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Saudades do Brasil que podia ter sido

por João Távora, em 26.10.18

dom-pedro-segundo.jpg

 (...) Olhando para a história atribulada do Brasil e para o novo capítulo que se iniciará com as eleições presidenciais do próximo fim-de-semana, é justo perguntar o que ganhou o país-irmão com a troca do Império pela República e desejar que, qualquer que seja o vencedor, vinguem a decência, a civilidade e a moderação sonhadas para o seu país por um sábio que era Imperador e que estão inscritas no coração dos brasileiros.

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Não é para todos

por Vasco M. Rosa, em 29.03.16

O mundo incrédulo assiste ao nó górdio brasileiro apodrecido, sem perceber como vai desatar-se uma crise política, económica e institucional com dimensões de icebergue, que massacra um país imenso, num continente a que já chamaram latrina.

Lula da Silva é apenas um dos responsáveis por essa hecatombe do Brasil, que a cada semana dá passos firmes para o abysmo. Mas ele acredita que é o salvador da pátria, e supõe que basta a sua intervenção para normalizar o país.

Eu vejo-o mais como alguém que claramente enlouqueceu autocraticamente com a vertigem do poder e já não tem a mínima noção do que se passa, a responsabilidade que tem e delira perigosamente com a ideia de que o seu afamado e insuflado prestígio internacional basta para boas decisões de governo. E não basta mesmo... 

Não esquecer que ele é um grande admirador de Fidel e de Chávez. Ora isso: —

A democracia não é para todos...

Lula.jpg

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À descarada

por João Távora, em 17.03.16

A situação política no Brasil tresanda a "ética republicana". O presidente da república protege os da sua facção... 

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Lula com os copos

por Vasco M. Rosa, em 05.09.14

 

Lula da Silva é certamente uma das figuras da história contemporânea do Brasil. É muitas vezes sobrevalorizado como pau de arara e sindicalista que acabou por presidir ao mais influente — e simpático —  país sul-americano. A simpatia pela sua ascensão inusitada não sobreviveu ao conhecimento de todas as suas trapaças, artimanhas, alianças esconsas, que deixaram uma nódoa inesperada no percurso de quem fez uma reputação supondo moralizar a história política do seu país. Nunca me hei-de esquecer (vivia em São Paulo nessa altura) a expectativa criada por uma comunicação política aquando do vórtice do Mensalão, que foi adiada por horas, em que se esperava que ele admitisse decidir tudo aquilo, e acabou por negar tudo, deixando cair todo o seu entourage partidária, amigos duma vida, comparsas desde sempre. Quando saiu do Planalto, teve um cancro, que foi tratado em hospital paulista onde jamais entraria o Lula da Silva de 1980 ou 1990, da mesma maneira que nenhum dos seus camaradas de infortúnio tiveram nenhures a sua vidinha de luxos, pinga e charutos que foram tema dos grandes caricaturistas que o Brasil felizmente tem. Lula fala como se o seu partido não tivesse revertido o indispensável  jogo democrático eleitoral ao comprar com donativos aos pobres e desocupados dos estados medievais dum país empreendedor e criativo a permanência governativa do seu partido, usando dinheiros públicos para grandes eventos, deixando largas parcelas do gigantesco território ao abandono e à criminalidade de todo o tipo.

O que Lula não é capaz (desonesto que ele é) de reconhecer é que Marina Silva, cuja experiência de vida se lhe assemelha de algum modo, é melhor candidata à presidência do país do que Dilma R, seu clone. Manter o partido no controlo absoluto do Estado é o seu alvo. A política internacional do Brasil cedeu a um evidente anacronismo ideológico.

Há dias caiu dum palco, numa campanha eleitoral em que se lançara, tentando conservar o índice do seu partido e seus parceiros políticos, quaisquer que sejam, desde que a vitória seja garantida. Estaria com os copos? Dizem que sim, o que a ninguém surpreenderia. 

Um país tão importante como o Brasil merece mais e melhor do que isto.

