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O barbeiro a que costumo ir tem porta para uma rua muito movimentada, sem qualquer estacionamento.
Daí eu ter reparado num carro parado em plena faixa de rodagem, aparentemente à espera de um cliente do barbeiro, há já bastante tempo.
Como calhou ir ao barbeiro muito pouco tempo depois, perguntei a que se devia aquilo e o barbeiro, uma pessoa do mais discreto que há, explicou-me que António Guterres cortava ali o cabelo há muitos anos.
Arquivei a informação de que íamos ao mesmo barbeiro na pasta das informações inúteis e nunca mais pensei no assunto, até hoje.
Enquanto ia para o barbeiro, não me saía da cabeça a hipótese altamente improvável de dar de caras com Guterres, dando-me a oportunidade para lhe agradecer as constantes declarações que tem feito nestes dias a vincar que os acontecimentos do Irão não nasceram do vácuo.
Como seria de esperar, não aconteceu.
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