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Post scriptum

por João Távora, em 25.08.23

Na sequência do forró de indignações ao meu post anterior nas redes sociais, insisto em explicar-me: o que eu queria dizer, é que pior do que ter uma filha beijada sem sua autorização por um "superior hierárquico" na euforia duma conquista difícil e loucamante desejada pela equipa, seria ter um filho condenado sem apelo nem agravo, à moda medieval, por uma turquemada em matilha, insaciável de "justiça popular" feita na rua das redes sociais a interpetarem intenções por imagens - aparências subjectivas.
Quantas vezes o tribunal da inquisição surgiu para evitar o linchamento dalgum maldito... Este parvo do treinador espanhol - que podia ser meu filho - nem a isso tem direito.

Desconfio que toda esta polémica à volta do beijo maldito fosse impossível nos anos setenta. Nessa altura os problemas do mundo resolviam-se com um beijo. De resto, nunca vi tantos reaccionários e progressistas reunidos pela mesma causa...

Símbolos nacionais para que vos quero

por João Távora, em 10.01.23

Rotulo.jpg

É um assunto recorrente, à falta de melhor, alguma personalidade pública vir à praça pôr em causa os símbolos nacionais. Desta vez foi o cantor luso-cabo-verdiano Dino D’Santiago que, numa certamente bem frequentada conferência por causa dos 50 anos do Expresso, contestou o hino nacional português que reclama ser demasiado bélico. O tema, que em tempos tinha sido levantado com a mesma sofisticação teórica pelo maestro Vitorino de Almeida, pegou como fogo em palha seca nas redes sociais, donde nos últimos dias emerge um irresistível debate que venho seguindo com interesse. No Facebook alguém reclamava que o nosso hino não era grande coisa, que os mais bonitos eram o americano e a Marselhesa. Eu confesso que, mesmo gostando muito de música, os hinos não me atraem grandemente. Detentor duma relativamente numerosa discoteca, só sou feliz possuidor de dois hinos: o brasileiro, inserido numas Variações de Louis Moreau Gottschal (Grande Fantasia Triunfal) e uma impressão de 1906 ou 1907 em ebonite 78 rpm de "A Portuguesa", uma “canção de intervenção” adoptada pelos republicanos em 1891 como na sequência do ultimato britânico, quando eles se pretendiam fazer ao mar para heroicamente enfrentarem a armada britânica. Pena que não o tenham feito, todos juntos dentro cruzador Adamastor, adquirido pelos próprios através da “grande subscrição” patriótica. Não se tinha perdido grande coisa.

Na empolgante discussão sobre os deméritos de “A Portuguesa”, não foram poucos os que assumiram preferir o hino da Maria da Fonte, que os republicamos terão certamente ligado aos miguelistas. O facto é que hinos e marchas não entusiasmam a minha veia melómana, mas evidentemente prefiro qualquer um à Marselhesa, um descarado exemplo de xenofobia e belicismo. Os hinos soviético e americano são musicalmente interessantes, mas essa afeição talvez esteja relacionada com o número de vezes que os ouvi na infância e juventude a ver os Jogos Olímpicos na TV. Na verdade, os “símbolos nacionais” são uma invenção da sanguinária Revolução Francesa, na ânsia da consolidação do Estado Moderno como religião laica. Mesmo havendo quem afiance que “A Portuguesa” teria sido inicialmente dedicado por Alfredo Keil ao Príncipe Dom Miguel exilado na Austria, a verdade é que foram os republicanos de 1910 que o aproveitaram para primeiro hino nacional, na forma como entendemos actualmente o conceito. O Himno da Carta, era apenas o Hino da Carta, como o Hino da Restauração ou o Hino da Maria da Fonte. O pior a moda dos “símbolos nacionais” foi a bandeira verde-rubra com que nos castigaram os revolucionários numa exibição de extremo mau gosto, e em cuja genealogia encontramos os símbolos da bandeira dos terroristas carbonários. A ela se referiu assim Fernando Pessoa: “contrária à heráldica e à estética, porque duas cores se justapõem sem intervenção de um metal e porque é a mais feia coisa que se pode inventar em cor. Está ali contudo a alma do republicanismo português – o encarnado do sangue que derramaram e fizeram derramar, o verde da erva de que, por direito mental, devem alimentar-se”. Valham-nos as armas reais, mesmo decapitadas lá no meio, que se foram impondo pelos nossos reis ao longo dos séculos, e cuja versão actual procede das armas de Dom João II com a Esfera Armilar de D. Manuel I.