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Portugal no Mundial do Brasil, uma parábola

por João Távora, em 12.07.14

Aquela mórbida idolatria promovida à volta de Cristiano Ronaldo no mês que precedeu o Mundial de Futebol, que ironicamente coincidiu a campanha publicitária da sua parceria com a D. Inércia do Banco Espirito Santo, definitivamente não era um bom prenúncio. Para mais, além de ser um excepcionalmente dotado atleta que não se poupa ao empenho nos seus objectivos, acontece que o melhor futebolista do mundo tem o ego de um adolescente, e aquela inebriante mistificação tinha tudo para se tornar numa parábola sobre o triste fado dos portugueses. Pensar ser possível que um jogador sozinho mude o carisma de uma equipa de futebol mediana para vencedora, é por si uma ingenuidade infantil característica dos latinos em geral e dos portugueses em particular. Repare-se como é um exercício bem mais difícil fulanizar a selecção alemã através de uma só individualidade, tendo em consideração a alta preparação física, abundante qualidade técnica e inteligência táctica que fazem dela uma equipa absolutamente excepcional. Repara-se na ironia, ou enganador desliquilibrio, que reflectem os media ao personificarem o duelo da final de amanhã nas figuras de Müller e… Messi.
Talvez não seja abusivo extrapolar esta característica messiânica para outros planos da mentalidade portuguesa, como a excessiva valorização das lideranças de empresas e instituições, que são comummente mimoseadas com ordenados absolutamente desproporcionais à mais-valia que podem significar. Ou do fulanismo que representa o exagero de expectativas que os actores e comentadores políticos nacionais depositam nas decisões e opiniões de um só homem - cujo juízo só por natureza é limitado e imperfeito - o presidente da república, a quem ironicamente, “apenas” lhe sobeja o poder de dissolução do parlamento, um órgão colegial legitimamente eleito que reúne em confronto uma elite de representantes das diferentes facções nacionais, órgão que pela sua natureza plural tende à permanente autofiscalização e autocrítica.
Seja qual for o resultado do Mundial que termina amanhã no Brasil, podemos ter já a certeza de que os louros duma vitória jamais dependeriam de um Neymar, um Ronaldo, ou um Messi (qua amanhã vai estar devidamente vigiado), por mais que a natureza humana reclame por ídolos. Não tenho a mais pequena dúvida de como a influência de um só indivíduo, uno e irrepetível, pode sempre fazer muita diferença, para o bem e para o mal, numa comunidade e na História de um povo. Mas a esta certeza junto a de que, quando uma comunidade tem depositada sobre um só indivíduo excessivas expectativas, o mais das vezes isso significa a sua demissão do papel que cabe a si e cada um na transformação dessa realidade, e é o reflexo de uma profunda infantilidade civilizacional, que faz prever os mais desastrosos resultados.

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Mundial do Brasil

por João Távora, em 12.06.14

Estive a ver um directo do treino da selecção em Campinas e desconfio que segunda-feira muita gente vai ficar surpreendida quando descobrir que Portugal tem mais jogadores para além de Cristiano Ronaldo. Que ele é um jogador fora de série não tenho dúvidas, mas nunca gostei de idolatrias.

 

Imagem daqui.

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Não, não é uma questão cromática

por João Távora, em 21.06.13

 

As avenidas e praças do mundo podem encher-se de protestos contra o inimigo, contra o sistema, contra o governo, contra os partidos do governo, contra os gastos e contra os cortes, mas nunca contra a Esquerda. O ambiente de intolerância, o ódio e o medo (sim, o medo do Daniel Oliveira) são instrumentos legítimos, mas nunca contra Esquerda. Só se começa a sentir apreensão e ouvir vozes indignadas, não quando os manifestantes incendeiam bancos ou multinacionais (destroem emprego), não quando vandalizam monumentos ou vilipendiam símbolos ou instituições, mas quando o povo “contra os partidos” queima bandeiras… vermelhas. Isso nunca, toca a rebate, que a democracia está ameaçada. A da esquerda, que é a que importa. Sim, eu conheço muito bem este filme. 

