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O naufrágio cubano

por Pedro Correia, em 05.01.09

Cinquenta anos de "revolução" deram nisto. Leiam e comentem.

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Contra a mordaça

por Pedro Correia, em 31.12.08

Há sempre alguém que diz não. Também em Cuba.

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O jornalista do ano

por Pedro Correia, em 05.12.08

Segundo os Repórteres Sem Fronteiras, é cubano, chama-se Ricardo González Alfonso e está na cadeia, o lugar reservado pela ditadura cubana aos verdadeiros jornalistas - perante o aplauso de Jerónimo de Sousa, Odete Santos, Albano Nunes e José Casanova, fiéis devotos da religião castrista.

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Notícias de Cuba

por Pedro Correia, em 02.12.08

 

Aqui e aqui.

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Farol apagado

por Pedro Correia, em 27.11.08

Assim está Cuba sob a dinastia Castro, que o PCP aponta como farol da humanidade. Pior só mesmo a Coreia sob a dinastia Kim.

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Cuba sem propaganda castrista

por Pedro Correia, em 15.11.08

Nos relatos desassombrados do blogue de Yoani Sanchez. Aqui e aqui.

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Gorki Águila, preso político em Cuba

por Pedro Correia, em 29.08.08

Porque o regime castrista não aprecia música punk.

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O amigo de Ceaucescu ainda morde

por Pedro Correia, em 26.06.08

A União Europeia, por pressão espanhola, decidiu levantar sanções a Cuba quando existem ainda mais de 200 presos políticos no país dos irmãos Castro. Curiosamente, Fidel não parece ter ficado satisfeito, acusando os europeus de "hipocrisia". Lá se vai mais um pretexto para a manutenção de uma ditadura que, como acaba de lembrar o jornalista cubano Reinaldo Escobar, casado com a bloguista "dissidente" Yoani Sánchez, condecorou "corruptos, traidores, ditadores e assassinos". Com efeito, Fidel Castro agraciou com a Ordem José Martí (o prestigiado pai da pátria cubana) Nicolae Ceaucescu, Leonid Brejnev, Gustav Husak, Mengistu Haile Mariam, Janois Kadar, Robert Mugabe e Erich Honecker - uma autêntica galeria de horrores. Os manos Castro não permitiram entretanto que Yoani Sánchez viajasse a Madrid, onde deveria ter recebido o Prémio Ortega y Gasset - "um prémio imperialista", disparou Fidel. Reinaldo Escobar sublinha, e muito bem, que Ortega "nunca lançou tanques contra países vizinhos, nem encarcerou nenhum dos que não pensavam como ele, nem amealhou forturnas com a miséria do seu povo, nem construiu campos de extermínio, nem deu ordem de disparar contra os que saltavam o muro do seu pátio".

Um nojo, estas condecorações. Que definem bem o regime castrista, ainda tão celebrado por uma certa esquerda capaz de idolatrar as mais sinistras ditaduras.

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Socialismo à espera da torradeira

por Pedro Correia, em 15.03.08

É mais uma gloriosa conquista do socialismo cubano: um decreto do general Raúl Castro, novo senhor absoluto em Havana, autoriza a livre aquisição de bens de consumo até agora proibidos na Ilha da Liberdade, como computadores, leitores de DVD, televisores, micro-ondas e frigoríficos. Mas as conquistas não param aqui: anuncia-se já que no próximo ano será autorizada a venda de equipamentos de ar condicionado em Cuba. E prevê-se mesmo que em 2010 os cubanos passem a ter acesso a torradeiras e fornos eléctricos - conquistas da revolução 49 anos após o derrube da tenebrosa ditadura de Batista que oprimia o povo.

A luta continua. Socialismo ou morte.