Não me incomoda grandemente que se discutam os "símbolos nacionais”, pois não foi com “símbolos nacionais” que se construiu a nossa pátria. Portugal foi-se constituindo como Estado Nação ao longo da história numa adesão espontânea, de dentro para fora - aqui e ali com a ajuda dos ingleses, é certo. Para isso não foi preciso o rei aparecer periodicamente na televisão, nem bandeiras às janelas, ou hinos antes dos eventos internacionais. A nossa unidade política foi sendo construída desde o início à volta do rei, da cruz de Cristo, e duma língua, como um milagre espantoso; uma "improbabilidade" histórica como escreveu D. Manuel Clemente. Na verdade, estou convencido de que Portugal, ainda hoje é dos países do mundo que menos necessita da sacralização dos "símbolos nacionais", exacerbados sempre por países em formação ou nacionalidades pouco consolidadas. Aqui chegados, nós os portugueses há muito que nos habituámos a viver como habitualmente, e, de revolução em revolução, a aceitar um medíocre destino. O hino de Portugal decididamente não é o pior que nos impingiram e até homenageia os nossos egrégios avós. Agora aquela bandeira... 

Nós e eles

por João Távora, em 15.12.22

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Chamou-me a atenção no passado sábado (sim, continuo a ler o Expresso aos sábados) o artigo da Eugénia Galvão Teles que fazia referência aos resultados de um estudo de uma equipa de economistas sobre a importância do “Capital Social” (a rede de relações) feito através da análise das amizades de 72 milhões de americanos no Facebook publicado na revista “Nature”. Acredito que com gráficos coloridos e números minuciosos a evidência da relevância do meio que cada um frequenta para o seu sucesso ganhe outro brilho, no caso um “fundamento científico”. É sob esse mote que a autora reclama a legitimidade das famosas quotas no acesso ao ensino superior para as escolas dos bairros desfavorecidos. Ainda na área do ensino, que é supostamente o principal campo de batalha para a mobilidade social (não caí no erro de escrever luta de classes), a cronista bate-se na defesa dum ensino público interclassista, porque “os mais prejudicados com o desaparecimento dos mais ricos da escola pública são os mais desfavorecidos”. Nada mais verdadeiro: em termos práticos quer dizer que urge promover, portanto, a liberdade de escolha no ensino. Ao contrário, tudo o que a marca socialista nas nossas políticas tem feito nas últimas décadas em Portugal vai no sentido da consolidação dessa estratificação social, dividindo os mais pobres e os menos pobres entre escola publica e privada. É disso exemplo a extinção progressiva dos contratos de associação do Estado com as escolas privadas, que as tornava acessíveis aos mais desfavorecidos – uma bandeira do governo da geringonça.

Essa estratificação social tem-se vindo a agravar de tal forma que suspeito que para muita gente com menos de quarenta anos seja difícil de acreditar que eu, um autêntico “menino família”, no final dos anos sessenta tenha frequentado a 1ª e 2ª classe na Escola da Câmara n. 6 em Campo de Ourique (paredes meias com o Casal Ventoso) e a 3ª e 4ª classe na Escola n.º 68 da Rua da Bela Vista à Estrela. Isto pela altura da reforma do ministro Veiga Simão, quando há muito a primária era obrigatória e estava universalizada, se não em Portugal, pelo menos em Lisboa. Escusado será dizer que isso acontecia com bastante normalidade no meu meio social, solução vista nas grandes famílias como uma forma de nos preparar para a “vida real”. O bem que me fez e os amigos que ganhei.

Outra instituição de particular importância na “miscigenação” social que também não é muito querida dos poderes em voga é a Igreja Católica, que ao contrário de algumas caricaturas sempre foi um espaço interclassista e intercultural. Nas paróquias, toda a sorte de actividades, desde a catequese aos retiros espirituais, passando por peregrinações ou campos de férias, sempre me pareceram espaços profundamente interclassistas, duma mistura saudável de diferentes sensibilidades e vivências. Sendo também possivelmente do desconhecimento das actuais elites nas suas bolhas, nos dias de hoje, no nosso país, à frente de algumas comunidades paroquiais, podemos encontrar padres de diferentes etnias, africanas ou orientais, espelho de uma diversidade social e étnica que se estende aos fiéis que as frequentam. De resto, todos os grupos de interesses, mais ou menos formalmente associados, continuarão sempre a tudo fazer para subir a escadaria do poder, favorecendo relacionamentos endogâmicos. Por exemplo, não conheço grupo social mais estratificado e preconceituoso que o académico, mas será injusto não referir muitos outros, sejam de advogados ou economistas, que cuidadosos nas suas ligações pessoais se promovem mutuamente, na ânsia de reconhecimento ou promoção social – é da natureza humana.

