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O fim do império é o sofá

por João Távora, em 21.11.15

Esta nossa sociedade securitária e hipermediatizada "a mais escolarizada de sempre", que baniu qualquer perspectiva da realidade que ultrapasse as medidas dum ecrã de televisão ou telemóvel, está mais vulnerável que nunca. Mais dois ou três ataques terroristas a ocidentais e concentrados no tempo, o pessoal enterra-se definitivamente no sofá.

Um retrato

por João Távora, em 19.11.15

Hippie.jpg

As fotografias das homenagens ás vitimas dos ataques terroristas nas ruas de Paris mostram uma Europa que substituiu a cruz de Cristo (que na verdade é o mais antigo símbolo da Paz) pelos símbolos dos hippies. Porque a semântica dos símbolos é muito relevante, suspeito que isto ainda vai piorar muito antes de um dia poder melhorar.

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Rezar por Paris

por João Távora, em 16.11.15

Rezar por Paris.jpg

Faz-me uma imensa impressão, no doloroso rescaldo dos ataques terroristas em Paris transmitidos pelas televisões, a quase total ausência de imagens de manifestações de devoção cristã, sejam celebrações religiosas ou exibição dos seus símbolos. 

Erradicado Jesus Cristo do espaço público, fico com a impressão que o que sobra nos nossos dias é uma Europa imensamente frágil, esvaziada do transcendente, espoliada de Esperança. À mercê da mais vil perversidade.

Bom era que reaprendessem os europeus a transformar cada "minuto de silêncio" num tempo de oração sincera, que devolvesse algum sentido à dor lancinante da perda, que aplacasse a ameaça do medo. Creio que está aí o resgate de uma Europa fortalecida. 

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A Sic garante que não se passa nada em Bruxelas

por José Mendonça da Cruz, em 16.11.15

Diz-nos a imprensa internacional que a investigação sobre a última chacina empreendida pelos tarados do islão em Paris conduziu ao bairro da capital belga de Molenbeek, que o assassinato do líder anti-talibã Ahmad Shah Massoud conduziu ao bairro da capital belga de Molenbeek, que os atentados bombistas de 2004 em Madrid conduziram ao bairro da capital belga de Molenbeek, que os homicídios do ano passado no museu judaico de Bruxelas conduziram ao bairro da capital belga de Molenbeek, que o ataque falhado num TGV da linha Amesterdão-Paris conduziu ao bairro da capital belga de Molenbeek. Diz-nos a imprensa internacional que fontes das autoridades belgas atribuem à fragilidade política do país e à dispersão das polícias o facto de o governo ter «perdido o controlo» sobre o bairro da capital belga de Molenbeek, com larga comunidade muçulmana e considerado por um perito como o «centro político do jihadismo na Europa». Mas hoje, na SicNotícias, uma menina mais politicamente correcta do que jornalista encheu toda a sua reportagem em directo do bairro da capital belga de Molenbeek com advertências contra a estigmatizaão do bairro da capital belga de Molenbeek, porque ela até tinha falado com o presidente da junta, que foi quem lhe disse isso. Para a SicNotícias, mais uma vez, a informação foi a última das prioridades.   

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Perguntas ao Ocidente

por Maria Teixeira Alves, em 16.11.15

Será que o facto de a França já ter sido palco de dois ataques dos terroristas do ISIS não quer dizer que há que questionar a eficácia dos serviços secretos e de segurança franceses? Uma boa parte dos terroristas envolvidos quer neste ataque, quer no ataque ao jornal francês, já estavam referenciados pelos serviços secretos franceses, e mesmo assim não foram travados. Porquê? A saída (e entrada) pacífica na Bélgica não é um sinal de pouca prudência?

Assim como o facto de a França ter sido até agora o país da Europa que foi atacada no seu território deve levar a questionar a eficácia dos serviços secretos e de segurança franceses.

O que é que se passa com o Ocidente? Quantos atentados são precisos para começarem a mudar de paradigma?

Os Estados Unidos de Obama estão há um ano a combater o ISIS sem praticamente resultados nenhuns, e a Rússia de Putin em 700 a 800 saídas de ataques destruiu umas boas dezenas dos bastiões do ISIS. E o Ocidente a única coisa que fala é que a Rússia provoca imensos danos colaterais!!! Alguma coisa isto quer dizer.

