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Salario Minimo

por Jose Miguel Roque Martins, em 23.09.20

Ou democratizamos o trabalho para todos ou aumentamos o salário mínimo. Ou temos uma política de inclusão de todos no mercado de trabalho, ou aprofundamos a diferença entre os que têm emprego e os desgraçados que não têm. Ou assumimos que é com redistribuição que se combatem desigualdades ou ficamo-nos pela mentira dogmática de que o custo do trabalho é indiferente para as Empresas. Ou queremos resolver problemas ou queremos fazer de conta que resolvemos.

Não é simplesmente possível ter as vantagens de uma estratégia e as vantagens da estratégia diametralmente oposta. Ou se aposta no emprego, com uma interrupção da subida do salário mínimo, ou apostamos no aumento dos benefícios dos que estão instalados, condenando os desempregados ás agruras da falta de dinheiro e de orgulho próprio.

Pelo que estamos a ver, em Portugal, não há meio de apostarmos no caminho certo. 



5 comentários

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De voza0db a 23.09.2020 às 22:53

Bom... É o artigo, felizmente curto, mais pró-escravatura moderna que li até hoje neste espaço!
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De Anónimo a 24.09.2020 às 07:12


Além do que aponta, também está na altura de se discutir a sério a política fiscal penalizadora e empobrecedora da classe média (e não só) deste país. 
É urgente combater esta pobreza que tarda a ser solucionada. E há soluções! Há países que o conseguiram. Deve ser lido este texto:


"Por outras palavras: são as políticas sociais, e não as políticas fiscais, que mais eficazmente contrariam a desigualdade. Infelizmente é um ilusão vinda das catacumbas marxistas que gravámos a pedra na Constituição e cujas teias de aranha ainda enchem as cabeças dos nossos políticos. Mas talvez fosse altura de começar a questionar seriamente esse dogma porque quando olhamos para o crescimento daqueles mesmos quatro países que adoptaram um sistema fiscal muito mais simples, a diferença é abissal. Nos últimos 20 anos estes quatro países duplicaram a sua riqueza, mesmo tendo, como nós de passar pelos anos da crise. Nós quase não crescemos".
             (José Manuel Fernandes , hoje no Observador):


https://observador.pt/opiniao/taxa-fixa-de-irs-primeiro-estranha-se-depois-entranha-se/



.
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De Anónimo a 24.09.2020 às 15:26

Certamente conhece este texto de M. Sousa Tavares "Os Velhos". Considero--o dos mais interessantes que tenho lido, no que respeita a propostas de medidas sociais e fiscais, pois estão muito adaptadas à nossa realidade, pois o "pacote" também contemplaria incentivos ao crescimento demográfico, um dos problemas (por resolver) mais prementes que temos, sobretudo por sermos um país tão envelhecido.
Ei-lo:


 https://estatuadesal.com/2020/08/29/os-velhos-2/
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De Jose Miguel Roque Martins a 24.09.2020 às 15:39

não conhecia mas passei a conhecer graças a si. E gostei muito. Embora, honestamente, acredito que o maior problema com que nos defrontamos ( sendo enorme) não é o envelhecimento da população. È um estado demasiado grande, ineficaz e sobretudo castrador da economia de mercado! 

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