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Talvez mudar de povo?

por João Távora, em 24.05.19

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A Europa começa aqui

por João Távora, em 23.05.19

eleições europa.jpg

Tem sido confrangedor assistir aos noticiários da campanha eleitoral, já para não falar dos debates televisivos que alcançaram momentos dignos de uma caricatura humorística, tal a euforia e sobreposição de vozes que definitivamente não chegaram ao céu. Nos noticiários, muito por conta da edição feita pelos jornalistas, que pela natureza do seu trabalho acabam por salientar o excesso ou a tolice que vai acentuar o picante à notícia, fica-se com a ideia que os candidatos chegam a estas duas semanas que antecedem as eleições empenhados em por à prova a fidelidade dos cidadãos que já haviam decidido votar neles, e afugentar os poucos indecisos que procuram fazer uma escolha sensata. De facto, parece que até o mais cordato e sofisticado candidato, com uma camara de televisão à frente, perde a compostura e foge-lhe o pé para a chinela dificultando assim a descodificação da racionalidade que pudesse haver no discurso.

Dito isto parece-me que os portugueses se quiserem têm do seu lado informação suficiente para escolher os 21 deputados que os vão representar no Parlamento Europeu nos próximos quatro anos. De resto, sendo realista não vou ser hipócrita exigindo que toda a gente vote no dia 26 – se é para assumir desejos, confesso que são demasiados aqueles que eu gostaria de ficassem em casa. Contente ficaria eu que aqueles que pensam mais ou menos como eu, que desejam uma Europa garante de paz, que preserve a diversidade de nações e pluralidade de culturas que a compõem no reconhecimento das suas raízes comuns, se deixassem de desculpas de mau pagador e no Domingo descalçassem as pantufas para ir votar. É a esses, que entendem a Pátria como um legado antigo que hoje nos exige fazer das tripas coração para lhe dar um futuro, que eu apelo ao voto. Porque a Europa começa aqui, e eu quero o Pedro Mota Soares no Parlamento Europeu..

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Mudam-se os tempos...

por João Távora, em 22.05.19

O único carro de campanha eleitoral daqueles à antiga com megafones no tejadilho que encontrei até hoje nesta campanha para o parlamento Europeu, foi esta manhã, e espectavelmente era da CDU. Estava num chinfrim junto à estação de comboios de S. João do Estoril... a ser multado pelo funcionário da "Emel" cá do sítio.

Por falar em moda antiga: quem se lembra daqueles plásticos coloridos que o PCP e os Verdes penduravam por todo o lado, e que ficavam meses a esfarrapar-se nas árvores e candeeiros? Livrámo-nos de boa, hem? 

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Radicalismos

por João Távora, em 26.05.14

Marine Le Pen, que venceu o escrutínio europeu em França, apelou ao presidente do Partido Socialista, François Hollande, para convocar «novas eleições» nacionais.

 

Ferro Rodrigues defendeu hoje que o Presidente da República deve antecipar as eleições legislativas.

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Uma grosseria

por João Távora, em 26.05.14

Ao contrário do que sucede à minha amiga Maria Teixeira Alves, a eleição de Marinho Pinto a mim causa-me bastante incómodo: é todo um tratado duma certa iliteracia política dos portugueses. Com tantas honrosas Causas sem adesão (lembremo-nos por exemplo da fracassada candidatura de Miguel Esteves Cardoso ao PE em 1987) custa-me a engolir a emergência do ex-bastonário, político-antipolítico esquerdista embalado num partido fundado por gente de bem que tristemente se tornou numa mera “barriga de aluguer” para qualquer demagogo oportunista. Lamento, mas ser contra a coadopção gay só por si não é virtude moral ou distintivo político para ninguém - pode ser somente um sinal de grosseria.

