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Num artigo intitulado O Sentimento, de 1865, Antero de Quental escrevia: «Uma negação não pode ser o último verso do poema dos destinos E a existência atravessaria os espaços com seu ardente voo de águia, só para no fim encontrar o nada e precipitar-se nele?».
Reflectia sobre a Eternidade. Fazêmo-lo em toda a eternidade da nossa presença neste mundo, sempre na ansiosa esperança de algo a alumiar-nos o caminho, a revelar o que está além. Esquecendo, decerto, o derradeiro verso do nosso poema não pode ser o nada, nem será para esse nada que corremos uma vida toda. Haverá sempre algo mais, como Antero induzia.
Esse Antero que um dia se cansou,,, de não ser compreendido. Jamais desacreditando. Porventura, ontem e hoje, apelidado de tudo quanto não é Quental e ofende.
Ofende porque pontapeia a verdade e falseia a História. Ninguém diria de modo mais encorajante a Eternidade em que já construimos a nossa obra, assim não deitemos fora as nossas capacidades. Ficará sempre por aperfeiçoar o último verso do poema de cada um... Por isso o infinito do seu percurso. Deve ser dificil encontrar palavras tão expressivas da Fé como estas de Antero.
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