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Após o congresso do CDS

por João Távora, em 28.01.20

Vamos certamente assistir à multiplicação de “fascistas” e de “populistas”, não porque haja mais “fascistas” e “populistas”, mas porque os que mandam há muito tempo estão com medo de deixar de mandar.

CDS: mudar ou morrer

por João Távora, em 24.01.20

"O que está em causa, pois, no próximo Congresso não é apenas a escolha de perfis de candidatos mais ou menos competentes, com quem temos maior ou menor empatia. O que está em causa é a própria razão de ser do CDS. Se não formos provocação, sinal de contradição, corremos o risco de ser dispensados."

A ler a opinião de Filipe Anacoreta Correia aqui

Do 28 Congresso do CDS

por João Távora, em 16.01.20

28 congresso.jpg

A minha irrelevância dentro do CDS é um facto, não levo a mal: não estarei no Congresso de Aveiro porque não consegui merecer um lugar elegível na lista única de delegados por Cascais, segundo me constou por não ter participado muito na vida da Concelhia. Tenho consciência de que outros compromissos que considero prioritários me limitaram a disponibilidade para a vida partidária, para a qual porventura não tenho vocação. Sem ressentimentos portanto. 
Resolvida essa questão, não posso deixar de manifestar a minha profunda preocupação com o aperto por que passa o meu partido de (quase) sempre. E tenho a confessar que fui daqueles que chegaram a se entusiasmar com Assunção Cristas, cuja estética política (e de vida) corresponde em boa medida à minha. Tenho dificuldade em compreender a dinâmica de derrota que no último ano se foi evidenciando, e acho que a “questão dos professores”, tendo sido um erro grave, não justifica o descalabro verificado, que porventura vinha de trás, dos tempos do resgate da Troika mas que estava mascarado. Gostava de deixar expresso que fico agradecido a Assunção Cristas pelo empenho e entrega que demonstrou na liderança do CDS nos últimos anos, e tenho dúvidas que nos tempos mais próximos apareça alguém com as suas qualidades políticas, intelectuais e humanas.
Quanto ao futuro, confesso que nenhum dos cinco candidatos pré-anunciados me consegue seduzir por aí além e receio que a travessia do deserto que espera a direita moderada - o ar do tempo não está para moderados e a inteligência sempre teve dificuldade de se fazer ouvir – signifique a dissolução do partido. Acho pouco plausível que surja uma boa surpresa em Aveiro mas estou disponível para admitir o engano. Para a semana ficarei por cá pelo Estoril a torcer pelos meus amigos, e vou rezar para que a disputa pelo partido não dê cabo do que resta dele (o espectáculo que se vem assistindo nas redes sociais não é um bom indicador). Afinal é muito mais o que nos une do que aquilo que nos separa.

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No pasa nada

por João Távora, em 06.07.13

Se o acordo de solução da crise entregue a apreciação de Cavaco Silva é compreensivelmente assunto sob reserva, Paulo Portas ontem também não explicou nada no Conselho Nacional sobre o abalo que pôs Portugal inteiro à beira dum ataque de nervos por conta de suas “decisões de consciência”, que por definição “não se partilham nem são sufragáveis”.
Com estas explicações Paulo Portas saiu ontem à noite do Largo do Caldas, não em ombros, mas num andor, exaltado por boa parte dos presentes que assim acalentam pelo líder uma afeição religiosa, inquestionável, autojustificada.
Assim, para alguns, o terramoto da última semana foi liminarmente passado à história (?) com falta de pudor ou simples artes de retórica, com a entoação de silogismos bem articulados em voz grossa que aguentam tudo quando desvinculados da realidade. Saímos do Conselho Nacional com a leve impressão que talvez tenhamos sido vítimas de um delírio colectivo: não vivemos a tensão de um folhetim que estraçalhou um governo tremendamente fragilizado entre a ameaça de ruptura social e as exigências do resgate financeiro, não tivemos (temos!) um País em estado de choque. Uma cena macabra que confundiu e traiu as expectativas dos eleitores centristas avessos à instabilidade política. Não, talvez não tenha acontecido nada, tudo não tenha sido mais que um sonho mau que passou na minha cabeça.

 

 

 

Haraquíri?

por João Távora, em 14.09.12

 

O CDS hipotecou os seus valores fundacionais para se destacar e alcançar o poder como uma prazenteira e inútil corrente liberal: ao fim de um ano o Estado, permanece um monstro insaciável à custa duma carga fiscal que ultrapassou qualquer razoabilidade. Qual a força negocial do CDS na governação?

