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República das pipocas

por João Távora, em 26.12.16

Que o nosso presidente dos afectos era admirador do Gerorge Michael eu não sabia (não, não é uma notícia do Inimigo Público).

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"Está bem, está bem! Prometo que da próxima vez é que é mesmo a sério: quando me der aquela vontade de dizer coisas aos jornalistas prometo que vou-me aguentar à bronca e ficar calado, boca calada ou eu não me chame Marcello. Vai ser uma vida nova, vocês vão ver, vão ter orgulho em ser meus assessores, acreditem que desta vez é para valer. Grrumpff!"

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Desculpem qualquer coisinha...

por João Távora, em 10.03.16

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 Pelo que me foi dado ver, Marcelo Rebelo de Sousa fez um bom discurso, agregador e motivador – requintado até, do ponto de vista literário. Mas o discurso e a festa da aclamação – um ritual de renovação muito ansiado por conta das tensões sociais vividas nos últimos seis anos de brutal ajustamento - é a parte mais fácil. Uma economia extremamente débil, uma dívida astronómica, as idiossincrasias do semipresidencialismo e a perniciosa forma de organização do nosso Estado, são factores que a breve trecho irão contaminar o mandato. As coisas são o que são, não há D. Sebastião que nos salve, e rapidamente os portugueses voltarão sentir falta duma figura unificadora que os represente no topo da pirâmide, como primo inter-pares.

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Um zero ao centro

por João Távora, em 05.01.16

marcelo-rebelo-de-sousa07_770x433_acf_cropped.jpgComo monárquico objector de consciência no que a este circo das presidenciais diz respeito, era minha intenção não meter a colher no caldo que se entorna por estes dias a cada dia. Mas acontece que aquilo a que assisti  ontem acidentalmente na SIC notícias, a prestação de Marcelo Rebelo de Sousa no frente a frente com Marisa Matias, pareceu-me mau demais para ser verdade - e não consigo evitar umas palavras. Ora veja-se como o professor, com o fito de evitar o conflito, conseguiu ultrapassar a adversária pela esquerda: começou por descartar-se higienicamente das suas ideias e do combate por si protagonizado em tempos contra o aborto livre, anuiu à reposição da isenção de taxa moderadora do governo PSD-CDS de que quase pediu desculpa por ter-se afirmado favorável há uns meses, e foi incapaz de se distanciar da lei Isabel Moreira sobre adopção de crianças por casais do mesmo sexo. Finalmente, não deixou de se lamentar, como se de um troféu se tratasse, da falta de apoio dos partidos "da direita" que ele mesmo faz questão de se afastar como da peste.

Ora acontece que a eleição de um presidente da república se procede não só através da avaliação do caracter do candidato, mas por força da adesão às suas convicções e ideias, que Marcelo faz por desvanecer e anular, numa tentativa desesperada de agradar a toda a gente. Acontece que o aspecto distintivo dum presidente da república enquanto instituição é a de ser sufragada pelo voto em função de um conjunto de ideias e não de outras suas opostas, aspecto tanto mais decisivo quanto o facto do nosso sistema semi-presidencialista impor um determinado conjunto de faculdades de interferência nos restantes poderes, legislativo e executivo, ao Chefe de Estado.
Marcelo equivoca-se redondamente pretendendo pairar acima da política em que sempre participou como protagonista ou comentador, e quanto a mim seria sábio que assumisse as suas posições e a sua história. Porque se assim não for, não faz qualquer diferença tê-lo e Belém. Os portugueses podem perdoar tudo a um político mas tenho dúvidas que desculpem a cobardia.

 

P.S.: O âmbito da acção política dos monárquicos insere-se precisamente na questão do modelo Chefia de Estado. Quando esse tema é o fulcro das próximas eleições, os monárquicos podem e devem imiscuir-se no debate.

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Contorcionismo

por João Távora, em 20.04.15

O Marcelo Rebelo de Sousa a respeito da anunciada greve de 10 dias dos pilotos da TAP insinuava ontem que tem uma teoria sobre o capitalismo (adivinha-se qual por aquele sorriso malandro). Pela minha parte eu assumo que tenho uma teoria sobre ele: falta-lhe carácter. 

