinal, elegê-los todos. Mas não pode, porque a Constituição não deixa.

Logo, quando a Constituição diz que a terceira força indica um vice-presidente, quer dizer algo mais forte do que apenas isso, e a «indicação» tem bastante mais força do que uma vontade avulsa.

Os senhores jornalistas não julgam minimamente interessante investigar e contar por que razão houve -- e não só na emigração -- votos contados em nome e à revelia de eleitores que não votaram, ou que foram, por isso, impedidos de votar? Não tem interesse? De certeza que é pontual? É assim mesmo e adiante, é a vida? Os senhores jornalistas já se deixaram disso de jornalismo ou têm medo de incomodar algum amigo?

Devassar, humilhar, espezinhar com delícia

por José Mendonça da Cruz, em 02.02.22

Incomoda-me a devassa e a humilhação a que são sujeitos Rendeiro e sua família.

Sei que se prejudicou ao fugir. Suponho que tenha feito más escolhas nos advogados a que recorreu ou que tenha sido inconstante com eles. Suponho que tenha infringido a lei com prejuízo para muitos. Sei que foi arrogante ao julgar-se livre da justiça.

Mas incomoda-me a humilhação da detenção em pijama, e a divulgação das fotografias. Incomoda-me o descaso ou o espírito retaliador que o sujeita à morte numa prisão assassina. Incomoda-me a devassa da sua casa, as reportagens sobre os bens retirados, cadeiras, fogões, mesas, roupas de cama, candeeiros, e incomodam-me os textos saloios e ressabiados que acompanham as imagens. Incomoda-me esta sanha humilhadora e vingativa, enquanto um antigo primeiro-ministro corrupto faz jogging pelas praias e é chamado a entrevistas em estações televisivas irresponsáveis e ignorantes, e Salgado se passeia pela Sardenha nos intervalos do Alzheimer. Mesmo com sentença passada, incomoda-me ver réus - quaisquer réus - tratados como cães sarnentos.

A Escolha de Costa

por José Mendonça da Cruz, em 01.02.22

Arrancada aos fundos do desânimo, uma opinião minha (que até a mim surpreende) publicada no Observador sobre o resultado das eleições:

«Agora, que matou toda a gente, quererá António Costa deixar obra?

Em 2015, António Costa perdeu a eleição contra a coligação PAF de Passos Coelho e Paulo Portas. Mas, afinal («não façam essa cara, que eu não me vou embora»), formou governo, após o que matou politicamente Portas e Passos.

Em 2019, António Costa ganhou as eleições, mas por poucochinho. No entanto, cultivou a aliança com Bloco de Esquerda e PCP, e -- governando durante dois anos com cedências altamente danosas para o país --, convenceu ambas as agremiações de que estava nas mãos delas. Viu crescer as ambições herdeiras de Medina, mas os lisboetas mataram-nas; e viu tornarem-se ufanas as ambições do outro herdeiro putativo, Pedro Nuno Santos. Depois, matou as duas agremiações que se julgavam suas donas, e matou as ambições do segundo herdeiro putativo -- ao menos no médio prazo.

Desde 2015 a 2021 Costa governou mal, tal como necessitava. Aumentou despesa e funcionários, sem melhoria de serviços. Fez do Serviço Nacional de Saúde um monstro dispendioso e inútil. Fez da Escola Pública o reino da mediocridade. Concedeu benesses ridículas envoltas em propaganda. Impediu o investimento estrangeiro e fez do investimento público uma anedota. Levou a dívida pública a alturas irresponsáveis e perigosas. Manteve o défice estável à força de cativações e mentiras. Assistiu ao empobrecimento relativo do país, mascarando-o com números torturados até confessarem o que não podiam. Fez tudo isto com a complacência e o aplauso dos media -- concedidos, em casos como o da Sic, com intenção e grande inteligência fraternais; e, noutros, com absoluta preguiça e falta de brio ou seriedade.

Em 2022, Costa matou o último obstáculo, o Presidente da República, que passará dois anos remetido a dizer inanidades e a dar abraços e beijinhos.

Por fim, Costa pode escolher: ser o habilidoso letal que vem sendo há 7 anos, ou seja, mais uma vez poucochinho; ou ser um primeiro-ministro capaz de deixar obra, ou seja, um Portugal menos medíocre, como, admito, menos medíocre foi (com a ajuda de Manuel Salgado) a Lisboa que deixou. Neste caso, e apenas neste caso, terá feito um serviço ao país – Não só pela governação, mas por fazer uma última vítima: o que resta da memória da maioria absoluta de Sócrates.

A mim, eleitor de direita, esta é a esperança de curto prazo que me resta. O azedume, guardo-o para a incompetência de Rui Rio, os disparates do Chicão, as limitações zangadas do Chega, o purismo maníaco da Iniciativa Liberal, e a incapacidade de todos para apresentarem uma frente comum mobilizadora. A esperança futura guardo-a para um Carlos Moedas que, após o longo suplício a que os socialistas o submeterão na Câmara de Lisboa, poderá proclamar «deixem-me trabalhar», deixar marca, e, depois, partir para maiores voos.»