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Ler os outros

por João Távora, em 11.04.12

 

As modas passam. Os princípios não. E importa lembrar que em matéria de princípios não se evolui. Ou se aprofunda. Ou se transige. Porque os princípios são como o eixo da roda, que acompanha e permite toda a mudança, desde que, como eixo, não saia do lugar. Ler mais »»»

Ser ou não ser...

por João Távora, em 10.04.12

O eleitor do CDS mais fiel é aquele que vota por princípios. Aqueles que agora estão em crise. Filipe Anacoreta Correia 

 

Acontece que não é só a economia, estúpidos! O crescimento dum sentimento de revolta, de epifenómenos de extrema-direita e do alheamento pela política por uma parte cada vez mais significativa da população, são factos intimamente ligados com a falta de coragem da Direita democrática em assumir os seus valores naturais: na ânsia de conservar o poder sendo aceite pela cultura dominante nos media, ela domestica-se à Esquerda, agrilhoada num discurso filosoficamente anódino.
Insisto que ao CDS exige-se um especial cuidado com a sua identidade axiológica pois ele arrisca-se a ser redundante, pelo simples facto de disputar o mesmo espaço político do PSD. 

Alcançada a maioria absoluta alternativa ao desastroso governo Sócrates afirmei o meu desejo de que a direcção do CDS pugnasse por um rigoroso respeito pelo seu ideário, que interpretasse a sua ascensão ao poder como uma oportunidade de afirmação do seu património ideológico; conservador, personalista e cristão, enquadrando-se desse modo ao duríssimo programa económico que está destinado a implementar. Com o inevitável degradar da situação política e o consequente desgaste da governação, a alternativa que sobra ao partido é pugnar pelos seus valores humanistas, tão ferozmente agredidos pelas duas últimas fracturantes legislaturas. Jamais uma “evolução” para a diluição. 

 

Sobre esta matéria ler ainda:

 

José Ribeiro e Castro na Avenida da Liberdade  

 

Filipe Anacoreta Correia no Cachimbo de Magritte 1

 

Filipe Anacoreta Correia no Cachimbo de Magritte 2

 

Filipe Matias santos no Senatus

 

Filipe Anacoreta Correia no Cachimbo de Magritte 3

 

 

 

Há silêncios que só desonram quem os assume

por João Távora, em 05.04.12

 

Ainda sobre as fracturas expostas no último Conselho Nacional do CDS em Leiria, não me deixa de surpreender o ensurdecedor silêncio do Francisco Mendes da Silva face face ao pedido de esclarecimento de Gonçalo Moita sobre qual a origem dos juizos de inetenções que lhe são imputadas pelo blogger. Há silêncios que não só desonram quem os assume como falam gritantemente por si...

A Noite das facas longas

por João Távora, em 02.04.12

Estou habituado a ganhar e a perder, e mais ainda a ser minoria:

durmo em paz com a minha consciência.

Mas não me conformo com este emergente CDS relativista e modernaço.

 

Quem ontem tivesse ouvido os generalizados aplausos iniciais dos participantes no Conselho Nacional do CDS, em Leiria, à apresentação pelo Gonçalo Moita da carta de 29 de Fevereiro de 2012 dirigida ao seu presidente, assinada por onze conselheiros (entre os quais eu próprio), a respeito da necessidade de clarificação do posicionamento do grupo parlamentar do partido quanto a matérias bandeira da extrema esquerda, ditas “fracturantes”, não poderia adivinhar a violência das intervenções que se lhe seguiram e consequente retumbante derrota da proposta deliberativa apresentada por aqueles signatários da carta – sobre o projecto de acção política de carácter geral, visando a urgente clarificação da estratégia do partido quanto ao assunto.

Tratou-se, contudo, de uma derrota acéfala que assinalou uma viragem do CDS como o conhecemos até hoje e cujas consequências são imprevisíveis. Continuar a ler»»»

A frase do dia (com uma vingança)

por José Mendonça da Cruz, em 01.06.11

«Até as empresas de sondagens já compreenderam que nunca houve empate técnico.»

Paulo Portas, 4ª feira, em campanha


Clareza, objectividade e perceptibilidade

por João Távora, em 17.05.11

(...) O Manifesto do CDS não pode considerar-se um programa global e coerente de governo, próprio de um partido que esteja a preparar-se para o liderar. Ele é mais um conjunto coerente e agradável de ideias para serem levadas para um governo de coligação, com destaque naquelas matérias onde provavelmente o CDS pretende reservar lugares e posições. Ideologicamente, é um programa conservador, com forte presença dos inevitáveis vestígios da democracia-cristã e laivos de algum liberalismo económico. Mas o resultado final é, apesar de tudo, positivo. Na integra »»»


Rui A. no Blasfémias

A minha única Alternativa

por João Távora, em 09.03.11

 

O fenómeno do crescimento da extrema-direita, ou do alheamento dum certo espectro conservador da população, está quanto a mim intimamente ligado com a falta de competência da Direita democrática, que, na ânsia de ser aceite e aceder ao poder, se domestica ao centro, encravada num discurso politicamente correcto, penhorando assim as suas bandeiras naturais por troca duns quantos chavões populistas.

