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A tenaz

por João Távora, em 25.03.24

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A vozearia sobre a viabilidade do governo AD sem maioria absoluta ainda vai aumentar mais uns decibéis. Se a esquerda à espera de melhores dias se distancia higienicamente dos “retrocessos” e de fantasmas fascistas (sempre assim foi), do outro lado, André Ventura vitimiza-se por não lhe darem lugar numa dança que na verdade não quer dançar. Se é verdade que para um Tango são precisos dois, definitivamente não é nesses maus modos que se pede a uma senhora para dançar, insultando-a, caluniando-a sistematicamente em público. É preciso mostrar boas maneiras e um módico de empatia para inspirar confiança num parceiro de dança. O esforço do Chega tem sido no sentido contrário, num jogo de equilibrismo tático da vitimização e reivindicação, ostracizado pelas linhas vermelhas que são o seu seguro de vida. O irrevogável “não é não” de Montenegro constitui o seguro de vida do Chega, que vive dessa marginalidade. Marginalidade em relação aos media tradicionais que são irrelevantes para o seu eleitorado, marginalidade em relação ao parlamento que os seus eleitores desprezam, marginalidade a qualquer solução de governo que tornaria o partido cúmplice do sistema que os seus militantes execram. O Chega é o único partido que está onde quer, por isso é que se chama “chega”. Não tem razões de queixa, o descontentamento (pobreza, desencanto) tende a ser maioritário e vêm aí umas eleições para o Parlamento Europeu.

Vêm aí tempos interessantes.

Em meditação

por João Távora, em 28.09.13


Se os comunistas têm tanto orgulho no seu legado histórico como proclama Jerónimo, porque não concorrem a eleições com o seu emblema?

Um caso chocante de violência policial nos EUA

por Pedro Quartin Graça, em 16.06.10

Sabe-se que nos Estados Unidos a polícia tem de lidar com diversos tipos de criminalidade, entre eles alguma muito violenta. Tal não é manifestamente o caso da cena visível nestas imagens em que um polícia foi gravado no momento em que esmurrou na cara uma jovem de 17 anos que estava a deter numa rua da baixa de Seattle. É mais um triste caso exemplificativo de muita da violência policial desnecessária que existe nos EUA mas que, desta feita, foi filmado ao vivo para espanto de muitos dos presentes.


Corta-fitas

Inaugurações, implosões, panegíricos e vitupérios.

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