 

Imagem: um genuíno frigorífico cubano, "conquista revolucionária" (foto de Javier Cubas)

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A múmia cubana

por Pedro Correia, em 04.03.08

 

Renovação” em Cuba? Os primeiros passos do novo “líder”, ungido pelo irmão primogénito, indicam antes uma regressão. Nada mais natural: da “revolução” cubana sobra apenas um conjunto de vocábulos desgastados pelo uso. Com o mano Fidel a tutelar as instituições políticas, mantendo-se como primeiro secretário do Partido Comunista (que não reúne em congresso há 11 anos), Raúl chamou para junto de si os mais ortodoxos dos ortodoxos. Desde logo, José Machado Ventura, agora promovido a primeiro vice-presidente, o que o torna na segunda figura da hierarquia. Na cúpula do regime – além de Raúl, o único general de quatro estrelas de Cuba – figuram dois outros militares, igualmente com o posto de vice-presidentes: o comandante Juan Almeida Bosque e José Casas Regueiro, agora o número dois das forças armadas. O ministro do Interior, Abelardo Colomé Ibarre, o ministro da Educação, Esteban Lazó, o responsável pela economia, Carlos Lage, e o presidente da Assembleia Nacional, Ricardo Alarcón, completam o elenco dos que são “mais iguais que os outros” na nomenclatura cubana. Dos oito, apenas Lage (56 anos) tem menos de 60 anos. Castro e Machado têm 76, Almeida tem 81, Casas tem 72, Alarcón tem 70, Colomé tem 68, Lazó (o único afro-cubano) tem 64.

Eis a “renovação” cubana, em que alguns depositam tantas esperanças: mais do mesmo, com os protagonistas de sempre. Agarrados ao poder como nunca, vão transformando Cuba numa ditadura militar, em que o partido se limita a servir de ornamento. Como escrevia há dias a escritora espanhola Rosa Montero na sua coluna do El País, “é espantoso que um regime como este se tenha mantido durante tanto tempo, mas ainda é mais espantoso que continue a haver gente disposta a apoiar semelhante múmia, empenhando-se em recosê-la e retocá-la.”

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Raulismo: o castrismo sem Fidel

por Pedro Correia, em 26.02.08

 

Uma economia em ruínas. Centenas de presos políticos. Ausência total de liberdade de expressão. Índices de prostituição superiores aos existentes sob o regime de Batista. Um partido único tutelando toda a sociedade. Vinte por cento da população exilada nos Estados Unidos. O irmão mais velho que transmite o poder absoluto na cúpula do aparelho político e das forças armadas ao irmão mais novo, num acto discricionário, confundindo os assuntos do Estado com assuntos de família. É este o lamentável legado da ditadura cubana. À beira do fim, devorado por uma doença que constitui “segredo de estado”, Castro renunciou aos cargos que foi acumulando desde 1959. E fê-lo num artigo de jornal, numa cabal demonstração de que em Cuba não existe decisão soberana para além da dele. É um poder unipessoal, agora derivado para um simulacro de dinastia monárquica, que não se dá sequer ao incómodo de convocar os órgãos do PCC: o último congresso dos comunistas cubanos realizou-se em 1997, ignora-se quando será o próximo, as grandes decisões são tomadas à revelia dos próprios quadros dirigentes do partido.

Será possível tudo mudar com Raúl Castro? “O raúlismo não é diferente em nada do castrismo”, alerta a escritora Zoé Valdés em artigo publicado no diário El Mundo. A ditadura, vigente há quase meio século, funciona por reflexos condicionados: nenhuma alteração decisiva ocorrerá enquanto Fidel mantiver um sopro de consciência. Esta enorme prisão em forma de ilha nega aos seus habitantes até o simples direito de emigrarem. Os que partem é porque fogem – às vezes em rudimentares jangadas prontas a servir de pasto aos tubarões – ou são expulsos, como há dias aconteceu com o antigo campeão do beisebol cubano Pedro Pablo Alvárez e o jornalista Alejandro González Raga. “Traidores”, na óptica de um regime que agoniza há tempo de mais após ter prometido ao seu povo “socialismo ou morte”.

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Ler também:

- Cuba. Do Tiago Barbosa Ribeiro, no Kontratempos.

- Cuba - por agora nada de novo. Do Tomás Vasques, no Hoje Há Conquilhas.

- Era Fidel. De Rui Bebiano, n' A Terceira Noite.

- O princípio do fim. Do Daniel Oliveira, no Arrastão.

- Foguetes para quê? De Eduardo Pitta, no Da Literatura.

- Socialismo de muerte. Do Luís Novaes Tito, n' A Barbearia do Senhor Luís.

- Cuba. De Ana, na Ana de Amsterdam.

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Monarquia vermelha

por Pedro Correia, em 26.02.08

Fidel, 81 anos, passou o ceptro ao mano Raúl, 76. Os súbditos dão graças: a dinastia Castro continua.

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