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Populismos e Pós-verdades

por João Távora, em 05.01.17

Pelo que vi em duas horas de noticiário da SIC Notícias que passei em "F. Forward", o que de mais importante que marca a agenda do país é a sova que um adolescente levou há dois meses e a (in) competência dos árbitros de futebol. Só faltou o comentário do professor Marcelo, mas com a pressa deve ter-me escapado.

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Notícias inoportunas

por João Távora, em 13.09.16

Pior que a escolha de Assunção Cristas lançar a sua candidatura à Câmara de Lisboa num encontro de militantes em Oliveira do Bairro (que como sabemos é muito longe das redacções), é ver jornalistas a criticarem-na por tê-lo feito num dia em que as televisões estavam ocupadas com os incêndios e com o futebol.

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Erro de simpatia... ou jornalismo de causas?

por João Távora, em 28.03.16

O jornalista da TVI ontem chamava Praça da República (repetidas vezes) à Praça da Bolsa em Bruxelas... 

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Campanha eleitoral

por João Távora, em 12.09.15

Queixarmo-nos dos jornalistas é como reclamarmos contra o degrau traiçoeiro em que tropeçamos: ele já lá estava.

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Jornalismo militante

por João Távora, em 10.05.15

lápis rosa.jpg

 "O lápis azul da censura do Estado Novo passou automaticamente a lápis mental rosa, às vezes vermelho na democracia" escreve Helena Matos no Observador, a propósito da cultura vigente nas redacções na imprensa indígena. Incrédulo e inconformado, hoje voltei a comprar o Diário de Notícias. Desconsolado com a ausência do bem humorado Alberto Gonçalves, deparo-me com uma inenarrável reportagem da Fernanda Câncio sobre a peregrinação a Fátima numa perspectiva estilo Nacional Geografic mas laicista em que os peregrinos “não acreditam em padres”. Mais à frente, sobre a vitória dos conservadores no Reino Unido o jornal não faz qualquer esforço para disfarçar o profundo incómodo: sobre o assunto, é entrevistado um (outro) Manuel Arriaga, lente em Cambridge, para quem a vitória do partido Conservador resulta do sistema eleitoral britânico ser “particularmente patológico”. Ao lado o inevitável Viriato Soromenho Marques faz o seu comentário em que afirma terem esses resultados constituido uma derrota de Churchill, afinal um federalista europeu avant la letre.

Se o divórcio cada vez maior das pessoas com os partidos políticos é uma discussão pertinente, na mesma medida talvez mereça reflexão a crescente quebra de vendas dos jornais, cuja viabilidade económica (e independência), está cada vez mais comprometida.  

 

Os bravos da rotunda.jpeg

Imagem 1: tratamento da notícia da vitória do Syriza e da surpreendente maioria absoluta dos Conservadores britânicos no mesmo jornal, do Insurgente

Imagem 2: Fotografia Diário de Notícias da grande concentração de 5 de Outubro 2013 em homenagem aos revolucuionários da Rotunda de 1910

 

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A filha do regimento

por João Távora, em 27.04.15

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É assim o jornalismo militante - não interessa a veracidade dos factos relatados, antes passar uma mensagem. A entrevista da filha de Salgueiro Maia generosamente distribuída pela Lusa, pontifica hoje com chamada de capa em quase todos os jornais diários, que destacam este extraordinário apontamento: “Filha do capitão de Abril Salgueiro Maia, a viver no Luxemburgo há quatro anos, diz que foi "convidada" a sair de Portugal pelo primeiro-ministro Passos Coelho, lamentando a situação actual do país, que compara ao terceiro mundo”.

Importa referir que, sem querer por em causa a honestidade e competência dos socialistas - tudo gente boa claro está - há quatro anos, data da partida de Catarina, era José Sócrates que estava no poder, a negociar o resgate financeiro do país com a Tróica. Não tendo a minha modesta pessoa o privilégio de ser filha de Salgueiro Maia, que acabou indo trabalhar para um conhecido paraíso capitalista, gostava de deixar claro que, estando eu na época também desempregado, se um líder da oposição ou do governo, fosse ele qual fosse, se me dirigisse assim sem mais nem menos e me convidasse a emigrar eu agradeceria a surpreendente atenção, mas pensaria muito bem antes de aquiescer.

Ah, sei que não interessa nada, mas com uma mãe muito doente e quatro filhos dependentes virei-me por cá. E quem viu as coisas tão mal paradas há dois, três anos, desconfio que podia ter sido muito, mas muito, pior.

