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Estranhos são estes dias quentes e luminosos do Julho português, vividos entre a euforia duma improvável final do Europeu de futebol em Paris e a humilhação a que estamos sujeitos na mesma Europa por um endividamento descomunal que não sabemos por cobro. Salvaguardadas as distâncias dos dois eventos, acontece que, numa como noutra coisa, a redenção depende principalmente do que soubermos e estivermos dispostos a fazer. Essa é a grande lição que o futebol nos pode dar: o principal adversário somos nós próprios.
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