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É que, porra!, há coisas que, depois de lidas, ficam aqui dentro. Não são pensamentos, não sei o que são. Sensações, ó abstracto que me salvas sempre, será o melhor termo. O génio que alguns julgam ter é nenhum comparado com o génio que outros, sem o julgar, têm. É do mais bonito que já li, do mais genial que já vi e só um tonto não clica na última palavra para sentir a catarse em pleno. Ide ler, que eu fico por aqui a enxugar as lágrimas.
Andamos aos caídos, cheios de lamúrias e lamentos, ai a vida e tal, e depois lemos isto e não podemos de, no meio da surpresa, sorrir e sentir um bocadinho da felicidade da prevaricadora por acharmos que justiça foi feita. É, a felicidade faz-se de pequenas coisas.
E haverá coisa melhor que isso que viveste, vives, ou sonhaste, Rui? Não creio. Deixa-te estar a ronronar e se a ronha te leva a escrever desta prosa, que se fechem todos os centros de saúde, que médico que te secasse a fonte seria um assassino.
Há blogues que leio com pena por não poder ler mais um bocadinho. Longe das picuinhices do quotidiano, esquecendo, ou fazendo por esquecer, as gaffes, as parvoíces, os cataclismos que nos rodeiam. Um desses blogues é o Ana de Amsterdam, da Ana Cássia Rebelo (sim, publicou o verdadeiro nome há uns dias). Leiam estes dois textos (I, II), para confirmarem o que escrevo. Se lerem, leiam os dois, pela ordem certa, só assim irá saber bem.
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