 

Imagem de "O Emigrante" - Charlie Chaplin, com uma vénia. 

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As ameaças e o medo

por João Távora, em 20.07.14

(...) A maior ameaça ao jornalismo continua a ser o mau jornalismo (seja ele fruto de sectarismo, preconceito ou ignorância), e não deixam de se verificar diariamente lançamentos de novos e ambiciosos projectos de comunicação social que aproveitam as oportunidades concedidas pelas novas tecnologias. Os desafios que estes tempos da Internet colocam à imprensa e à comunicação social em geral, por mais ameaçadores que aparentem ser, têm que ser enfrentados com criatividade e pragmatismo. (...) 

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Jornalismo militante (ou pura investigação)

por João Távora, em 06.05.14

28 de Setembro de 2013, véspera das últimas eleições autárquicas.

 

Via Blasfémias

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Assim não vamos lá

por João Távora, em 07.04.14

Um jornal de referência de um País que não quer ter filhos entrega a tarefa de escrever um artigo sobe a natalidade à Fernanda Câncio. Assim, o Diário de Notícias presenteou ontem os seus leitores com "Uma barragem contra o Pacífico" (pretensioso título aproveitado do romance de Marguerite Duras) um longo artigo sobre as escolhas da maternidade e a crise demográfica, exactamente da autoria da conhecida jornalista. É assim a modos que encarregar José Pinto-Coelho, presidente do PNR, para escrever uma peça sobre o 25 de Abril quarenta anos depois. 
Como seria de esperar, da questão base, de mais, menos ou nenhum filho, o texto descamba para uma minuciosa contabilidade de deves e haveres relativos à discriminação sobre a mulher e igualdade de género, sem esquecer a opressão da culpa que se abate sobre as cerca de 8% das mulheres que não querem ter filhos. E a crise do governo Passos Coelho, sempre implícita, pois claro. 
Ora como é evidente a maternidade constitui em si um atentado à igualdade de género. E como eu já referi por diversas ocasiões sou da opinião que o "inverno demográfico" em Portugal apenas pode ser invertido conjugando uma série de políticas de justiça fiscal que gratifiquem os casais com mais filhos com uma grande campanha comunicacional que ajude a relevar os aspectos positivos da maternidade e os arquétipos culturais que propiciam famílias grandes. Uma perspectiva antagónica aos paradigmas da modernidade que nos trouxeram até aqui.
E depois há a opressão da culpa das mulheres que não querem ter filhos – um bicho-de-sete-cabeças que de facto não abona em nada a natalidade. Uma questão do foro exclusivo do indivíduo: a culpa só se resolve mesmo com o perdão... e os complexos de culpa com um psicólogo. 
Mas assim não vamos lá. 

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O jornalismo é como a moeda ...

por José Mendonça da Cruz, em 02.04.14

 

 

... o mau tende a expulsar o bom. A Sic deu, ontem, um exemplo cristalino disso.

O editor de Economia revelou em primeira mão que o Documento de Estratégia Orçamental não prevê mais cortes de salários ou pensões, nem novo aumento de impostos, mas sim cortes nos serviços do Estado e uma taxa sobre os produtores e distribuidores de energia, que é uma forma de reaver rendas excessivas.

Tratava-se de um «furo», de uma «cacha», e seria normal abrir o noticiário com ela. Mas, sendo a notícia favorável ao governo, e visto a estação não gostar de notícias favoráveis ao governo, que prefere atacar, o telejornal optou por um alinhamento que seria surpreendente se não conhecessemos bem demais este tipo de manipulação. A Sic noticiou, primeiro, que o PS criticava o governo por esconder as medidas, e só muito mais tarde revelou as medidas que o governo vai tomar.

No mesmo telejornal a Sic poderia ter noticiado que o desemprego caíu para 15,3%. Mas preferiu noticiar que o desemprego entre os jovens aumentou.

Sem se perguntar, obviamente, sobre o que isso dirá acerca da real preparação da «geração mais preparada de sempre», ou da rigidez do mercado de trabalho, ou do papel dos sindicatos como barreira dos que chegaram primeiro ou já estão.

O jornalismo vendido, o jornalismo alinhado, o jornalismo mau, não é, portanto, apenas uma ofensa ao jornalismo sério. É seu inimigo mortal, expulsa-o sempre que pode, varre-o das antenas e do papel.

 

 

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Entendem agora ou é preciso fazer um boneco?

por João Távora, em 05.01.14

 

Sinceramente acho que era um acto de caridade (ou talvez mero profissionalismo) os senhores jornalistas deixarem de fazer entrevistas ou pedir depoimentos a Mário Soares - ele merece mais respeito.” 

