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(...) Nós somos realmente muito antigos e nada nos predestinava a ser fosse o que fosse. Nem terra, nem gente, nem língua, nem coisa alguma que nos recortasse de outros. Por isso, o que temos de original é sermos realmente muito antigos, sem razões de origem para o sermos. Dito doutro modo, é perdurarmos. Quase contra tudo, quase contra todos e quase contra nós, por vezes.
Se há «enigma português», é este mesmo. Basta e sobra, por ser quase inédito. Também para nos alimentar a esperança, que é o que sobeja dos impossíveis passados, para os impossíveis futuros. (...)
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"O melhor que temos para o futuro é tanta humanidade acumulada", in "O tempo pede uma Nova Evangelização" D. Manuel Clemente, Coordenação José Tolentino Mendonça - Paulinas 2013
Como é "bonita" a democracia portuguesa.
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