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Simplificando

por João Távora, em 16.07.15

No caso da Grécia, o problema da esquerda portuguesa e das suas "antenas" nos orgãos de comunicação social, é que, o aprimorar da tragédia Grega e a solução encontrada desacredita toda a narrativa utilizada contra a estratégia (bem sucedida) do governo português no resgate de Portugal. O resto é conversa.

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7 comentários

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De slade a 16.07.2015 às 12:42

Não é mal visto. Mas, se me permite, esquece um detalhe: o acesso!
Era fácil ganhar. As posições do governo encontraram eco nas posições do gigante europeu; as do Syriza enfrentavam essas mesmas posições com uma enorme disparidade de forças. Quem ia ganhar já se estava a ver há algum tempo. Mas habitualmente ganha quem tem melhores condições, não necessariamente quem defende a posição correcta. Eu não sei qual é esta última, só sei que não é por definição coincidente com a posição vencedora.
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De João-Afonso Machado a 16.07.2015 às 21:56

Caro Slade, desculpe a intromissão, mas V. é um agradável cavaqueador. Sou capaz de estar absolutamente de acordo consigo nessa sua última proposição: a posição vencedora não é, geralmente, a posição correcta.
E confirmo isto constatando que o grande vencedor é o Syriza. Vai conseguir manter o ritmo pedinchão da Grécia, fractura a UE (note que eu não sou um adepto deste clube; mas isso é conversa para outro dia) e ainda coloca o «politicamente correcto» que nos assola a bater palmas de compaixão pelos «humilhados».
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De slade a 17.07.2015 às 00:53

Todos temos as nossas fraquezas, caro JAM, uma das minhas é torcer pelo fraco contra o forte... Contra isso nada posso fazer - já não. Tenho de o assumir.
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De Laranjeira a 16.07.2015 às 14:10

A afinal o que Passos Coelho disse sobre ter dado uma sugestão que ajudou a resolver um ponto no acordo com a Grécia era verdade, como se vê no excerto em baixo da tradução da entrevista de Tsipras à televisão grega.


«"O [acordo] foi o resultado de uma pressão muito grande", disse Tsipras.
Particularmente difícil de 'engolir', assumiu, foi a imposição de criar um fundo de 50 mil milhões de euros com o resultado de privatizações, como Merkel exigiu. Um plano que, disse, podia "ser pior": "Numa primeira fase, os resultados das privatizações destinavam-se apenas a pagar dívida. Agora também vão para a recapitalização dos bancos", disse.
Fica assim implícito um elogiu à ideia assumidamente avançada pelo primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho.»


E no entanto vieram logo os invejosos todos gozar com o Primeiro-ministro. Todos os atrasados mentais usaram isso nas redes (anti)sociais para gozar com ele, e agora como farão? Mereciam o troco. Mas já quando o António Costa se comporta como um "emplastro" ao pé do Hollande, aí não falam.


http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=4678897&page=-1 (http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=4678897&page=-1)
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De luis miguel a 16.07.2015 às 17:11

"estratégia (bem sucedida) do governo português no resgate de Portugal" 

Muito cómico!!
brincadeirinha, certo?

"resgate" = humilhação


À Espanha não  se atreveram, é um país demasiado grande para se ajoelhar perante o fascista Schauble


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De Anónimo a 16.07.2015 às 23:59

Nesse caso não se humilhem.
Comam e bebam orgulho.
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De luis miguel a 17.07.2015 às 09:25

É isso é.
Até porque era a única maneira. A única. Não era um esquema de régua e esquadro a aplicar independentemente do contexto dos países, não! E não era nada dogmático o plano de """"resgate"""""
Nada dogmático.
E tinha em conta a classe média, que não é nada o motor da economia de um país, nem pensar.
E não atacava nada a função pública.
Essa gente que anda a parasitar o Estado

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