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A chegada de Assunção Cristas à liderança do CDS enche de expectativa uma Nação desgastada e desiludida que clama por uma renovação significativa no estilo e no discurso político, e que há muito entendeu não ser possível um “tempo novo” com os problemas e vícios antigos. Assunção Cristas traz para o espectro político um perfil inédito que possui um profundo significado: uma mulher inteira, jovem mãe de família que não prescinde dum brilho próprio muito feminino, alguém que emergiu para a vida partidária pelos seus méritos profissionais, pela determinação e inteligência com que defendia as causas em que acredita, mesmo que contra o discurso do politicamente correcto. Sem vergonha das suas convicções humanistas e católicas, com um discurso fluente e afectuoso, ela conseguiu unir o partido e rodear-se de uma jovem e renovada equipa, cujo génio e capacidade de trabalho esperam-se reflectidos quanto antes num dinamismo de propostas e ideias que catapultem o CDS para um novo patamar de afirmação, urgente, tendo em conta os dramáticos desafios que esperam os portugueses. Para já Assunção irradia um atraente sorriso de esperança, que não é coisa pouca na política dos nossos dias.
Publicado originalmente no Diário Económico
Eu acho que ser advogada ou professora de direito não qualifica ninguém para ser governante. Ser presidente de uma câmara municipal como Lisboa, seja ou não uma profissão, é um trabalho que exige grande esforço e experiência de gestão, muito mais do que ser advogado ou professor de direito. Se não lhe quer chamar profissão, não lhe chame, mas o nome que chama a essa atividade não a torna mais ou menos difícil. O trabalho dele está á vista, para o bem ou para o mal. A actividade profissional da Assunção Cristas, enquanto professora de direito ou advogada, nem sequer conheço. É esta a diferença.
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