Escrevi estas palavras há algum tempo, cuja pertinência entendo reforçada como se pode verificar por este excerto do desastrado depoimento do Ex-presidente da republica à RTP a propósito da morte de Eusébio.

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Estou cansado que me chamem, mesmo em entrelinhas, bárbaro e retrógrado, numa indisfarçada campanha maniqueísta da nomenklatura dominante. É nesse sentido, com alguma impaciência que encontro no Expresso de hoje a notícia assinada por um tal Angel Luís de La Calle sobre o projecto da nova lei do aborto colocado em discussão pelo governo espanhol, que pleno de preconceitos, pré-juízos e moralismo se revela um autêntico artigo de opinião, onde numa selecção de recortes da imprensa internacional favorável à livre interrupção da gravidez, assevera por exemplo esta pérola de propaganda sectária “vai ser a única promessa cumprida do programa de governo com que Mariano Rajoy arrebatou o poder aos socialistas nas eleições de 2011”. Um bitaite que sem qualquer sustentação ou contraditório vale o que vale, isto é, nada. 

Tenho a confessar que admiro a coragem da direita espanhola na assunção dos princípios que defende  e com os quais se apresenta a eleições. Estou convencido que com alguns ajustamentos a nova lei poderá ser equilibrada e justa. É que eu, como milhões de portugueses e espanhóis tenho muitas dúvidas que os direitos de uma mulher se sobreponham à de um outro Ser, em formação é certo, mas já em si único e irrepetível. Como milhões de europeus, tenho profundas dúvidas de que o aborto como recurso anticoncepcional sancionado pela Lei constitua qualquer coisa minimamente parecida com “progresso civilizacional”.
Mas em tudo se vai lendo na imprensa nacional a respeito desta inédita iniciativa legislativa do PP espanhol, o que mais me espanta é a total ausência das vozes contra a corrente, que parecem ter adormecido algures em conformadas vigílias de terços e rosários. Isso é definitivamente pouco: temos muito que aprender com nuestros hermanos.

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Much ado about nothing

por João Távora, em 24.11.13

Após ocupar cerca de uma página completa da revista Ípsilon do Público com a recensão à dissertação de mestrado de José Sócrates recentemente publicada com estrondo mediático, Diogo Ramada Curto conclui assim:

 

(…) Este livro não deve ser avaliado positiva ou negativamente em função da personalidade e da carreira pública do autor. Pelo contrário, a apreciação deve cingir-se ao estrito propósito universitário que esteve na génese deste livro. Entrar aqui noutras considerações, que extravasam do conteúdo do livro, seria alinhar com o circo mediático criado para a promoção do autor. Para isso já basta esta recensão. Não fora o autor o ex-primeiro ministro de Portugal, este trabalho de mestrado – tal como sucede com centenas de outros do mesmo género ou, mesmo com excelentes teses de doutoramento – dificilmente teria direito a uma recensão no Ípsilon. 

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O facto e a opinião - a outra crise

por João Távora, em 25.08.13

"Nunca foi consumida tanta informação e, paradoxalmente, nunca valeu tão pouco o jornalismo. Na Internet, onde a maioria procura informar-se, o que mais há são rumores, boatos e teorias da conspiração. Nos jornais, rádios e televisão há cada vez menos condições para investigar, analisar, produzir bons dossiers informativos. Vale a santa opinião. O estatuto de um jornalista mede-se mais hoje pela capacidade de produzir opinião do que pela qualidade das notícias que faz." 


"A Santa Opinião" - Paulo Baldaia, In Diário de Notícias de 25 Agosto

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Protestar é preciso!

por João Távora, em 30.04.13


A pretensa notícia emitida hoje pela SIC Notícias às 12,00hs sobre a coroação do rei Guilherme Alexandre da Holanda é apenas uma crónica deselegante, sectária e escusadamente panfletária, para mais não assinada. Uma peça de propaganda, um arrazoado de preconceitos e um exercício recalcado de um ressabiamento político e sobretudo cultural que julgávamos extinto. É o exemplo evidente de um jornalismo pouco profissional que não dignifica aquele canal de televisão. Encolher os ombros não chega. 


Mail: atendimento@sic.pt 
Tel.: 214 179 400



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Quando os comentários são notícia

por João Távora, em 22.04.13
Ontem à noite as notícias da Antena 1, para além da vitória do Benfica, eram os comentários de Marcelo Rebelo de Sousa e José Sócrates. Estará assim tão desinteressante a realidade?

