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Uma leitura simples

por henrique pereira dos santos, em 17.05.20

"So far as anyone can tell, the intellectual machinery that made this mess was invented 14 years ago, and not by epidemiologists but by computer-simulation modelers. It was adopted not by experienced doctors – they warned ferociously against it – but by politicians."

De vez em quando, alguém diz, com uma concisão e elegância que invejo, o que gostaria de ter sido capaz de dizer.

E ver isso acontecer várias vezes no mesmo artigo (incluindo o que é citado de outros artigos) deixa-me ainda com mais inveja:

"Confronting a manageable epidemic and turning it into a catastrophe: that seems like a good description of everything that has happened in the COVID-19 crisis of 2020."

Resumindo:

"Ideas have consequences, as they say. Dream up an idea for a virus-controlling totalitarian society, one without an endgame and eschewing any experienced-based evidence that it would achieve the goal, and you might see it implemented someday. Lockdown might be the new orthodoxy but that doesn’t make it medically sound or morally correct. At least now we know that many great doctors and scholars in 2006 did their best to stop this nightmare from unfolding. Their mighty paper should serve as a blueprint for dealing with the next pandemic."

Vamos ver se para a próxima olhamos mais para as pessoas e os sistemas naturais, e menos para simulações computacionais.



12 comentários

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De Eremita a 17.05.2020 às 10:01

Bolsonaro assinaria por baixo. 
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De henrique pereira dos santos a 17.05.2020 às 12:06

Está a ver como sair lhe faz bem: fez um comentário curto, que se percebe e até com graça
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De Eremita a 17.05.2020 às 13:27

Nunca deixei de sair durante o confinamento e até mudei de casa, veja bem a irresponsabilidade social. 
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De Anónimo a 18.05.2020 às 07:16

Fez-lhe bem a mudança.
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De Luís Lavoura a 18.05.2020 às 11:33

Não é uma experiência exótica, a generalidade das fábricas manteve-se a funcionar durante o confinamento, pelo menos até que a falta de matéria-prima e/ou a falta de procura pelos seus produtos as forçou a parar.
Uma coisa que eu não entendo é, precisamente, porque é que em Portugal e na generalidade dos países se forçou as escolas a encerrar, quando as crianças são basicamente imunes ao coronavírus, mas se manteve as fábricas a laborar. Esta medida mostra um grande desprezo por aquilo que as crianças fazem na escola e pela utilidade que a escolaridade tem para elas. Parece que aquilo que os operários fazem nas fábricas é muito importante, mas aquilo que as crianças fazem nas escolas é secundária. Uma visão da qual eu, que tenho filhos, não compartilho.
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De Luís Lavoura a 18.05.2020 às 09:55

reductio ad Hitlerum transformada em reductio ad Bolsonarum
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De voza0db a 17.05.2020 às 12:42


Boas!


Não me digam que não viram nos vários canais [des]informativos da televisão portuguesa o seguinte:


QUEM DIRIA que o MUITO FRACO RNA "SARS-CoV-2" é muito mais fraco que a GRIPE SAZONAL?!

O resumo do que ele disse:

A maioria das pessoas nunca vai ser infectada.

A maioria das pessoas que é infectada nunca desenvolverá sintomas.

A maioria das pessoas que apresentam sintomas não precisará de cuidados médicos.

A maioria das pessoas que precisam de cuidados médicos não precisará de cuidados críticos ou de emergência, apenas de terapia de O2.

E mesmo a pequena percentagem de pessoas que precisam de cuidados críticos sobreviverá, independentemente de fatores de risco ou histórico médico.


FONTE: https://youtu.be/adj8MCsZKlg



Não viram?! Por que será?
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De Luís Lavoura a 18.05.2020 às 16:24

As autoridades de saúde portuguesas nunca negaram essas afirmações, forneceram aliás por diversas vezes dados que as confirmam. Sempre disseram que muitas pessoas são infetadas mas permanecem assintomáticas, que muitas outras desenvolvem sintomas apenas ligeiros e são tratadas em casa, que muitas outras vão para o hospital mas nunca chegam a estar em cuidados intensivos, etc.

Portanto, as autoridades de saúde portuguesas nunca esconderam, pelo contrário, elas puseram bem em evidência que este vírus é fraquinho e, para a imensa maioria da população, benigno.
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De voza0db a 17.05.2020 às 12:50


Eu ando a dizer desde o início (ainda a fraca gripe não tinha saído da China) no blogue que a PIDE/DGSAPO fez QUESTÃO DE APAGAR, que isto não passa de uma mera e muito fraca versão do SARS-CoV-1...



E eu nem tenho DINHEIRO para fazer estudos, cheguei a esta conclusão apenas por ler os estudos e relatórios que começaram a ser publicados no início de 2020!


