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Ái crédo ábrenúncio!

por João Villalobos, em 12.06.08

Os camionistas ganharam. A baderna acabou com as exigências dos rapazes satisfeitas e após ficar comprovado que os portugueses são uns galináceos assustadiços, que correm desarvorados a abastecer-se de leite ou gasolina como se não houvesse amanhã ao primeiro sinal de pânico. Eu, na parte que me toca, não notei que me faltasse seja o que for excepto paciência. 

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Glup!

por João Villalobos, em 04.06.08

Este artigo...como dizer, assustou-me mesmo muito. A similitude das más práticas, então, nem se fala.

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Laranja Mecânica do Séc. XXI

por João Villalobos, em 14.05.08

É o mais recente videoclip de uma dupla de músicos sob o nome de Justice e que pode ser visto aqui, se conseguirem aguentá-lo. Classificado como «ultraviolento» e com o título «Stress», está a provocar polémica e debate por toda a França. Racista ou antes pelo contrário? Imagem da realidade dos banlieue ou mero golpe publicitário? Você decide.

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1+1=1

por João Villalobos, em 01.04.08

«A análise dos rendimentos per capita de acordo com a tipologia dos agregados permite identificar que são as famílias mais numerosas, e em particular as com crianças, aquelas que apresentaram menor nível de rendimento per capita e, consequentemente, uma maior precariedade económica». Agência Financeira 

 

«Baixa fecundidade não permite renovação de gerações». Diário Digital

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O tempo dos assassinos

por Corta-fitas, em 11.02.08
Não é admissível este mundo, constantemente periclitante, sempre à espera de uma bomba, de uma bala, de uma sombra que de repente surja, mandada por sombras ainda mais escuras.
Num mundo assim, de mortes anunciadas, partilhamos todos um medo cujo nome é falta de fé nesse Algo que seria suposto permitir a existência da luz. De imediato extinta, num e noutro lugar, de cada vez que parece perto de irromper.

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Açoreanos, ponham-nas no lugar!

por Corta-fitas, em 17.01.08
«É o Dia das Amigas nos Açores e o sexo feminino quer dar asas à sua libertinagem, de preferência com homens nus pela frente para ver de perto e até apalpar».
No Pau Para Toda a Obra

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Ufa!

por Corta-fitas, em 07.01.08
Estava a ver as notícias e pensei: «Às vezes não interiorizamos bem a sorte que temos». Neste caso concreto, a sorte foi continuarmos a ter praias na Costa Alentejana e boa parte do Algarve. Para quem não seguiu com atenção o périplo do New Vision (um nome de baptismo que não lembrava ao Demo dar a um petroleiro) foram «apenas» 300 mil toneladas de crude que poderiam ter transformado de um dia para o outro a nossa West Coast of Europe numa mancha negra que certamente preencheria espaço gratuito nos telejornais de todo o mundo. Há coisas fantásticas não há? Há pois! E termos 300 mil toneladas de crude a «desaguar» nas nossas praias podem crer que seria uma delas.

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Durante muitas horas este blogue esteve interdito aos seus autores, o tempo necessário para que o Blogger averiguasse se éramos «um blogue de spam». E ainda ameaçaram que podia demorar quatro dias. Arre! Nunca mais escrevo sobre Angola. E sobre o Canadá também não.
Por outro lado, coisas destas lembram-nos uma evidência que escamoteamos para a parte mais recôndita do cérebro no nosso dia a dia: Que esta treta do blogspot não nos pertence e estamos sempre sujeitos a que um tecnonerd qualquer nos desligue a tomada. Essa é que é essa. Já estive mais longe de engolir o Sapo.

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«Por razões óbvias que são conhecidas»*

por Corta-fitas, em 04.12.07
«Duas das piores crises africanas não vão constar na agenda oficial da cimeira euro-africana. Darfur e Zimbabwe serão, quando muito, discutidos lateralmente. Mas "porquê tanta cobardia?" perguntam, sob a forma de manifesto, vários escritores, entre os quais cinco Nobel». O artigo completo do nosso FAL, aqui.
* Título roubado ao senhor ministro Luís Amado

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O Homem é o lobo do Homem*

por Corta-fitas, em 04.12.07
Excelente o trabalho de Elisabete Miranda e Raquel Martins publicado hoje no Jornal de Negócios, com um balanço da aplicação prática das novas regras do subsídio de desemprego, um ano depois da sua entrada em vigor. E revelador. Os depoimentos recolhidos evidenciam bem o que falha e a clivagem entre as intenções anunciadas e as situações reais com que se deparam os desempregados no dia a dia da obtusidade burocrática.
Mas o dossier inclui ainda a descrição do miserável negócio paralelo «descoberto» por algumas empresas, ao exigirem dinheiro a quem as contacta solicitando o carimbo que comprove a procura activa de emprego. Francisco Madelino, presidente do IEFP, assegura que as denúncias destas práticas serão investigadas. Parece-me óbvio que o sejam. Investigadas e castigadas. É tão mesquinho, isto, que até mete nojo.
*Título roubado a um Hobbes que não o tigre do Calvin

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Lá fora a chuva cai

por Corta-fitas, em 03.12.07
A dívida pública norte-americana aumenta $1.000.000 por minuto. Por volta de Janeiro de 2009, atingirá a estrondosa marca dos $10.000.000.000.000.00, um dígito a mais do que aqueles que cabem no já histórico contador em Nova Iorque. Se as políticas não mudarem e de acordo com a Standard and Poors, atingirá em 2050 um valor equivalente a 350% do PIB dos EUA. Mas essa data ainda vem longe, não é verdade?

