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As reformas são para políticos aborrecidos

por Zélia Pinheiro, em 03.05.12

Como pode uma pequena frase encerrar toda uma teoria sobre a prática política? A resposta encontra-se no último parágrafo.

Wolfgang Münchau, que assina a coluna de opinião sobre assuntos europeus do Financial Times, é o mesmo que já chamou a Barroso "o caniche de Angela Merkel" e que, nas vésperas da bancarrota portuguesa, escreveu que "não se pode gerir uma união europeia com gente como o Sr. Sócrates".

Mas Münchau é um analista a ler com atenção por motivos que vão para além do seu talento para os sound bites ocasionais. Este fim de semana, sobre as eleições francesas, a propósito de Sarcozy, fala de reformas, políticas e estruturais, e como (não) fazê-las.

"Sarcozy não se parece com um presidente, fala como um presidente ou age como um presidente. Mas há uma razão maior para que mereça ser rejeitado. Venceu a campanha de 2007 com a promessa de ambiciosas reformas ecónomicas, era um dos poucos políticos europeus eleito com um mandato para grandes mudanças e falhou, pelo motivo que já se tinha tornado aparente durante a campanha de 2007: foi hiperactivo. 
As reformas são para políticos aborrecidos
".

(Publicado originalmente aqui).

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Um ano com doze meses: uma causa

por João Távora, em 05.11.11

 

Enquanto não forem “tecnicamente” possíveis despedimentos na função pública, pouca coisa será possível fazer para domesticar o monstro que verdadeiramente consome os recursos financeiros do nosso país subjugado pela dívida. Por isso é com alguma apreensão que leio aqui que o governo pondera atender à proposta de António José Seguro de sustentar em 2012 um dos subsídios aos funcionários do Estado, coisa que se resolve com mil milhões de euros que logo se vê onde se os vai buscar, que isso da receita fiscal já deu o que tinha a dar.
A aberração paternalista dos “subsídios” de Natal e de Férias, um vício há muito inculcado nos portugueses como panaceia da baixa média salarial, carece de urgente terapêutica de desabituação. Até porque sabemos bem como isso das “médias” promove equívocos grosseiros, como a velha história do meio frango por habitante, que ilude a realidade dos que verdadeiramente comem e dos que não comem frangos. Além do mais, o 13º e 14º meses constituem a maior parte das vezes um quebra-cabeças para as tesourarias das empresas, porque não crescem o dobro das alfaces nem se pesca o dobro dos peixes, não se limpa o dobro do lixo ou se fazem o dobro das camas nem se vendem o dobro dos jornais por ser Natal ou tempo de praia.
A ser verdade que o governo equaciona desembolsar mil milhões de euros da senhora Merkel com os seus funcionários, seria bom que os facultasse em doze avos, ou seja na forma de vulgar actualização salarial, por forma a serem geridos pelos próprios, não em função dos eventos do calendário mas das suas concretas prioridades.

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O futuro da Função Pública...

por Pedro Quartin Graça, em 10.03.10

 

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