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Ribeiro Telles e a Ecologia Integral

por João Távora, em 12.11.20

GRT.jpg

Bom seria que se entendesse de uma vez por todas que as profundas convicções ecológicas de Gonçalo Ribeiro Teles, expressas no seu cepticismo pelos excessos da “engenharia” do homem no meio natural, são as mesmas que conduzem e fundamentam as suas convicções monárquicas: Portugal, como nação composta por comunidades naturais autónomas encimadas pela Instituição Real legitimada por 800 anos de história, a consolidar e agregar os portugueses, penhor da liberdade de todos, “o suporte interessado na boa organização e gestão da rés-publica” nas suas palavras.

Gonçalo Ribeiro Teles, 97

por João Távora, em 25.05.19

GRT.jpg

Hoje, quando o Arq. Gonçalo Ribeiro Telles celebra o seu 97.º aniversário há que sublinhar a perenidade das suas ideias como líder monárquico que se foi afirmando desde a Convergência Monárquica de 1961 até ao regime emergente da revolução de Abril através do partido monárquico que ajudou a fundar, uma referência democrática e de vanguarda na abordagem de problemas fundamentais para o futuro de Portugal como cultura, paisagem e território. Esse duplo compromisso com a tradição monárquica e lealdade à Casa de Bragança na pessoa do Senhor Dom Duarte Pio e a modernidade ecológica — representada pelo seu alerta precoce para a degradação da tão estimada ruralidade e pela sua defesa dos solos agrícolas de qualidade — não se esgotou no passado recente: antes pelo contrário, vivifica-se e renova-se continuamente, diante do actual estado das coisas. Na verdade, a mensagem de Gonçalo Ribeiro-Telles parece-nos das mais poderosas e inspiradoras do nosso tempo. 

Estamos-lhe gratos por tudo que tem feito por nós, Senhor Arquitecto.

 

Imagem daqui

Parabéns Senhor Arquitecto

por João Távora, em 25.05.12

 

 

Imensamente grato por tanto serviço a Portugal e à causa da monárquica, no dia que em que o Arqº. Ribeiro Telles celebra os seus 90 anos, é com especial gosto que divulgo uma entrevista que, com o Vasco Rosa, tive o privilégio de fazer no final do ano passado para o Correio Real, o boletim da Causa Real. Aqui»»»»

Os Reis são eleitos todos os dias *

por João Távora, em 17.12.11

 

P: Já fundou partidos ligados à terra e em defesa da monarquia. Há ligação entre estas duas causas?

Gonçalo Ribeiro Telles - Há sempre uma ligação. A nossa história é uma construção através de um regime monárquico e essa ligação à história e à continuidade perdeu-se. E nesse sentido há de facto um recuo enorme, que permitiu depois uma visão diferente do futuro. Quando a monarquia existia havia sempre um futuro na sequência da dinastia.

 

P: É essa a vantagem que vê na monarquia?

GRT - É essa a grande vantagem. Isso dá um somatório de uma cultura que é muito difícil de arrancar. Só à força é que se arranca. É o que está a suceder. Há a saudade dessa continuidade.


P: Os portugueses têm saudades da monarquia. Acha isso?

GRT - Dessa continuidade com certeza, porque isto é um país inventado e construído. Construído com as condições que tinha de mar, de terra, de solos e inventado pelo género português.

 

P: O caminho teria sido outro com uma monarquia?

GRT - Tínhamos seguido um caminho mais paralelo dos países escandinavos.

 

P: Os reis não são eleitos. Não é um bom argumento a favor da República?

GRT - Os reis são eleitos todos os dias.

 

* Entrevista a Gonçalo Ribeiro Telles aqui na integra no jornal i 

Homenagem a Gonçalo Ribeiro Telles

por João Távora, em 04.12.11

 

Fundação Calouste Gulbenkian e o Centro Nacional de Cultura vão organizar no próximo dia 6 de Dezembro uma sessão de homenagem e reflexão dedicada ao Arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles.

 

 

 

ORGANIZAÇÃO
AURORA CARAPINHA


ENTRADA LIVRE

 

6 DE DEZEMBRO DE 2011
FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN • AUDITÓRIO 2

 

09h30
Abertura
Guilherme d’Oliveira Martins
Presidente do Centro Nacional de Cultura
Emílio Rui Vilar
Presidente da Fundação Calouste Gulbenkian
10h00
O HOMEM
António Barreto • Eduardo Lourenço
Guilherme d’Oliveira Martins
11h15
Pausa café
11h35
O POLÍTICO
Augusto Ferreira do Amaral • Luís Coimbra
Diogo Freitas do Amaral
13h00
Intervalo para almoço
14h30
O PROFESSOR
Carlos Braumann • Aurora Carapinha
Ário Lobo de Azevedo
15h30
Pausa café
15h50
O VISIONÁRIO
Manuela Raposo Magalhães
Nuno Portas • Margarida Cancela d’Abreu
Viriato Soromenho Marques
17h10
Depoimentos
Dom Duarte de Bragança • Miguel Sousa Tavares*
Pedro Roseta • Maria Calado • Alberto Vaz da Silva
17h45
Apresentação da Fotobiografia de Gonçalo Ribeiro Telles 
(Ed. ARGUMENTUM)
Fernando Pessoa • Alexandre Cancela d’Abreu
18h00
Encerramento
Mário Soares • Gonçalo Ribeiro Telles

Costa mete água *

por Pedro Quartin Graça, em 30.10.10

 

* Ou Lisboa transformada na "Veneza portuguesa". (no vídeo a Rua de S. José onde mora o Arqto Ribeiro Telles)

 

Nota - Eu creio que Gonçalo Ribeiro Telles já tinha falado deste assunto e das suas causas há uns anitos e deixado uns avisos entretanto, não tinha...? E, agora, até existem pessoas "insuspeitas" que o reconhecem...mas os disparates continuam. Até quando?

Foi hoje, no Jardim Botto Machado (Campo de Santa Clara) que a Câmara Municipal de Lisboa prestou homenagem ao Professor Arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles, figura marcante da cidade e também Presidente Honorário do MPT - Partido da Terra, com a entrega da Medalha Municipal de Mérito, grau ouro. Gonçalo Ribeiro Telles foi fundador do MPT e seu presidente durante vários anos. Uma justa e merecida homenagem ao mais jovem de todos nós!


Corta-fitas

Inaugurações, implosões, panegíricos e vitupérios.

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