Santos (socialistas, bem típicos) da Casa

por José Mendonça da Cruz, em 14.12.21

Pedro Nuno Santos, ministro das Infraestruturas futuras e das promessas da habitação, glória da incompetência, luz radiosa das ideologias arcaicas, espada dos desastres ferroviários e aéreos, promotor e entusiasta da nacionalização da TAP campeã de exportações, grande empregadora, grande compradora da indústria nacional (só até Costa e ele, Santos, lhe deitarem a mão) está muito preocupado com a não aprovação do plano de recuperação [passe a expressão] da transportadora aérea que já foi privada e promissora, mas agora é de Costa e dele, socialista e falhada.  E como, nos verdadeiros socialistas, a preocupação toma a forma de rejeição de toda a culpa, e o desastre só exige que se aponte o dedo a quem calhe, o Dr. Santos diz agora que a TAP, que ele prevê que vai falir, vai falir por culpa da União Europeia, que ainda não aprovou um pobre plano pedestre. E diz isto ostentando no rosto o seu facsimile de indignação, patrotismo e pena. Enumera, até, as consequências: o negócio perdido, o ganho dos espanhóis, o ganho das companhias privadas, a orfandade dos portugueses, coitados sem a não sei quê «de bandeira». E fá-lo como se nada disto resultasse de suas inteiras, ideológicas, persistentes, exaltadas e graves incompetência e responsabilidade, e das de António Costa.

Os Drs. Costa e Santos quiseram nacionalizar a TAP e a Tap vai falir por culpa deles. Mas o Dr. Santos garante que a culpa não é dos socialistas, é da Europa. Logo, pela incompetência ululante e a persistente rejeição de toda a  culpa -- e também pela propaganda que finge o contrário --, Santos é o único e legítimo herdeiro de Costa.

 

Linhas tortas

por José Mendonça da Cruz, em 10.12.21

Uma sub-pessoa do género feminino (reservo-lhe essa qualificação, em vez da normal «sexo feminino», dada a baixeza da criatura) foi ao hospital Beatriz Ângelo para que atendessem a sua (desafortunada da lotaria genética) filha. Mas o médico era negro, e a sub-pessoa recusou, porque -- na sua mente símia -- médicos só brancos.

A tvi/CNN deu a notícia. Mas, depois, a tvi/CNN enviou a entrevistar o médico negro uma jornalista negra. E convidou para comentar um sociólogo negro. O que, não descendo às profundezas de sub-humanidade da mãe repulsiva, é de uma pequenez gritante e lamentável *.

*de uma das formas mais enganosas de falsa virtude e mais reprodutoras de racismo chamada «acção afirmativa»

Oh Pfizer/Moderna/Johnson&etc, indignem-se

por José Mendonça da Cruz, em 08.12.21

Vá lá, digam qualquer coisa a estas «autoridades» e media que depois de nos celebrarem como melhores do Mundo, 85% campeões dos vacinados, insinuam agora que a vacinação não serve de nada. Vá, é uma questão de brio, é que do que eles andam a dizer resulta que, apesar de vacinados com as vossas vacinas, «ainda assim» vamos morrer todos.

Oh Omicron, agradece

por José Mendonça da Cruz, em 08.12.21

Eras o patinho feito do vírus, a estirpe ronhosa que só provoca sintomas ligeiros ou deixa os infectados assintomáticos. Mas agradece aos jornalistas que te fazem Adamastor, que depois de forçados a citar a evidência científica de que pouco pernicioso és, acrescentam, «Ainda assim...», e logo prometem que vamos morrer todos.

Oh Barra, sopra lá

por José Mendonça da Cruz, em 08.12.21

Vá, grande depressão Barra prometida por meteorologistas e telejornais, sopra lá, traz dilúvios, vagas maremóticas, tufões tropicais, invoca avisos amarelos e escarlates, não nos deixes neste remanso de uma normal tarde amena de Outono-quase-Inverno com sol e nuvens a brincar à vez. Dá cabo de tudo, faz como disseram os jornalistas, que prometeram que vamos morrer todos.

O esplendor da ética republicana

por José Mendonça da Cruz, em 03.12.21

O carro do ministro Eduardo Cabrita circulava  numa autoestrada na faixa da esquerda, estando as outras livres (infracção muito grave), sabemos agora que a mais de 40 km/h acima do limite de velocidade (infracção muito grave) e atropelou mortalmente um trabalhador numa zona assinalada.

A investigação quis investigar se umas fezes existentes no separador central eram do trabalhador morto, ignoro se para imputar que tratar das necessidades fisológicas durante o horário de trabalho merece a morte. O que confirmaria a sugestão inicial do ministro de que a culpa de o trabalhador ser atropelado era do trabalhador atropelado.