O CDS desde a fundação incorporou como sua esta ambiguidade. Obrigado a assumir um discurso “Centrista” para sobreviver num espectro político e eleitoral amputado pelos senhores da revolução, o partido acabou por constituir acolhimento de todos aqueles que não se reviam no unívoco discurso progressista saído do PREC. O pensamento então predominante, com mais ou menos lirismo significava à época, em termos de posicionamento político, aquilo a que hoje chamamos “Centrão”.  Em consequência disso em 1976 coube ao CDS assumir a sua natureza sociológica, e na Assembleia Constituinte afirmar-se como o único partido a rejeitar o socialismo como desígnio constitucional, veleidade que ainda hoje lá perdura inscrita, mesmo que com expressão meramente (?) estética.

Daqui decorre que, ontem como hoje, a mensagem da Direita não pode jamais ceder na sua forma, por natureza sóbria e realista; ou conceder no conteúdo, guardiã que se deverá afirmar dos valores da Vida e da Família, de Valores como o da Honra e da Verdade, de Valores desacreditados como os do Trabalho, do Mérito e do sentido de Serviço. Estes são aspectos que muitos portugueses ainda aspiram ver defendidos com autoridade e convicção, antes que um dia, desiludidos, se virem para radicais quimeras, ou, tão mau quanto isso, se alheiem definitivamente do seu próprio destino, incrédulos e descrentes naqueles que os deveriam representar.

O meu envolvimento na Moção Alternativa e Responsabilidade ao XXIV Congresso do CDS tem a ver com tudo o que atrás escrevi. Para além disso, tem a ver com a sintonia ideológica e profunda amizade que me une a alguns dos seus subscritores, para além duma uma ligação sentimental antiga que nutro por este Partido que me acolheu ainda em tenra idade, depois do 11 de Março de 1975.

Para finalizar estas considerações, não quero deixar de afirmar estar eu certo de que no próximo dia 19 em Viseu a actual Direcção saberá valorizar uma iniciativa como esta, que como um salutar sinal de crescimento e maturidade do partido, confere densidade critica e ideológica a um projecto que queremos acima das pessoas que circunstancialmente o representam. 

As forças da reacção

por João Távora, em 28.01.11

 

Ao ouvir Pedro Marques Lopes ontem à noite na SIC Notícias em comovente comunhão com Adão e Silva a verberar com inusitada arrogância contra Paulo Portas, apercebemo-nos como o deslumbramento pelo poder pode cegar, fazer confundir o acessório com o que é essencial. O essencial é resgatar Portugal. Assim foi, a loira de Passos Coelho deu uma série de recados, enumerando uma série de lugares comuns, velhas teorias e tacticismos, da conquista do centro esquerda, e do perigo da direita, um argumentário que mais não pretende do que assegurar às hostes laranjas de que tudo permanecerá igual ao que sempre foi, acalmar as ávidas clientelas que há décadas encalharam o país num cinzento e profundo centrão.

Se os resultados das presidenciais nos indicam algo para além do óbvio, é que os portugueses anseiam por novas propostas, desacreditam profundamente no discurso tradicional dos partidos, vistos como meros sindicatos de interesses e divorciados dos cidadãos. É justamente esse sentimento que favorece, quanto a mim, a formação dum espaço de união não socialista, um movimento descomplexado e afirmativo de ruptura, que reúna uma inquestionável selecção das mais importantes figuras à direita do PS, num projecto de aliança eleitoral virado para a regeneração e rejuvenescimento da política e para a mobilização do país. Algo parecido com o desafio feito por Paulo Portas, que, há que reconhecer, desta vez está repleto de razão e oportunidade.

Valeu a pena

por João Távora, em 09.06.10

 

Como tenho aqui referido, decorreram ontem, as eleições para os órgãos distritais do CDS em Lisboa. Consta que foram as mais participadas da história do partido, em que votaram mais de 1000 militantes, quase o dobro de 2008. Isso evidencia a importância da participação dos militantes independentes do aparelho. A lista liderada por Pedro Pestana Bastos obteve a confiança de 32% dos votos expressos, venceu as eleições nalguns concelhos e elegeu cinco delegados à assembleia distrital. Da minha parte, para lá da grata experiência adquirida, sinto nestes resultados um estimulo para novos desafios. De resto, o caminho faz-se andando e o CDS merece mais.