 

Imagem e notícia daqui

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Brasil

por Vasco M. Rosa, em 08.08.11

 

Público de domingo (ou de sábado) fez reportagem apressada sobre os portugueses que buscam no Brasil a solução para o impasse das suas carreiras profissionais por cá. Digo apressada porque não vai ao fundo da questão, que é a de se saber se o Brasil que nos pintam é aquele que vamos encontrar e se o que vamos encontrar realmente compensa a mudança. Nalguns pontos, compensará claramente; mas noutros ficará muito longe disso, evidentemente. 

 

O Rio vive numa bolha imobiliária tão maluca, que amiga minha no outro dia se me confessou milionária depois de avaliação da sua casa no Baixo Gávea, embora a zona fique invariavelmente debaixo de água e isolada, quando chove muito, o que naturalmente acontece. Os preços nos supermercados são proibitivos: uma pequena garrafa de água San Pellegrino, 5 euros! Uma mera fotocópia, quase um euro. Táxis têm tarifas europeias e não se vai a lado nenhum por menos de 10 euros. Ao lado disso, todos os graves problemas de segurança, até quando se vai levar o

cão a passear no bairro. Arpoador e Ipanema são um local muito adorável, mas ao fim de semana a quantidade enorme de lixo deixado na areia choca qualquer um, sobretudo daqueles que pagam uma fortuna pelo metro quadrado perto dali. O interior do país não tem estradas dignas desse nome, não há linha férrea e os aeroportos são de terceiro mundo em medidas de serviço e comodidade, e concebidos sob critérios de há quarenta anos atrás. E a cada semana estalam escândalos de corrupção e inépcia ao nível da administração central, regional e local, paralisando as mudanças infra-estruturais de que o país carece para se erguer. A derrocada de cidades serranas no RJ está longe de ser curada, simplesmente porque a burocracia e o desleixo tudo vencem. Portanto, se a ideia é realmente melhorar de vida, convém pensar alhures... 

 

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Brasil

por Vasco M. Rosa, em 09.07.11

Quase um mês de trabalho no Rio deu-me, de novo, uma sensação de bem-estar naquela terra e a certeza do muito que deveria ser feito para mostrar o seu lugar na Vida Portuguesa em termos culturais. Mas não, parece batalha perdida, pois não se vislumbra nenhuma entidade pública ou privada capaz de entender isso e encontrar os meios, aliás limitados, de promoção desse resgate cultural que nunca foi feito, desde 1940, 1950, 1974 e adiante. É até estúpido. No entanto, tenho que o Brasil é o único país com o qual Portugal tem agora e de futuro uma relação profundamente cultural, popular e erudita, se quisermos colocar a questão em termos hierarquizados, o que me parece errado, mas a verdade é que do baixo ao alto há laços.

Quando haverá política cultural em Portugal?

Francisco José Viegas, que conhece bem o Brasil, pode ser uma luz ao fim do túnel, Mas esperemos para ver.

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Sra. PRESIDENTA...

por Pedro Quartin Graça, em 01.11.10

O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, dirigiu uma mensagem de felicitações à Presidenta eleita do Brasil, Dilma Rousseff, vencedora das eleições realizadas ontem realizadas naquele país.

É o seguinte o teor da mensagem do Presidente Aníbal Cavaco Silva:

“Tendo acabado de tomar conhecimento da vitória de Vossa Excelência nas eleições para a Presidência da República do Brasil, quero apresentar-lhe, em meu nome e em nome do Povo português, as mais calorosas felicitações e os desejos do maior sucesso no exercício das altas funções que o Povo brasileiro lhe confiou.

Estou certo que o mandato de Vossa Excelência constituirá uma renovada oportunidade de aprofundamento do nosso relacionamento e da nossa concertação estratégica. Pode, Vossa Excelência, contar com o meu firme empenho pessoal nesse sentido.