Só seis meses depois se soube a velocidade do carro do ministro: 166 km/h

A família do morto continua desamparada.

O ministro diz que é só um passageiro, e nada tem a ver com o que faz o motorista ao seu serviço e que o transporta. O ministro diz que as notícias sobre estes factos são «repugnantes».

O primeiro-ministro tem toda a confiança no ministro Eduardo Cabrita. «Não ia a conduzir, era passageiro», disse ele em Agosto. Atacá-lo a este propósito «é desprezível», disse ele em Agosto. «Tenho um excelente ministro», disse ele em Maio.

Na Tvi/CNN a senhora Anabela Neves indigna-se com o «aproveitamento», até porque «no tempo de Cavaco» aconteceu não sei quê.

De maneira que é isto.

 

Admirável militância

por José Mendonça da Cruz, em 01.12.21

A Sic entrou agora num desvelo com o Chega. Cada noticiário tem alguma coisa sobre o que o Chega quer, o que o Chega pensa, o que o Chega defende. Mas não é por amor -- como o amor ao Bloco que tantas vezes move a redação da Sic, e a faz transmitir o que o Bloco quer, o que o Bloco exige, o que o Bloco pensa, o que o Bloco alucina.

Não, a Sic de Costa (Ricardo) está entranhada de Chega porque age em defesa de Costa (António), porque uma das formas inteligentes de desviar votos do PSD é, exatamente, dar persistente relevo ao Chega. 

Há sublinhados que são muito traiçoeiros

por José Mendonça da Cruz, em 01.12.21

Alguns telejornais deram agora em prefaciar algumas notícias com uma advertência: «Uma notícia que está a marcar a actualidade é...»

Ora, eu lembro-me do tempo em que «uma notícia que está a marcar a realidade» era... bem... uma notícia!

Mas aplaudo o esforço, que é, sobretudo, uma confissão de que metade do conteúdo dos telejornais é intoxicação, enviesamento, irrelevância e espuma.

Um monumento de desinformação

por José Mendonça da Cruz, em 01.12.21

O pequeno comentário de Luís Costa Ribas, às 16,55, «em directo» para a Tvi/CNN, sobre o Supremo Tribunal de Justiça dos EUA e a nova lei do aborto é um monumento imperdível de ignorância, preconceito e estupidez. É admirável como exemplo extremo de tudo isso, e é como exemplo extremo do que é possível na Tvi/CNN que deve ser visto.

Promessas

por José Mendonça da Cruz, em 21.11.21

Este é um pequeno aperitivo publicitário da nova CNN-de-cá que amanhã começa a emitir no canal 7. Num flash que já passou na Tvi o tema  era Marisa Matias a subir para o pódio de um discurso. Que bom, não é?! Também vamos ter as nossas Ocasio-Cortez, embora ligeiramente mais arcaicas.

image001.jpg

 

Lá voltam eles

por José Mendonça da Cruz, em 19.11.21

Lá voltam os «especialistas de saúde pública», de debaixo das suas pedras, alacres -- decerto alheios ao estado catatónico do SNS e à legião dos mortos por falta de atendimento a tempo -- aaahhhhh, ou é como digo ou vamos morrer todos, a culpa é vossa!

Lá voltam as reuniões intrigantes do Infarmed, mal enjorcadas, torcidamente concluídas, de conclusões brancas ou pessimamente divulgadas, aaahhhh, horror, estamos à beira da tragédia!

Lá vem Costa e os seus farejando uma bóia de salvação, é o horror, é o fim, votem em nós senão morrem.

Lá vêm os jornalistas amestrados e incompetentes em mistura indistinguível, são 1000, são 2000, são 3000 amanhã, 10 000 na 5.ª semana de fevereiro, votem PS ou amanhã morrem.

Lá vem o Presidente e diz coisas. 

Sim, e quantos casos são por causa doCovid, e quantos também com Covid? Quantos são casos graves, ou preocupantes, ou sequer de algum cuidado, ou simplesmente 37,5 de febre e uma tosse, como 6 familiares meus? Não se sabe. Os «jornalistas» não querem saber. Um palerma na RTP, trazido a esta triste fama, quer, o tonto, fechar fronteiras, fechar restaurantes, fechar os espaços públicos, viver do ar. Ponham máscaras, não respirem, escondam-se em casa, não bebam nem comam, borrifem em família, trabalho, amigos, fujam!, tremam de medo!

É preciso vacinar!, dizem eles. A vacina de nada serve!, inculcam eles. Eu, vacinado, aprendo que a vacina não serve de nada, vamos morrer todos!, dizem eles. A mim, vacinado, chamem-me negacionista; eu chamo-vos moluscos («T`es comme une moule, mon frére, t`es comme une moule!»).

Ovelhas, todas em coro, digam outra vez: Bééééééééééééééééé



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