O que me parece certo é que em Portugal é difícil encontrar pessoas descomplexadas e descomprometidas com os corredores do poder – somos pobres e mal-habituados. E o pior é que neste nosso mundo hedonista existem cada vez menos pessoas que percebam qual é o poder que realmente conta e verdadeiramente liberta. Esse problema não se resolve com enfáticas denúncias, decretos ou medidas ortopédicas. Só através da mudança do coração de cada um. Para explicar isto não são necessários gráficos e dados estatísticos, talvez baste perceber o verdadeiro sentido Natal.

Tenho pena que o artigo da Eugénia Galvão Teles, que é uma pessoa civilizada, não tenha ido por aí.

Joacine ou uma máquina de fazer racistas

por João Távora, em 24.10.19

Não serei a pessoa mais indicada para defender a estética da bandeira nacional que nos legou a revolução republicana mas o ponto não é esse. Admito que talvez se não devesse valorizar este vídeo com um energúmeno a tecer considerações ofensivas sobre os símbolos que a nossa bandeira ostenta – o que de melhor nela se aproveita, porque reflecte a nossa História como comunidade com quase de 900 anos de caminho. Mas o facto é que este discurso, proferido na manifestação que juntou uma multidão de 50 apoiantes (mais ou menos o número de amigos que reúno no meu aniversário no pico de Agosto) de Joacine Katar Moreira em São Bento há dias, é intolerável e deve deixar-nos apreensivos com que o que aí vem em matéria de ruído e distracção com o novo parlamento. Perante afirmações como estas: “uma bandeira que exalta uma determinada forma de encarar o mundo racista e imperialista, (…) falamos das quinas que representam supostamente as chagas de uma determinada entidade que me escuso de referir (…) o império representado pela Esfera Armilar que representa a exaltação da conquista que na perspectiva de milhões e milhões de homens e mulheres assassinados significou destruição da civilização”… depois digam-me que o grande problema em Portugal é André Ventura - que ao lado destes marginais a instigarem o ódio e a fractura afinal é um menino.  

E não, não me parece que haja razões para rir, desconfio que nesta nova legislatura vai ser difícil o bom senso e a moderação fazerem-se ouvir, lá isso vai.

Assuntos candentes

por João Távora, em 20.09.18

egas e becas.jpg

Agora a Rua Sésamo veio negar esse disparate do Egas e o Becas serem um casal, esclarecendo que são apenas dois bonecos consequentemente sem vida sexual. Em 2018 andamos nisto. Ao menos na Idade Média a bizantina discussão do sexo dos anjos era um pouco mais elevada. 

Entretanto na Assembleia da República os deputados preparam-se para discutir a proibição da caça ao Saca Rabos.

Ora digam lá se isto não anda tudo ligado?

 
 
 
 

Discutir a eutanásia

por João Távora, em 05.02.18

"A tua vida, a minha vida, a vida de todos os indivíduos não são propriedades privadas. A vida é sagrada à luz do direito natural e desta lei constitucional. Portanto, temas como a eutanásia, o aborto e as barrigas de aluguer não podem ser discutidas na esfera da escolha pessoal protegida pela privacidade. Admito que desejes remeter a minha fé à esfera privada. Discordo, mas vejo a lógica (errada) desse raciocínio. Mas já não aceito como válida a ideia de que podemos remeter a escolha da morte para a esfera privada."

O espírito do tempo é imparável

por João Távora, em 12.09.14

 

O blazer, essa marca retrógrada de atavismo intelectual. Isto é que é informação objectiva. 

Do ódio

por João Távora, em 21.05.14

No outro dia em conversa com a minha filha de 13 anos tentava contrariar a sua ingenuidade maniqueísta explicando-lhe a complexidade das múltiplas interacções de mais ou menos legítimos interesses e motivações que tantas vezes conduzem o ser humano à mais cruel violência e à guerra fratricida. Na altura ainda não tinha visto este vídeo lançado pelos Mão Morta de Adolfo Luxúria Cabral que vem corroborar a ideia da minha filha: é verdade que o ódio circula livremente da forma mais primária, personificada em seres de trevas, à espreita da possibilidade de se manifestar em forma de enorme tragédia. Não sei se isto é legal ou ilegal, mas do que estou certo é que não é poesia nem arte, é apenas um exemplo de patológico exibicionismo e pura malvadez.  

