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Há pouco na rua fui abordado por uma senhora que queria saber a localização do centro de desemprego. Indiquei-lhe a direcção e não a corrigi porque tinha toda a razão.
"O que é que ela tem a mais que eu?"
Jovem empregada numa pastelaria a uma cliente, também jovem
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"De mim só se vai ouvir dizer que lhe quero partir o focinho. A ele e a ela."
Mulher na rua, falando (muito alto) com outra
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"Eu acabo contigo."
Uma avó a um neto, no metro
Deplorável serviço à causa nos presta o Sr. Pereira e a sua frívola vaidade e insaciável desejo de protagonismo. O fadista-deputado obteve pelo seu exclusivo mérito uma página inteira de ridicularização gratuita dos monárquicos no Diário de Notícias de hoje. E de facto são estes os piores adversários da instituição. São estes papalvos snobs que gravitam em torno da causa, entregues às mais intestinas manobras para a obtenção de bacocas honrarias. Ao longo dos tempos, têm sido afinal estes retrógrados "cromos" de incomensurável ego os mais eficazes aliados da causa republicana.
Na imagem está Cavaco em pleno discurso de Ano Novo, usufruindo do seu dourado trono. Como os demais que lhe precederam, colectivamente esquecidos os ódios, apupos e insultos que em tempos imemoriais os destronam da cadeira do poder.
A barcaça marroquina abalroou a muralha do oeste “civilizado” com 23 desgraçados párias a bordo. Enquanto isso o bem nutrido e alucinado "consumidor", entretido nos centros comerciais, contrafeito, mal desvia o olhar das montras iluminadas de mil cores.
Não consigo passar ao lado. A minha terra encheu-se de sanguinários canalhas a deambular na inútil feira de vaidades patrocinada pela Europa dita “civilizada”. Uma feira de horrores, uma exibição despudorada das mais medonhas degenerações humanas. Um sucesso mediático aqui no burgo: em directo, debaixo das objectivas e dos holofotes, cada trupe luta por um minuto de fama para o seu impune líder, uma gloriosa menção nas noticias, estéril bramido para a História indiferente.
Assim como se aceita a inevitabilidade da realpolitik na relação entre estados, parece-me essencial que os nossos representantes logo ao jantar, entre sabujas mesuras e gulosos acepipes, não percam a oportunidade de afirmar o alinhamento político do Portugal democrático... por muita contrariedade que isso cause ao flanco “rebelde” do Sr. Pinto de Sousa. Isso para bem da auto-estima nacional, e para que ele não seja confundido com um qualquer Mahmoud Ahmadinejad, presidente do Irão e também muito “amigo” de Hugo Chavez.A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.
Percebeu mal. Devemos viver da justa remuneração d...
Se bem percebi devemos viver de esmolas, dada pelo...
Grato pelas informaçõesMuito Obrigado
Para avivar a nossa memória, aqui vai um texto que...
Por outras palavras É mas é como se Não fosse.Mas ...