Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]
![]()
Confrontado ontem pelo meu filho mais novo que no último ano se estreou a votar, procurando conselho para as eleições presidenciais de domingo e suas especificidades, acabei fazendo com a ajuda da minha mulher, uma análise na medida do possível isenta das opções em jogo. Tendo começado por referir a minha posição de princípio em relação ao regime de chefia de Estado a vigorar em Portugal, que ele bem conhece, chegámos à conclusão de que, os 4 candidatos com hipóteses de ganhar na 2ª volta, se encontram todos no espectro político do centro, na partilha dos valores fundamentais que regem a nossa democracia liberal. Tendo em conta que ao nosso Presidente da República não lhe cabe governar, nenhum dos quatro exibe diferenças de monta, que não sejam questões meramente de aparência pessoal. As dissemelhanças dos seus distintos perfis não fazem prever grandes disparidades no cumprimento do cargo. O que está em equação, portanto, é uma questão de mais ou menos empatia pelo personagem e sua pose. Daí que o meu rapaz poderá fazer a sua escolha sem dramas, foi a conclusão a que cheguei, para com os meus botões.
Ora, esta reflexão difere em grande medida com o dramatismo evidenciado na campanha eleitoral, que sucedeu mais de um ano de foco dos media no tema, um autêntico massacre de análises e argumentações que nos vem alienando do que é crucial para as nossas vidas nos dias que passam. Foi de facto berraria a mais por demasiado tempo sem um propósito útil que se alcance, a não ser uma furiosa competição por audiências entre órgãos de comunicação social e seus comentadores. Nada de fundamental esteve ou estará em jogo nesta eleição, apesar de algumas proclamações de jornalistas mais excitados. O caso não merece que se carregue nas cores e se acenem fantasmas.
Pela minha parte no domingo farei aquilo que sempre fiz desde 1986. Como monárquico não me deixo enredar na ilusão colectiva a que tanto aderem por esta altura. Só fico a rezar, que, seja qual vier a ser o próximo usurpador do Palácio de Belém, não nos envergonhe demasiado.
O ministro Adjunto e da Reforma do Estado, Gonçalo Matias, revelou no sábado que o Governo já está a preparar o voto electrónico.
“Estamos a trabalhar no sentido de ter um sistema, primeiramente numa fase piloto, para alargar a parte eleitoral à digitalização e ao voto electrónico”, afirmou.
A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.
Haver habitação digna a que todos têm direito segu...
Caro De cela.e.selaO Socialismo falhou, parcialmen...
Caro HPSMas é evidente que o "Preço" é instituído ...
em Coimbra caiu parte da 'Couraça dos Apóstolos' s...
os seus dirigentes estão em Bruxelas