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Com a devida e profunda vénia a Alberto Gonçalves e ao Observador, que revelam notícias que a generalidade dos media consideram «não-notícias», no sentido de que são inconvenientes para os serventes, os avençados e os vendidos, transcreve-se a decisão da Comissão da Carteira de Jornalistas que retirou a dita (por «incompatibilidade») a Filipe Santos Costa, por dirigir sob disfarce um podcast de propaganda socialista:
Segundo a CCPJ, o problema da relação entre o jornalista e o PS não está no conceito de assessoria de imprensa e consultoria em comunicação, nos termos tradicionais em que a assessoria é feita, mas «precisamente» no facto de que «o que o PS pretendeu, com este contrato, foi colocar a independência do jornalista ao serviço do partido do governo para credibilizar e valorizar a mensagem político-partidária».
Uma nota final para a formulação: foi o PS «que pretendeu». O «jornalista», esse, a crer na CCPJ, não «pretendia» nada além de uns trocos.
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