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A Casa das Letras, do grupo Leya, acaba de publicar o livro de Jens Nordvig A Queda do Euro, um estudo cristalino e profundamente educativo sobre o nascimento, as promessas e a crise do Euro, e sobre os problemas graves que a Europa e a moeda única ainda têm que resolver, sob pena de morte.
É leitura obrigatória, um pouco assustadora, por vezes, mas (et pour cause) obrigatória.
Eis, entretanto, a curiosíssima história que Nordvig conta na página 222, datada de «uma das piores vagas da crise» inicial na Europa:
«Estava eu no meu escritório, quando me caíu do céu um email do gabinete do primeiro-ministro de um país da Eurozona (não seria correcto revelar qual) perguntando-me se eu "poderia facultar uma discriminação da nossa dívida segundo o direito estrangeiro e o direito nacional". Era uma situação bizarra. Era um pouco como receber um telefonema de Tiger Woods a perguntar quantos tacos de golfe tinha no seu saco.»
E, visto que «não seria correcto revelar qual», são as seguintes, portanto, as interessantes adivinhas:
- que gabinete de primeiro-ministro de que país quis analisar, como resulta da pergunta feita, a hipótese de saída do Euro ou de «reestruturação» da dívida, ou seja, optar pelo mesmo calote que enterrará por muitas décadas a Grécia?
- que gabinete de primeiro-ministro de que país era tão perigosamente irresponsável e, em última análise, tão risível, que contactava um perito internacional para lhe perguntar o que tinha lá no gabinete do lá primeiro-ministro, no seu saco de trapalhadas?
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Peço desculpa por o escrito não ter cumprido a fun...
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