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Esta chuva persistente faz-me lembrar a cena em Macondo, de “Cem anos de Solidão”, quando após décadas de acontecimentos extraordinários, por quatro anos, onze meses e dois dias uma chuva interminável caiu sobre a cidade. Como nos acontece por estes dias em Portugal, no conto de Gabriel Garcia Marquez a chuva constante tornou-se parte da rotina dos habitantes de Macondo trazendo uma melancolia silenciosa e alterando a paisagem, até que o esquecimento e o isolamento se instalaram de vez. É o que dá tanta água, que, além das cheias e derrocadas, nos encharca a alma, e nos faz ansiar por uns raios de sol, que tardam.
Só nos falta perder a fala…
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