Os Estados Unidos querem combater ao mesmo tempo o ISIS e o Assad, ora isto não vai dar bom resultado. Combater o ISIS deve ser o único motivo político do momento e deve unir o mundo.

Mas não parece ser fácil essa união.

Hoje soube-se que dois dos terroristas entraram na Europa (pela Grécia), vindos da Síria, e foram acolhidos como refugiados. Na minha ideia isto seria motivo suficiente para se intensificar as investigações e controle a esses refugiados. Mas nas televisões europeias essa "desconfiança" é xenófoba e de extrema direita. Pois assim torna-se dificil acções de prevenção antes dos acontecimentos.

 

 

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Europeus, cristãos, livres e civilizados

por José Mendonça da Cruz, em 15.11.15

Isla-420x280.jpg

O primeiro-ministro húngaro Viktor Orban é um homem razoável, com bom senso e um europeu. Mas quando perante a invasão de refugiados, sobretudo muçulmanos, se mostrou preocupado, e disse que «a Europa e a cultura europeia têm raízes cristãs» que devem ser defendidos cairam-lhe em cima a chamar-lhe nomes os idiotas úteis do costume, os relativistas de sempre, os suicidas politicamente correctos e os proverbiais «surrender monkeys».

Parece estranho agora, porque, no fim de contas, Orban não fazia mais que alertar contra os perigos em que a França se deixou cair e agora sofreu na pele e em vidas. A França (a Europa) fecha os olhos perante a criação de ghettos muçulmanos, que se transformam em bairros muçulmanos, que se transformam em cidades onde populações muçulmanas, acolhidas no país e na Europa, recusam e desprezam tudo o que é Europeu, persistem em práticas e usos medievais e obscurantistas, recusam toda a assimilação cultural e social, e depois se queixam da ostracização que elas próprias fabricaram, empunhando ódio e armas contra os países de acolhimento.

Há muito tempo que grandes sectores das populações europeias compreenderam e se revoltam contra esta anemia perante bárbaros e inimigos, perante um credo totalitário em atraso de séculos em relação à Europa, perante a regressão à idade das trevas. Mas essas preocupações deparam em geral com o desprezo das formações políticas do centro, e quem se preocupa é (como Orban) apodado de fascista ou xenófobo ou outra parvoíce qualquer.

É novo que, depois de mais um massacre à mãos dos tarados do islão, o presidente francês tenha afirmado que a França está agora em guerra. Resta saber o que quer dizer com isso. É que se a consciência desse estado de guerra for tão vã como as baboseiras acerca do semanário Charlie então a população francesa (e outras populações na Europa) terá que buscar soluções junto de quem ouça as suas preocupações e aja em consequência. E se só a Frente Nacional estiver disposta a ouvir e agir, então será para a Frente Nacional que irão os votos, e para outras Frentes Nacionais em Inglaterra, na Bélgica, na Holanda e na Suécia. Nem será especialmente dramático: afinal, para derrotar a barbárie nazi o Ocidente também teve que aliar-se à ditadura soviética.

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Paris vale bem uma missa

por Maria Teixeira Alves, em 15.11.15

Gostava de ver nas televisões de todo o mundo, um missa ao ar livre numa praça de Paris, com os franceses a rezarem em conjunto e em voz alta, pelas vítimas dos atentados de sexta-feira. Imaginem uma praça com velas acesas a ecoar a avé maria. Isso sim seria uma resposta eficaz ao ódio do ISIS.

A ideia de que em cada atentado a fé cristã cresce é lhes fatal.

Uma Avé Maria em francês seria muito mais eficaz do que a Marseillaise, para um grupo de assassinos que faz o que faz em nome da guerra santa. Mas os franceses não parecem perceber isso

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Paris 13 Novembro

por João Távora, em 14.11.15

Grandes favores que fazíamos a nós próprios: deixar de culpar as vítimas, não chamar "Estado" a um bando de facínoras, não justificar o terrorismo islâmico com a crise ou a luta de classes... e rezar muito pela humanidade.

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Foto do dia

por Luísa Correia, em 11.04.10

 

Um desejado momento de evasão... infelizmente sem malas aviadas...

Foto do dia

por Luísa Correia, em 28.03.10

(Em Paris, na mais doce das evasões...)



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Inaugurações, implosões, panegíricos e vitupérios.

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