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Já chega de baderna, ou não?

por Corta-fitas, em 03.12.07
O dono do bar de alterne, strip ou lá o que é «O Avião» foi pelos ares, passe a graçola. Os vizinhos dizem que era um gajo porreiro, mas houve certamente quem discordasse. Há muito tempo não rebentava em Lisboa uma bomba e, com este crime, a guerra entre os gangs organizados da prostituição e da noite ganhou outra dimensão na capital.
Se o homem foi morto por ser testemunha de acusação no «Caso Passerelle» ou não, estará por provar. Mas o que ficou já mais do que demonstrado foi o nível de violência, retaliação e ajuste de contas entre quem controla e quem quer controlar um «negócio» que pratica a sua actividade tanto no centro das cidades como à beira das estradas secundárias. Em suma, ao que isto chegou.

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Um conto com final feliz

por Corta-fitas, em 22.11.07

Tenho uma ideia para um conto que aqui deixo a quem queira aproveitá-la: A personagem principal é redactor na filial portuguesa da Multinacional do Medo. Em cubículos exíguos, semelhantes ao de um call center, é apenas um entre muitas centenas de outros, responsáveis por escrever e enviar mensagens de correio electrónico com boatos geradores de pânico que, depois, os ingénuos e desinformados receptores disseminam por todos os seus amigos e conhecidos, aliviados por cumprirem o papel de denúncia, de vigias em prol de um mundo melhor.
O redactor sabe que não. Que quem reencaminha os e-mails do medo é apenas outra minúscula engrenagem na fábrica desse medo, outro degrau na pirâmide do spam: A criancinha que desapareceu no supermercado ou numa loja de chineses, os animais geneticamente modificados transformados em hambúrguer, o iogurte que causa doenças, o refrigerante que foi desenvolvido pela CIA e chegou aos hipermercados, o homem que morreu ao beber por uma lata com urina de rato, são apenas os mais corriqueiros.
A imaginação dos redactores da Multinacional não tem limites. O seu trabalho é trazer para a superfície os mais irracionais boatos, rumores e receios. É um trabalho criativo, de certa forma. Pelo menos assim pensa o nosso herói quando precisa de justificar-se o ganha-pão. Não pode dizer o que faz a quem quer que seja, imagina as represálias e treme.
Mas um dia, em que se encontra bloqueado e nenhuma ideia lhe ocorre, não resiste a escrever: «Existe uma Multinacional do Medo que inunda as caixas do correio com boatos falsos e assustadores para criar listas de spam e provocar o caos nos servidores e nas mentes de pessoas em todo o Mundo! É preciso denunciá-los!!! Envia este aviso para todos os contactos na tua caixa de correio». Surpreso, vê a mensagem bater todos os recordes da história da Companhia. É nomeado empregado do mês.
Inspirado na notícia do Pedro Sousa Tavares hoje no DN, «DECO alerta para falsos avisos que circulam na Net». Obrigado Pedro.

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Hoje já não durmo

por Corta-fitas, em 16.11.07
O João Gonçalves já me ofereceu uma imagem de pesadelo para este fim de semana: Salazar vestido com uma camisa de dormir, daquelas de flanela azul bebé com folhinhos. A figura não se me remove da cabeça. O João leu o livro da Micas e ela revela assertiva este detalhe de profunda intimidade doméstica: «O Senhor Doutor não usava pijama». Que terão os seus olhos visto? O mesmo que imagino? Algo pior? Se para mim só a visualização já é traumática q.b. , não faço ideia que efeitos terá tido na pobre rapariga.

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Nesse dia a Casa vai abaixo

por Corta-fitas, em 10.10.07

Está confirmado. O Francisco nem sabe em que se meteu. Aqueles que estiveram na minha festa do ano passado, pelo contrário, avaliarão bem os efeitos de ele ter cedido a Casa Fernando Pessoa para albergar, no próximo dia 9 de Novembro, os convidados para celebrar mais um aniversário. É claro que haverá um pretexto adicional sério e literário. A saber, a edição do meu livro «As Mulheres Bonitas Não Viajam de Autocarro», especialmente dedicado ao anónimo que afirma a pés juntos não ler uma linha de poesia.
Mesmo assim, nesse dia, ele e todos/as restantes anónimos/as estão convidados/as. O programa das festas vai ser divulgado em breve. E quem não aparecer não apenas é babuíno, como depois vai ter que ouvir os amigos a contarem-lhe o que perdeu. Não digam que não avisei.
P.S. O que não vai haver é apresentações, leituras e mais não sei quê. Só música, comes e bebes. E mulheres bonitas, é evidente (a começar pelas co-autoras deste blogue).

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Esta não lembra ao calvo

por Corta-fitas, em 01.10.07

Leio e não percebo. O segundo assistente de realização de Leonel Vieira, João Salles, veio afirmar que no próximo filme do realizador Soraia Chaves vai ser «caracterizada para ficar desinteressante». Está mesmo tudo doido!? Por que é que não convidaram logo uma actriz «desinteressante» em primeiro lugar, por exemplo Odete Santos, para poupar nos efeitos especiais? E como é que alguém consegue tornar Soraia Chaves «desinteressante»? Mais ainda: Para quê, senhores!? Para quê!?

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Na era do digital...

por Cristina Ferreira de Almeida, em 11.09.07
... as fotografias não ficam amareladas. Não há manchas nem riscos a criar distância entre nós e as imagens. O tempo não passa. Nada mais acontece, nem antes nem depois. Fica só o momento que mostra o impossível.

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Inaugurações, implosões, panegíricos e vitupérios.

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