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Uma curiosidade

por henrique pereira dos santos, em 27.02.17

Como sabemos hoje a publicação das estatísticas offshores é uma questão central para o país.

Como sabemos houve um Secretário de Estado (Sérgio Vasques) que determinou a sua publicação e levou essa publicitação à prática.

Sabemos hoje que durante vários anos essas estatísticas não foram publicadas por um "erro de percepção" entre outro Secretário de Estado (Paulo Núncio) e a Autoridade Tributária.

O que ainda não sei, e tinha curiosidade em saber, é que diligências foram feitas durante esses quatro anos, pelos senhores deputados, no âmbito da fiscalização dos actos do Governo, para entender esta suspensão de publicitação e retomar a sua publicação, uma questão que, como sabemos hoje, era absolutamente central e essencial para o combate à fraude fiscal.

Perguntas ao governo, questões nas audições dos responsáveis, comissões de inquérito, uma coisinha qualquer.

Ou os senhores deputados, que acham esta questão da publicação das estatísticas absolutamente central, não deram pela ausência dessa publicação durante quatro anos e são politicamente irresponsáveis?



8 comentários

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De Que grande Porra... a 27.02.2017 às 14:07

O que ainda não sei, e tinha curiosidade em saber, é que diligências foram feitas durante esses quatro anos, pelos senhores deputados, 



Como é que é possível que o governo mais eficaz a cobrar impostos seja, ao mesmo tempo, aqueles que menos incomodou os mais ricos? Como é possível que num período em que o governo promoveu uma colossal transferência de rendimentos, os mesmos que perderam rendimentos a coberto de mentiras tenham sido os mais perseguidos pela acção do fisco?

A resposta a estas das perguntas é evidente, os menos ricos foram pressionados e perseguidos para pagarem mais impostos, quer por via do aumento das taxas, quer por via da pressão persecutória, para que o ministério das Finanças conseguisse margem para fechar os olhos aos que ganhando mais menos pagavam. Não só fechou os olhos à evasão fiscal por parte dos mais ricos, como ainda promoveu alterações na lei fiscal, aliviando a carga fiscal.

O mestre e executor desta grande obram, tão elogiada por Passos ou por Assunção Cristas, foi o agora advogado de sucesso da Morais Leitão e que ocupou a pasta dos Assuntos Fiscais, um tal Paulo Núncio, acabado de cair em desgraça. Já se sabia que os ricos foram aliviados de impostos. 
( Roubado do blog "O JUMENTO").

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