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Em tempos de pandemia não se brinca - eis o que é um aforismo do presente e do futuro também. A significar, com certeza, contenção nos actos e atitudes: quietinhos, que a saúde pública anda à deriva.
Depois, há um texto imbecil, vulgo Constituição da República (e ainda bem que é dela, e só dela) a assegurar direitos politico-partidários sobrepostos às garantias pessoais. Uma questão que foi polémica, in casu resolvida pelos constitucionalistas da maré.
In hoc casu, é do Congresso do PCP, uma confraternização de 600 camaradas, que resulta num escândalo político contra a sanidade nacional.
Acabo de ler agora, o Comité Central comunista foi reeleito. Vale o mesmo acrescentar, se moções houve, nessa festança, as mesmas foram aprovadas, também em conformidade. E que moções? Ressuscitando Cunhal, a velha parlenga - abreviada - sobre os direitos dos trabalhadores, o salário minimo, a banca por nacionalizar e a aleivosia europeia.
Ou seja, sempre mais do mesmo. Tanta encenação para quê?
Já que somos todos, cada um pelos seus direitos, do ponto de vista epidemológico já só espero, escassos tenham sido os delegados nortenhos. Nós por cá temos vírus que sobre.
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