Agora já há pelo menos DOIS estudos que vão neste caminho


https://www.cell.com/cell/fulltext/S0092-8674(20)30610-3

Targets of T cell responses to SARS-CoV-2 coronavirus in humans with COVID-19 disease and unexposed individuals





e


https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2020.04.17.20061440v1

Presence of SARS-CoV-2 reactive T cells in COVID-19 patients and healthy donors



Muito jargão técnico mas que no fundamental afirma que este novo pedaço de RNA etiquetado de "SARS-CoV-2" (a meu ver nem devia ser assim designado) é facilmente neutralizado pelos anticorpos que os que foram infectados pelo igualmente fraco SARS-CoV (e suas variantes) entretanto produziram.


Fica claro que INTERESSES MUITO MAIS IMPORTANTES estão por trás desta OPERAÇÃO COVID... A saúde/vida da populaça não é de certeza!

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De marina a 17.05.2020 às 14:02


acho que vale a pena partilhar a experiência dum amigo que vive em Sines com o bicho . e este meu amigo era fã  do confinamento, confinou-se muito confinadinho e voilá !!  pós trancas depois da casa roubada -:)



"Ao viver profissionalmente com gente em circulação vinda de todo o mundo, de viver numa cidade que entram e saem uns milhares de pessoas dia, de viver numa cidade com um porto de mar internacional, achei sempre que era um" milagre" só terem existido dois casos de Sars-Cov-2 / Covid-19 neste pequenino concelho.

Durante estes meses de confinamento fui percebendo que existiram várias pessoas ao meu redor com umas gripes ou tosse durante aquelas semanas a seguir ao carnaval. Talvez por ser a seguir ao carnaval ninguém ligou muito, é um "costume" da ressaca carnavalesca.

Durante um dois dias, sem precisar a data, não tive olfacto, eu e a restante família, tive o glanglios inflamados e uma noite mal dormida... Por estes factos todos pensei que poderia já ter sido bafejado com o vírus. Como gosto de ter certezas fiz o teste serológico IgG na passada quarta-feira. E, para espanto de todos, foi positivo. Ou seja, já fui infectado com o vírus, debelei o mesmo e pela contagem do teste ( 2,7 quando se considera imunidade aos 0,8) já passaram mais de seis semanas que aconteceu. Final de março pelo menos.

Como não tive sintomas de maior a imunidade é possível que seja total. ( Só não existem certezas quando existiram sintomas mais graves). Mas não se sabe por quanto tempo é válida.

Assim, creio que as contagens oficiais não nos dão uma resposta real da situação e especificamente em Sines o vírus esteve muito antes do início do confinamento.

Aos que estiveram em contato comigo, beijos e abraços, jantares e conversas, apertos de mão e palmadinhas na cara durante o carnaval e até ao confinamento, e se tem o sentimento que já foram infectados, peçam para fazer o teste ao médico de família ( existe um número directo) porque é comparticipado ou então percam o amor a 46€ e vão ao HPA / Clidis Sines (https://www.facebook.com/profile.php?id=100006664240900&__tn__=%2CdK%2AF-R&eid=ARB0bvhnpxHL5WxKqQNaLVMhD038X_LXM9JFPYjgRHkYTjjIhSsjshVSnw2pRrKAUG5Z9Q7fYT5HZWQF) e tenham certezas.

A imunidade faz com que não seja emissor do vírus, mas, como qualquer outra pessoa, poderei transportador do vírus nas mãos ou roupa por ter tocado em algum objeto com o mesmo.
Ou seja, estar imune não pode ser desculpa para não ter os mesmos cuidados que todos os outros mesmo tendo quase a certeza que o vírus não me fará mal de maior.
Até estarmos quase todos imunes - 70% - não podemos facilitar. Existem grupos de risco que precisam de cuidado.

Boa sorte!  "
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De Luís Lavoura a 18.05.2020 às 11:26

O artigo é interessante, mas assume a usual postura EUA-cêntrica. Ou seja, conclui-se da leitura que foram americanos quem inventou a estratégia do confinamento, negligenciando que ela foi adotada, antes dos EUA, pela China e pela Europa em 2020. Em grande parte, o confinamento foi adotado na Europa e depois nos EUA a exemplo daquilo que a China tinha feito, e não por inspiração destas ideias de americanos em 2006.
Mas é sabido que para os americanos somente os EUA existem no mundo, tudo o resto são seres exóticos, inenarráveis, que não interessam para nada.
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De Anónimo a 18.05.2020 às 19:37


Entretanto surgem argumentos de como o vírus terá sido re-programado em laboratório.

Deixando de "preferir" cohabitar -e viver em paz em morcegos- para ser capaz de propagar-se em humanos e a !!!destruir o hospedeiro!!!.
Será razoável, minimamente seguro, permitir-se semelhante pesquiza em laboratórios de alta segurança, ou não, ainda por cima mal administrados?. Será que o desejo de predominância militar não tem limites razoáveis?. China, India, Canadá, EUA...

Será que as eleites políticas/militares/financeiras estão em roda livre e julgam-se capazes de premanecer imúnes no meio de uma pandemia?.

... 

"...The authors believe this means that the virus “became specialized for human cell penetration by living previously in human cells, quite possibly in a laboratory.”..."

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