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Numa peça do Observador, lê-se: "No Irão, o estratega militar Soleimani era uma das figuras mais amadas, um herói do regime. Prova disso foi o funeral do general, presidido por Khamenei e com a presença de milhares de iranianos nas ruas, que choraram a morte de um líder.".
Estas coisas acontecem, é certo, e eu não gostaria de ser injusto para com o jornalista, mas admitir como prova de amor do povo a um dirigente, a presença de milhares de pessoas no funeral de um dirigente de um regime autocrático, parece-me que é ir longe de mais para um jornalista.
Por essa ordem de ideias, quase todos os ditadores do mundo são amadíssimos pelos seus povos, a julgar pelas milhares de pessoas em manifestações promovidas pelos respectivos regimes (os exemplos não faltam, desta a triunfal deslocação de Marcelo Caetano a África, já quase nas vascas do regime, até ao enterro de Fidel Castro).
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