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Participar é preciso

por João Távora, em 08.06.10

 

Nestes tempos de dramática crise económica e de valores que atravessamos, ganha maior relevância a participação de cada um na vida politica do País. E hoje é dia de eleições na distrital de Lisboa do CDS, partido de valores humanistas e cristãos que abracei nos tempos também difíceis do Verão quente de 1975. Nesse sentido, há uns anos para cá, retomei a militância integrando com alguns amigos a corrente Alternativa e Responsabilidade, activa na preservação da matriz democrata cristã personalista do partido. Agora o desafio é uma lista alternativa à distrital de Lisboa, que pretende reactivar esta importante e adormecida estrutura local. Trata-se da lista B, liderada por Pedro Pestana Bastos e que reúne diversos militantes de base, que não vivendo da politica, assumem uma vez mais a sua responsabilidade na vida política, de forma desinteressada e patriótica. Um partido amorfo nas suas bases, é um partido tolhido e condenado. É contra isso que a lista B se propõe batalhar, em estreita cooperação com a direcção nacional.

Pela primeira vez em dez anos haverá disputa eleitoral no CDS de Lisboa: um sinal salutar que honra o partido que desejamos unido mas dinâmico, a fruir das bases e dos seus militantes. Nesse sentido, com a lista B já ganhou o CDS. Resta-me apelar ao voto, logo entre as 17,00 e as 22,00 nas sedes concelhias. Eu estarei em Cascais, na mesa de voto no Hotel Cidadela.

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Faltam menos de dois dias

por João Távora, em 06.06.10

 

Hoje, às 19.30 Pedro Pestana Bastos estará na TVI 24 como convidado do programa combate de blogues, para falar sobre a candidatura da lista B à Distrital de Lisboa do CDS.

Entretanto aguarda-se que Telmo Correia corresponda ao desafio que lhe foi lançado para a realização de um debate com os dois candidatos.

Para mais informações visite a página da lista B no Facebook.

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Das palavras aos actos

por João Távora, em 01.06.10

 

Na hora dos desafios prefiro dizer presente e lutar. Assim, é com orgulho que integro a lista de Pedro Pestana Bastos à conquista da distrital de Lisboa ao lado de antigos companheiros de outras batalhas. As nossas intenções são claras, está tudo aqui.

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Mixed Feelings II

por João Távora, em 28.09.09

Nem a alarmante crise, nem o atoleiro em que o país se encontra, nem mesmo os novos partidos que desta vez se apresentaram a votos, serviram para mobilizar cerca de três milhões e setecentos mil portugueses que teimam em alhear-se dos destinos da sua pátria: suspeito que somando estes números aos votos brancos e nulos, pelo método de hondt eles traduzir-se-iam numa maioria parlamentar. 

Este panorama e os fantásticos resultados obtidos pelo CDS conferem à sua direcção um redobrado dever de lealdade para com os eleitores, exigindo-se ao partido uma oposição sem concessões ao "centrão" e uma determinada resistência aos cantos de sereia do poder imediato: creio que o crescimento do eleitorado do CDS-PP perspectiva-se inequivocamente à direita e numa grande maioria desiludida que urge resgatar à política. É tempo da direita construir confiança e crescer para salvar de Portugal.

 

O resumo das minhas ideias está aqui

CDS: medidas emblemáticas

por Pedro Correia, em 22.09.09

Haverá ainda alguém que não leu o programa do CDS? Aqui está.

Baralhação 1: E se o Partido Socialista ganhar as eleições, isto é, se for o partido mais votado – embora sem maioria no hemiciclo –, mas o Partido Social Democrata e o Centro Democrático Social, juntos, ultrapassarem a fasquia dos 115 deputados?

 

Eu sei, eu sei: é um cenário muito, muito, muito pouco provável. Mas às vezes a política – como a vida – tem destas coisas…  

 
Baralhação 2: e se o CDS não chegar para que nem PS, nem PSD, tenham maioria, vença qualquer um destes dois partidos?
(ver resultados eleitorais de 2002: tirar apenas 4 deputados ao PSD – passando de 105 para 101 – e acrescentá-los ao PS – passando de 96 para 100 – mantendo o CDS a sua votação em 14).
Eu sei, eu sei: outra grande, grande improbabilidade.
Baralhação 3: aguardam-se contributos, que isto de João de Deus Pinheiro defender o Bloco Central – depois de Jorge Sampaio e de Ferro Rodrigues (entre outras destacadas figuras) o terem feito – a um mês das eleições, após Manuela Ferreira Leite ter afirmado, veementemente, que tal seria “impensável”, já é por si, baralhação que baste.
Dito isto, Pedro, achei que o teu post, além de inteligente é, sobretudo, oportuno.



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