Na expectativa de poder recebê-la brevemente em Portugal, reitero-lhe as minhas mais sinceras felicitações e peço-lhe que aceite os votos que formulo pela felicidade pessoal de Vossa Excelência e pela continuada prosperidade e progresso do Povo irmão brasileiro.

Aníbal Cavaco Silva”

 

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No Brasil ainda há quem...

por Pedro Quartin Graça, em 22.10.10

Se isto acontecesse em Portugal havia de ser o "bom e o bonito". Acabavam-se os serviços noticiosos e os programas de informação. E não era apenas num canal, pois não? Via Jornal de Notícias.

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Quem é Dilma?

por Pedro Quartin Graça, em 03.10.10

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Vote no Tiririca, pior do que está não fica!

por Pedro Quartin Graça, em 22.09.10

Aos irmãos do lado "dji lá" não falta imaginação. Confira aqui quem são os candidatos a deputados federais em 2010.

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Zé Carioca e Zé Povinho & Cia, Lda

por Pedro Quartin Graça, em 25.06.10


Os irmãos rumo aos oitavos. Não era precisa ser tão defensivo Prof. Queiróz...

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Saem mais sete!

por Pedro Quartin Graça, em 24.06.10

Parece muito difícil que isto vá acontecer, de novo, no jogo de amanhã... Na nossa baliza muito menos, é o que se deseja! É que as coisas podiam começar a complicar-se...

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Curiua Catu, a grande expedição de Pedro Teixeira

por Pedro Quartin Graça, em 18.06.10

O documentário reproduz o roteiro do ilustre bandeirante português Pedro Teixeira que demarcou o rio Amazonas no século XVII.

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É escandaloso que num País que em tempos foi o "celeiro de África" mas que agora definha com fome, o seu Presidente, o ditador Robert Mugabe, pague mais de 1 milhão de euros para o seu País poder assistir ao jogo particular que o Brasil disputa na próxima quarta-feira contra a fraca selecção do Zimbabué (118º no ranking da FIFA). Segundo escreve Domingos Grillo Serrinha no Correio da Manhã, esta partida foi pedida com insistência por Mugabe e terá sido foi viabilizada graças a um discreto mas decisivo apoio do presidente brasileiro Lula da Silva, um dos poucos chefes de Estado de grandes potências que já visitaram o Zimbabué. Há mais de um ano que o governo do ditador africano tentava convencer várias selecções a fazerem a sua preparação para o Mundial no Zimbabué. Nenhuma aceitou. Mas, depois de contactos do Ministério do Turismo do Zimbabué com o governo brasileiro, o jogo ficou acordado. O jogo vai custar precisamente ao Zimbabué um milhão e sessenta e seis mil euros. O governo quer um estádio cheio e mostrar o suposto amor pelo futebol e, com a exposição ao Mundo inteiro através da cobertura do jogo pela imprensa, o governo do Zimbabué espera quebrar o forte isolamento internacional a que o Pais tem estado condenado. A expectativa é que um terço dos estrangeiros que se desloquem à África do Sul visite também o país, escreve ainda o CM. Tenho as maiores dúvidas do sucesso desta iniciativa...

 

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Depois de Cidinha Campos, revelada em primeira mão à sociedade portuguesa pelo "Corta-Fitas" e depois popularizada em Portugal pelas televisões, este blog traz uma nova estreia "na mesma linha de intervenção": Luiz Carlos Prates, jornalista brasileiro, conhecido pelos seus comentários fortes. Luiz Carlos é um radialista e jornalista, actualmente colunista do jornal Diário Catarinense, comentarista do Jornal do Almoço, da RBS TV de Florianópolis, e apresentador da rádio CBN Diário e da TVCOM. O jornalista brasileiro também é formado em psicologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Aqui, em pleno telejornal, não poupa "os do costume" do seu País. Curiosamente fala das viagens dos deputados brasileiros...É ver e ouvir!

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Inaugurações, implosões, panegíricos e vitupérios.

Contacte-nos: bloguecortafitas(arroba)gmail.com




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