 

Sobre o assunto ler também a Domadora de Camaleões 

Nunca mais acertamos

por João Távora, em 12.05.14

 

Tempos houve que a mulher portuguesa vestida de preto com bigode e pelos no queixo representava o atraso civilizacional do nosso País. Era por essa obscura época que todos os anos numa noite de Maio Portugal inteiro suspendia a respiração em frente ao televisor para assistir ao Festival da Eurovisão, na esperança que o seu representante a bater-se com a Europa elegante não ficasse em último lugar - diga-se de passagem que a Simone de Oliveira nem ía nada mal.
Ironia do destino - após décadas de globalização pop, cinema americano e publicidade a cremes franceses, terem metamorfoseado a lusa fácies feminina nas mais cândidas carinhas-larocas - vinda da sofisticada e melómana Áustria uma figura feminina, Conchita Wurst, arrebata a Europa das cantigas e ganha o Festival Eurovisão, exibindo uma densa pilosidade facial, capaz de provocar inveja ao nosso Pedro Barroso ou até a Pacheco Pereira. Nunca mais acertamos. 

 

Terra sangrenta

por João Távora, em 28.04.14

Maria Teresa Horta disse que sempre considerou «inexplicável que um homem como o Vasco Graça Moura fosse de direita». (…) «Para mim era contranatura», acrescentou.
A escritora, do pedestal da sua tacanhez acredita genuinamente numa superioridade moral por via ideológica. Na unanimidade no pensamento. Depois de Hitler e de Estaline porque será que tantos tardam aprender a viver em Liberdade?

 

Foto DN

Haja paciência...

por João Távora, em 13.02.14

Henrique Raposo: Já não é a primeira vez que fico com a impressão de que este "animalismo" é só a última versão de um mecanismo ideológico muito antigo: o suposto amor pelos mártires (os animais, neste caso) é apenas uma forma de legitimar o ódio em relação a outras pessoas.

 

A ler também aqui o Filipe 

O regresso da religião republicana

por João Távora, em 05.02.14

A tentação do Estado moldar o homem segundo o modelo de uns poucos. A tarefa começa nas Escolas e depois invade as nossas casas.   

 

Para o que estamos guardados...

por João Távora, em 04.02.14

Em França há gente de coragem que assume as suas convicções e em pleno respeito pelo jogo democrático vai à luta. Assim se justifica que o governo francês tenha deixado cair o programa "ABC da igualdade" do ministro Vincent Peillon que previa a implementação das chamadas “teorias do género” com iniciativas como as escolas deixarem de comemorar o dia do pai ou da mãe e a sugestão de no Carnaval os rapazes e raparigas se mascararem no seu sexo oposto. É aliás com grande frontalidade que o mesmo ministro considera que “não se pode construir um País de liberdade com a Igreja Católica” e que "é preciso liquidar o catolicismo".
De resto, convém termos presente que, atreitos à moda francesa como são os políticos portugueses, é de prever que "a coisa" mais dia menos dia bate-nos assim à porta também. 

 

 Vincent Peillon "é preciso liquidar o catolicismo"

Assustador

por João Távora, em 22.01.14

A consagração em lei da adopção gay e o do aborto livre têm apenas em comum o facto de provirem da pretensão do legislador hoje pretender regular o que é a natureza. A bitola da civilização agora é o individuo e as suas circunstanciais conveniências. E isso é assustador, Henrique.

 

 

Do ignóbil referendo

por João Távora, em 21.01.14

"Um referendo é um espaço privilegiado de expressão cívica, que estimula o debate e a difusão de informação sobre questões relevantes, e cuja necessidade é reforçada no caso de não haver, face à questão a referendar, homogeneidade na base social de apoio de cada partido."

 

Paulo Trigo Pereira e Paulo Côrte-Real

 

(Via Blasfémias)

Direitos humanos, Filipe?

por João Távora, em 19.01.14

 

Se achas que as "reenvidicações fracturantes" são "direitos humanos" não sei o que te diga. Nem parece teu.

 

P.S. Estão vedados os comentários aos teus posts... vai por este meio.  

Mulheres portuguesas despertai!

por João Távora, em 30.08.13

Diz que o BE amanhã vai discutir o fim do piropo nas ruas do país... 



Touradas

por João Távora, em 18.08.13

As touradas agora fazem-se no exterior da praça e sem touros. Faz falta uma organização humanitária que defenda as pessoas do ridículo.

 

Parece, mas não é muito antiga esta propaganda: há pouco mais de sessenta anos, era possível  um unúncio com um bébé a elogiar os beneficios do tabaco Marlboro e pôr uma mulher deleitada no meio dos tachos e caçarolas “Panex”. Claro que um dia destes seremos nós  julgados por outras aberrações… de que não temos consciência?

 

* Emil Cioran

 

Publicado originalmente aqui

Ler os outros

por João Távora, em 11.04.12

 

As modas passam. Os princípios não. E importa lembrar que em matéria de princípios não se evolui. Ou se aprofunda. Ou se transige. Porque os princípios são como o eixo da roda, que acompanha e permite toda a mudança, desde que, como eixo, não saia do lugar. Ler mais »»»


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