 

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Votar no Domingo

por João Távora, em 23.05.14

Sem ter a veleidade de pensar que influencio o voto de quem quer que seja, considero importante assumir nesta hora que, apesar da minha desilusão do modo como a coligação PSD/CDS resgatou o País duma situação falência - grosso modo através do aumento dos impostos, uma fórmula que pouco se diferenciaria do método socialista - por ser incapaz de beneficiar o infractor e tendo em conta que o que está em causa é a qualidade de candidatos e o grupo em que eles se irão inserir no Parlamento Europeu, no dia 25 irei votar na coligação Aliança Portugal. Não sendo eu um partidário da federalização europeia, reconhecendo também o prejuízo e a submissão a que nos obrigou a adopção do Euro, sou obrigado a admitir que a inversão dessa estratégia, por nossa exclusiva recriação e na actual conjuntura, nos conduziria a uma funesta tragédia.
De resto, não é sem alguma amargura que vos digo sem papas na língua que a forma como os portugueses encaram as eleições no próximo domingo é reflexo do exacto atributo que leva uns quantos maduros a aplaudir à porta do tribunal um assassino porque escapou à polícia durante um mês. É dessa total inversão dos valores que urge resgatar Portugal.

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Nunca Mais

por Vasco Mina, em 18.05.14

Portugal concluiu, ontem, o Programa de Assistência Económica e Financeira. As razões que levaram à assinatura do acordo com a troika são de todos conhecidas e por isso e para memória futura convém não as esquecer pois os riscos de um retrocesso (de um novo resgate) são ainda elevados. Conseguimos sair do PAEF sem a necessidade de recorrer a qualquer outro plano de apoio e tal foi possível à custa de um esforço brutal dos portugueses que viram os seus rendimentos reduzirem, que sofreram e sofrem um aumento brutal de impostos e, pior do que tudo isto, muitos milhares estão desempregados. O país encontra-se hoje numa situação bem melhor do que se encontrava em Maio de 2011, com todos os indicadores económicos (excepto o desemprego) a confirmarem esta realidade. Mas os portugueses encontram-se em pior situação pois pagaram muito caro um Programa feito à pressa para salvar o país de uma bancarrota eminente. Estamos indiscutivelmente mais pobres e num cenário macroeconómico (nacional e europeu) que não permite expectativas muito optimistas quanto ao futuro: não poderemos fugir da austeridade financeira, os impostos não poderão ser aliviados, os salários terão de continuar congelados…Mais, teremos de continuar o esforço feito para garantir o tal saldo primário positivo das contas públicas (tão simplesmente garantir que a receita gerada cobre a despesa sem incluir os juros) e assim caminhar no sentido da redução da dívida do Estado que permanece num patamar muito elevado. Tudo isto num contexto eleitoral que irá durar até Setembro de 2015 (não considerando as Presidenciais de Janeiro de 2016). A deriva para o facilitismo e para as promessas fáceis é um risco que temos pela frente e por tudo isto é tempo de gritar bem alto: “NUNCA MAIS!” Pela mesma razão, Nunca Mais ao regresso ao passado e por isso Nunca Mais à governação Sócrates que agora o PS optou por “branquear” tentando fazer uma releitura da causa primeira que nos levou à condição de resgatados da troika.

Corre um Manifesto com o título “Nunca Mais” e revejo-me, na globalidade, com o texto. O excesso de petições públicas e manifestos leva a uma menor relevância destas iniciativas mas mesmo assim e para quem queira aderir aqui vai o link.

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Falta de chá e sentido democrático

por nuno saraiva, em 07.06.09

Maria de Lurdes Rodrigues, a ministra da falta de Educação, revelou-se, mais uma vez, agora à porta do Altis: "Boa noite senhora ministra...", perguntou-lhe a repórter. "Saia-me da frente", respondeu a ministra.

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A neófita

por Teresa Ribeiro, em 06.06.09

Apetece-me votar, mas ao mesmo tempo sinto que não sei bem em quem estou a votar e para quê. Eles vão para o Parlamento Europeu e depois? Fazem o quê? Não sabemos muito bem, pois não? Quase nunca os vemos... - Inês, 18 anos, recém recenseada.

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