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Votar

por João Távora, em 04.10.15

A vantagem de vivermos em democracia é percebermos que os nossos dirigentes não são ícones de pagelas ou idealizados em grandes estátuas ou murais e podermos escolhe-los ou rejeita-los como não acontece em boa parte do mundo. Desiludem-se da democracia em primeiro lugar os idólatras. O voto é por isso um privilégio do Homem livre.

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O mais extraordinário...

por João Távora, em 06.05.11

 

...nas sondagens divulgadas hoje é a indicação de que o partido socialista, avassalado a um duro programa de liberalização da economia para a próxima legislatura, está a captar votos à sua esquerda. E a falta que nos faz um PSD consequente, meu Deus!

 

Vou mas é de fim-de-semana retemperar o ânimo.

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Tenuemente, talvez ...

por José Mendonça da Cruz, em 30.03.11

Há sinais de que os portugueses começam a compreender onde os socialistas os meteram, de que o PSD vai apresentar um programa finalmente de mudança, e há sinais ténues de que os últimos a compreender, os da comunicação social - sobretudo aquela mais condicionada por profissionais formados no largo do Rato - pressentem também que o clima muda. Os telejornais tornam-se ligeiramente mais equilibrados, o governo menos trazido ao colo, a oposição mais ouvida.

São sinais ténues, ainda, mas talvez prenunciem o que me pareceria a mais divertida campanha: Sócrates criticando a oposição por não ter alternativas enquanto empunha como programa o PEC IV; e a oposição apresentando alternativas e as pessoas para corporizá-las.

Seria muito bom que os Portugueses se convencessem de que merecem bastante mais que esta pose, esta actuação e este discurso político rasteiros (do Sousa, do Pereira, do Santos e do Silva), e ambicionassem mais alto.

Ou, então, sou eu com um raro arroubo de optimismo (essa coisa que o Sócrates também manchou, como tudo).

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A 11ª Legislatura

por João Távora, em 15.10.09

 

Uma nação verdadeiramente evoluída, na minha opinião, seria sempre parlamentarista: os representantes, quando eleitos por vontade expressa dos cidadãos, além de exercerem o poder legislativo, monitorizam a governança sob distintas perspectivas. Esta última propriedade confere ao parlamento uma importância inigualável. Se assumido com honestidade e dedicação, o papel de deputado é de uma enorme nobreza, e um parlamento plural, dinâmico e responsável, é pedra basilar de uma nação livre.

 

Na imagem: S. Bento, a sala do Senado

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Aprender sempre

por Pedro Correia, em 28.09.09

Duas importantes lições a recolher das legislativas. Aqui.

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O PSD começou a perder por isto

por Pedro Correia, em 28.09.09

Quando precisava de congregar as hostes, mobilizando todos os militantes numa causa comum para aproveitar a dinâmica criada nas europeias, Manuela Ferreira Leite viu o seu guru de estimação recomendar-lhe isto:

"Falsos "novos" como Passos Coelho usam a face como estratégia de marketing e o "novo" como mecanismo de reciclagem." (28 de Junho)

E isto:

"A ideia de que as listas são representação interior dos grupos e facções também tem pouco sentido, particularmente quando esses grupos e facções não tem qualquer consistência ideológica representando apenas um agregado de interesses internos e externos. Que Sócrates convide Alegre, compreende-se porque alarga para fora, para o país, porque Alegre significa alguma coisa fora do PS." (16 de Julho)

Ela cometeu o erro de lhe dar ouvidos. Os resultados estão à vista.

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Está encontrada a nova maioria

por Pedro Correia, em 28.09.09

 

 

Fazer maioria com o CDS? Para quê uma maioria com o CDS? O apoio parlamentar essencial de que José Sócrates necessita na nova legislatura está encontrado: vem da bancada do PSD. Lembremos factos: durante a campanha eleitoral, cabeças de lista sociais-democratas, como João de Deus Pinheiro e Couto dos Santos, admitiram a formação de um novo bloco central, enquanto Paulo Mota Pinto não excluía esta hipótese. Mas lembremos mais: a própria Manuela Ferreira Leite, antes de ser líder do PSD, subscreveu o núcleo central da governação socialista. Elogiou a reforma da segurança social feita por Vieira da Silva. Aplaudiu a concertação orçamental conduzida por Teixeira dos Santos. Defendeu a celebração de pactos PS-PSD para a justiça, segurança interna e leis eleitorais. Considerou "absolutamente essencial"  a reforma da rede hospitalar iniciada por Correia de Campos, condenando a "reacção emotiva" do PSD, ao contrário até de muitos socialistas. E destacou a "coragem" de Maria de Lurdes Rodrigues por levar a cabo a sua política educativa.

