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Um programa novo

por José Mendonça da Cruz, em 30.06.11

Foram várias e insistentes as referências à liberalização da economia por Passos Coelho, que defendeu a necessidade de juntar à democracia representativa uma «economia representativa», que dê aos cidadãos «a liberdade de agir e escolher». Uma «economia dinâmica», insistiu, garante a mobilidade social e a liberdade. O primeiro-ministro começara por proclamar que «chegou o momento de mudar», de fazer uma «mudança política estrutural». Entre as «mudanças profundas que vamos realizar» tiveram mais destaque as reformas do sistema edcativo («para que o fracasso das últimas décadas não volte a repetir-se»), do sistema financeiro, e do sistema de justiça (com insistência na simplificação processual, na gestão por objectivos, e na criação de uma bolsa de juízes para corrigir atrasos crónicos).

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Quem tramou Bernardo Bairrão?

por Maria Teixeira Alves, em 28.06.11

 

A história é caricata. Bernardo Bairrão foi convidado por Miguel Macedo para ser seu secretário de Estado da Administração Interna. Marcelo Rebelo de Sousa não resistiu à tentação de dar a 'cacha' em primeira-mão no seu programa, precisamente na TVI, onde BB eram administrador delegado. Por causa disto Bernardo Bairrão teve de renunciar imediatamente ao cargo através de um comunicado enviado pela Media Capital à CMVM.

Mas BB tinha cometido um pecado original: foi um dos duros críticos à privatização da RTP, uma das primeiras medidas anunciadas por Pedro Passos Coelho. Logo foi desconvidado depois do primeiro-ministro ter vetado o seu nome. Em dois dias Bernardo Bairrão ficou no desemprego. Tudo por causa de uma revelação de Marcelo?

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Por estes dias de permente conversão de prioridades, em que o segundo cargo da Nação é assumido por uma mulher feminina e inteligente, em que viajar de avião em classe económica se torna fashion, destaco o novo ministro da Segurança Social, ex-presidente do grupo parlamentar do CDS (e aqui entre nós ilustre membro do Conselho Monárquico da Causa Real) o Luís Pedro Mota Soares, um verdadeiro gentleman que promete manter a sua elegante e económica Vespa 125 como meio de transporte preferencial para pequenos percursos. 

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Missão impossível

por João Távora, em 18.06.11

 

Sinto-me velho com este governo, e isso é um bom sinal. Fico profundamente reconhecido e presto a minha homenagem aos bravos independentes que aceitaram o desafio: Vítor Gaspar, Paulo Macedo,  Nuno Crato, Álvaro Santos Pereira. Dos “quadros” partidários indigitados, espera-se que consigam fazer muito mais do que a sua obrigação. Aqueles que “recusaram” compreende-se que cuidem das suas vidinhas, desta penosa legislatura ninguém sairá ileso. Viva Portugal.

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