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Tão miseráveis uns como outros.

por Jose Miguel Roque Martins, em 29.03.21

É verdade que o Governo não faz normalmente o que diz. Muito breves foram os tempos de promessa dada, palavra honrada. Normalmente, tenta sempre parecer que faz mas não faz. Como aconteceu no caso dos apoios sociais que foram promulgados pelo Sr. Presidente da República e que correspondiam ás promessas publicas do Governo. Uma lastima.

Mas o que dizer de Marcelo e dos outros partidos?

Num ímpeto reformador e independente, atropelam a constituição e a sua lei travão de despesas não orçamentadas. Em nome de nobres princípios sociais. E no futuro em nome de outras coisas. Um desastre.

Tão miseráveis uns como outros.



9 comentários

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De Anónimo a 29.03.2021 às 13:38

... nem as moscas mudam
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De Anónimo a 29.03.2021 às 16:41

Lamento mas discordo. Um governo que à custa do nosso dinheiro perdoa milhões à EDP, injecta milhões em poços sem fundo como o Novo Banco e a TAP, não tem moralidade nenhuma para não ajudar quem realmente precisa...


Pedro Cunha
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De Anónimo a 29.03.2021 às 18:39

O governo tem obrigação moral de ajudar os que precisam. Muitos dos que perderam o emprego ou os seus rendimentos não tiveram responsabilidade nenhuma nisso. Estão nessa situação em consequência de medidas de confinamentos decretados pelo governo, muitos deles imcompreensíveis e sem qualquer nexo.
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De Anónimo a 29.03.2021 às 18:45

Por isso o governo é lamentável. Tanto mais que anuncia e não faz. 
Mas ultrapassar a constituição é grave!
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De Anónimo a 30.03.2021 às 11:51

 "Lamentável" e "grave" tem sido tudo, caro Sr. comentador das 18:45.
Veja os atropelos sucessivos à Lei e aos Direitos individuais fundamentais, não têm sido  t a m b é m  "ultrapassados" constantemente? Não temos vivido tempos de uma autêntica "suspensão" do regime democrático sem respeito pelas liberdades e garantias individuais? As regras e as normas vigentes não estão todas subvertidas? E que dizer deste autoritarismo sem qualquer comedimento e da excessiva concentração de poder que nos tem coagido e feito vergar obedientemente, sob os insultos da novilíngua?  E já agora, com que legitimidade o fazem e nos submetem? E por quanto tempo, deveria ser-nos dada uma explicação detalhada sobre esta matéria. 
Embora se argumente que se vive um tempo excepcional, nunca é demais lembrar, para se verem bem as diferenças de actuação nos países onde vigoram regimes de verdadeira cultura democrática bem consolidada, onde há um verdadeiro contrato democrático entre o governo e os cidadãos em que tudo lhes é explicado como, aliás, é devido. Sentimos certamente um grande embaraço nessa comparação, por estarmos tão aquém e não termos atingido esse patamar de exigência democrática ; Este nosso atraso humilhante que nos leva a consentir e a admitir tudo, devia envergonhar-nos!  Assim como devíamos abrir os olhos e rever o comentário recente feito pela  Min. das Finanças da Suécia sobre os portugueses. 


P.S.   Por todos os atropelos até agora feitos, creio que nem é tão grave "ultrapassar" a Constituição, tanto mais que estamos em situação de emergência nacional e é necessário acudir urgentemente às pessoas e agilizar todos os meios com rapidez.  "Em tempos de guerra não se limpam armas!".
SP
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De Anónimo a 31.03.2021 às 10:20

Nem é "atropelar"  nem "ultrapassar" a Constituição.
É simplesmente "contornar" a Constituição. É um tema sensível, mas nem seria a 1ª vez que tal foi feito. 
A Constituição pode ser interpretada (com seriedade). Portanto, é uma questão de se saber como contorná-la inteligentemente, ou seja, sem beliscar nenhum dos seus princípios basilares. E talvez a gravidade do momento assim o exija para atenuar a catástrofe económica e social sem precedentes que se avizinha e com consequências imprevisíveis. 
Quero, por isso, acreditar que o Presidente da República como humanista que é, tinha estas razões em mente como "a" grande prioridade do momento e sendo ele um constitucionalista, sabe «o que» está a propor e «como»  fazê-lo, sem causar quaisquer fissuras nos fundamentos da Constituição.
Ao contrário da opinião de ontem de José Miguel Júdice eu concordo mais com MRS: "Vão-se os anéis e fiquem os dedos" que o mesmo é dizer que a Constituição por muito importante que seja, não é mais valiosa, nem tem precedência sobre a vida das pessoas.
mt
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De Anónimo a 31.03.2021 às 10:54

Quando instituirmos um mundo sem regras, será que a vida humana sairá protegida? 
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De Anónimo a 31.03.2021 às 19:52

Não lhe sei responder a essa pergunta. Mas teremos brevemente ocasião para ver o que acontece:  se as pessoas comuns vão sucumbir ou sobreviver às regras instituídas supostamente para as proteger
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De Anónimo a 31.03.2021 às 20:29


https://portadaloja.blogspot.com/2021/03/ver-lista.html#disqus_thread 


Se tiver paciência e quiser ler, concluirá que estes "sobrevivem" sempre. 
"Com" ou "sem" regras. Preferencialmente "sem". Vá-se lá saber porquê...

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