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É assim que se faz, Professor Marcelo:

por João Távora, em 21.11.12

 

É uma questão política, de substância ou de criatividade?

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Presunção e água benta...

por João Távora, em 30.09.12

 

Talvez que Passos Coelho até remodele o governo no próximo fim-de-semana, como recomenda o Professor do alto da sua cátedra. Mas do que eu estou certo é de que a História se encarregará de perspectivar Marcelo Rebelo de Sousa na sua verdadeira dimensão: uma mera nota de rodapé, que aludirá a eterna e frustrada promessa dum político medroso, cujo talento e qualidades patrióticas o reduziram ao papel comentador político num telejornal de grande audiência. 

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O 6º poder

por João Távora, em 26.08.12


Marcelo Rebelo de Sousa é um autêntico fenómeno. Consegue reunir a um tempo os seus admiradores, curiosos e detractores religiosamente todos os Domingos em frente à televisão. Com a opinião rigorosamente instalada ao centro do senso comum é o oráculo do regime, o sexto poder. O que faz correr Marcelo? Tudo o que atrás referi não são razões de sobra?


Imagem: Expresso

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«Acho mesmo impossível. Impossível e indesejável», explicou Marcelo Rebelo de Sousa à Lusa sobre a hipótese de uma candidatura de direita em concorrência com uma eventual recandidatura de Aníbal Cavaco Silva, nas próximas eleições presidenciais.

«É impossível porque não vejo nenhuma personalidade nem nenhum sector que possam avançar com uma alternativa forte, significativa e de peso para as próximas presidenciais», afirmou o também professor universitário e comentador político, que falou à Lusa em Paris, no sábado à noite.

«É indesejável porque seria suicida da parte da direita, tendo um candidato potencialmente vencedor, ir entregar a vitória à esquerda», acrescentou Marcelo Rebelo de Sousa.

Para o comentador político, «só há dois candidatos fortes. (...) a meu ver, o candidato Fernando Nobre não é um candidato forte».(...) «Apesar de muito prestigiado, de uma obra muito grande feita no estrangeiro, talvez até por se ter dedicado a essa obra, parece muito longe dos problemas portugueses», sublinhou.

O busílis da questão está em que nem sempre o que é impossível é indesejável e nem sempre o que indesejável é impossível. Conciliar "impossibilidade" e "indesejabilidade" é que às vezes é difícil... E Marcelo sabe-o muito bem.

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De Cascais a Mafra é um "pulinho"...

por Pedro Quartin Graça, em 07.03.10

O Pavilhão Desportivo Municipal Engenheiro Ministro dos Santos, em Mafra, foi o local escolhido para o XXXII Congresso do PSD, de 13 e 14 de Março, que vai anteceder as eleições directas de 26 de Março para a liderança do partido. Sabendo-se que Marcelo Rebelo de Sousa se encontra actualmente sem qualquer ocupação complementar à de professor universitário, sobrando-lhe portanto muito tempo da sua longa jornada diária de 19 horas de trabalho, e que a distância entre Cascais e Mafra é, na verdade, um "pulinho", os receios de alguns é que o conhecido professor aproveite as datas para assistir a um concerto dos seis órgãos da basílica daquela localidade... Há quem afiancie até que se Marcelo puser os pés em Mafra os órgãos começarão de imediato a tocar para alertar o Congresso de que o "perigo está à vista"...

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Cheira a federalismo iberista, lá isso cheira Don Marcelo

por Pedro Quartin Graça, em 18.02.10

  

Pacto ibérico, interesse ibérico, convergência Senador Marcelo? Já não basta a desastrosa e humilhante candidatura ao Mundial em que a ideia foi nossa e parecemos quase convidados? Que grande caldeirada que por aí vai. Ui, ui.

 

http://www.ionline.pt/itv/30796-marcelo-desafia-vitorino-convencer-ps-e-psd-apostar-na-convergencia

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