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Entretenimento e propaganda

por João Távora, em 13.02.13

 

Henrique Monteiro na sua coluna no Expresso do passado Sábado lamentava-se da transformação da política num jogo de criação e gestão “casos” tão estéreis quanto retumbantes. É um facto inegável que os políticos acabam sequestrados, quando não cúmplices desta perversa lógica, que relega para segundo plano aquilo que deveria ser o seu verdadeiro e nobre objecto, o ensaio e a estratégia para a boa governaça da coisa pública. Mas o certo é que do outro lado da moeda está um implacável mercado noticioso (de que são protagonistas jornalistas como o Henrique Monteiro) que cada vez mais depende da abundancia desses “casos”, para satisfação de umas ou de outras clientelas: com um ou dois por semana se incendeia o espaço público, aumentam tiragens e exponenciam page vews através das redes sociais.
É exemplo do que atrás refiro o fenómeno que ora assistimos; o da avidez de certo jornalismo de, para lá da notícia planetária que constitui a resignação do Papa, em encontrar um “caso”, quem sabe até algum enredo opaco e perverso à moda dos romances de cordel de Dan Brown. Assim é, entretidos atrás dum mosquito na outra banda, deixamos escapar o elefante ao nosso lado,

 

Foto: Alessandro Di Meo no  jornal i

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Expresso

por João Távora, em 05.01.13

Ontem numa reportagem na SIC notícias a respeito do 40º aniversário do Expresso, o seu director Ricardo Costa arrogava esfusiante o seu jornal como o semanário dos “Sábados amargos” (subentendidamente de Miguel Relvas), assumindo que o seu papel é de contrapoder, nas suas palavras de “contrabalanço dos abusos dos excessos que a democracia proporciona”. Perece-me óbvio que ao contrário de se pretender contrapoder (um papel que a oposição em geral e o Bloco de Esquerda em particular exerce com requintada competência) cabe a um jornal sério investigar a verdade, seja ela a favor ou contra “o Poder”. Aliás acontece que a Comunicação Social constitui em si um disputadíssimo Poder, o quarto como se lhe usa chamar, e talvez não fosse má ideia incluir os sucessos e insucessos da História no seu balanço de aniversário. Sobre esse ponto de vista e nesta altura do campeonato, talvez Ricardo Costa e Nicolau Santos não tenham assim muitas razões para tanta euforia.
Na edição de aniversário deste histórico hebdomadário nacional - que como bem salienta Henrique Raposo na sua coluna, se confunde com o actual regime - uma das melhores crónicas está escondida na página 53 em forma de carta, pela pena de António Barreto. A determinada altura reza assim: (…) Um semanário tem mais responsabilidades na actividade de “desvendar” os factos opacos ou “misteriosos” do que os diários ou as televisões. Muito do que se passa na sociedade e na política é totalmente incompreensível se não for devidamente tratado e esclarecido. As causas concretas da dívida portuguesa e o deficit dos anos 2005 a 2013, por exemplo ainda estão hoje razoavelmente encobertas. (…) Toda a comunicação social está orientada para o espectáculo e encenação, quando não para a propaganda. É indispensável contrariar essa tendência, o que já se percebeu em Portugal não acontecerá com os Diários, muito menos com as televisões.
É aqui que está o busílis da questão. Estranho, de facto, como um tão atendo e sofisticado “contrapoder” como o Expresso, tenha atravessado a última década de ruina num plano inclinado de indolência e alienação, quando não em absoluta cumplicidade com as oligarquias conservadoras (dos seus crescentes privilégios) que nos trouxeram a este trágico desígnio.
Neste dia em que se celebram quarenta anos do mais reputado jornal deste País que se afunda numa das mais graves crises da sua História, seria aconselhável, ao invés de estéreis troca de gabarolices e de galhardetes entre os seus protagonistas, uma séria análise de qual deverá ser o seu papel no futuro, se ser agente activo no jogo de recados da baixa intriga sectária e fulanista, ou reabilitar o merecimento do seu histórico estatuto nobiliárquico, coisa que sem uma clara mudança de estratégia, se ficará como isso mesmo: um estatuto, que o arruinado e excêntrico fidalgo levará para a sepultura do esquecimento. 

 

Publicado originalmente aqui

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O barrete

por João Távora, em 29.12.12

Hoje o Expresso em Nota da Direcção e Nicolau Santos na sua coluna, pregam aos críticos do "Caso Baptista da Silva" um ralhete moralista, disfarçado de pedido de desculpas. Terei eu também de pedir desculpas por qualquer inconveniência?

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