Era com esta líder que alguns, no PSD, sonhavam ganhar eleições. É com esta deputada, e alguns outros, que Sócrates sonha fazer maioria no Parlamento.

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Pois não

por Pedro Correia, em 25.09.09

«Com 'nãos', não se ganham eleições.»

Francisco Sarsfield Cabral, esta noite, na SIC N

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Comentador-candidato e candidato-comentador

por Pedro Correia, em 25.09.09

Pacheco Pereira, que concorre a deputado pelo PSD, despiu com ligeireza a farda de candidato e vestiu a farpela de comentador para proclamar esta noite, na SIC Notícias, que "há em Portugal um problema de liberdade". Fala com a autoridade de quem tem tribuna montada num jornal, numa revista, num canal de televisão, numa emissora de rádio e num blogue de grande audiência. Poucos políticos podem gabar-se de tão vasta multiplicação de palcos como este mentor da tese da 'asfixia democrática', vítima de morte súbita na mais recente deslocação de Manuela Ferreira Leite à Região Autónoma da Madeira. O mesmo comentador-candidato salientou, no mesmíssimo canal televlsivo onde habitualmente perora, que "o PS impediu nesta campanha que se fizesse o escrutínio da sua governação", passando assim um atestado de incompetência política ao partido pelo qual se candidata. Isto antes de tecer longas considerações sobre ética jornalística, matéria em que pretende ser exímio.

Um exemplo de ética deu-lhe o socialista António Costa, seu companheiro das tertúlias televisivas de quinta-feira, que suspenderá a participação no programa durante o período oficial da campanha autárquica, pois é recandidato em Lisboa. Já o candidato-comentador Pacheco, ao contrário de Costa, manteve lugar cativo no programa durante a campanha legislativa, o que naturalmente o coloca em excelente posição de dar lições de moral aos outros. É o que certamente continuará a fazer neste país onde "existe um problema de liberdade": há por aí alguns órgãos de informação, vejam lá o escândalo, onde o candidato Pacheco ainda não é comentador.

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PS: medidas emblemáticas

por Pedro Correia, em 24.09.09

Haverá ainda alguém que não leu o programa do PS? Aqui está.

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PSD: medidas emblemáticas

por Pedro Correia, em 24.09.09

Haverá ainda alguém que não leu o programa do PSD? Aqui está.

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PCP: medidas emblemáticas

por Pedro Correia, em 23.09.09

Haverá ainda alguém que não leu o programa do PCP? Aqui está.

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CDS: medidas emblemáticas

por Pedro Correia, em 22.09.09

Haverá ainda alguém que não leu o programa do CDS? Aqui está.

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Já a pensar no dia 28

por Pedro Correia, em 21.09.09

A culpa, claro, é dos jornalistas. No sítio do costume.

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Bloco: medidas emblemáticas

por Pedro Correia, em 20.09.09

Haverá ainda alguém que não leu o programa do Bloco de Esquerda? Aqui está.

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O enterro do PPM

por João Távora, em 19.09.09

 

 

 

Já referi por diversas vezes que considero não fazer qualquer sentido um partido monárquico: a causa monárquica é, pela natureza da instituição que defende, supra-partidária. Tão supra-partidária quanto a causa republicana: ora digam-me quem é mais republicano se Nuno Ramos de Almeida, Vítor Dias, João Gonçalves ou Jorge Ferreira?

Apesar de assim pensar acabei respeitando o Partido Popular Monárquico, afinal um partido fundador da democracia no qual o meu avô João de Castro, um dos mais fiéis monárquicos que conheci, ainda sentiu a (ingénua) felicidade de votar pouco antes de morrer.

Hoje graças ao cisma do inenarrável Câmara Pereira, o PPM caminha para a total desmobilização e completa inexistência. O tempo do antena do PPM ridicularizado pelos Gatos Fedorento é o espelho da negligência e declínio a que o partido chegou: tornou-se uma anedota. E como seria um acto misericordioso que um grupo de indefectíveis tomasse o partido em suas mãos para liquidação e com alguma dignidade fechar as suas portas e acabar com aquele triste espectáculo. Em honra e memória dos seus ilustres fundares: Gonçalo Ribeiro Teles,  Francisco Rolão Preto, João Camossa e Henrique Barrilaro Ruas.

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Conta-corrente

por Pedro Correia, em 17.09.09

Dez erros de José Sócrates. Aqui.

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O Bloco já não é o que era

por Pedro Correia, em 17.09.09

Ou então o charme de Paulo Portas anda a ficar irresistível.

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Conta-corrente

por Pedro Correia, em 16.09.09

Dez erros de Manuela Ferreira Leite. Aqui.

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Depois do debate

por Pedro Correia, em 13.09.09

... E se de repente José Sócrates lhe oferecer um ramo de flores, Manuela Ferreira Leite não se deve espantar.

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