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Quem é que nos salva deste cíclico vexame?

por João Távora, em 19.12.20

bandeira rasgada.jpg

Se as campanhas eleitorais em geral não são um exemplo de seriedade política, as presidenciais em particular descambam demasiadamente para o disparate completo e as atoardas esgrimidas são de bradar aos céus. Uma lamentável comédia que mais se parece com um torneio de wrestling. No final, depois de insultarem a inteligência do eleitorado e vilipendiarem os votantes dos adversários, um deles vai por um ar sério para faze-los crer que é amigo de todos. Reconheço que este não é dos mais prementes problemas que o país enfrenta, mas não ajuda nada. 



3 comentários

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De Marques Aarão a 19.12.2020 às 16:57

É NATAL
Compra de silêncio ensurdecedor?
O papagaio desasado, depois de lhe caçarem mentiras a roçar o abjeto , é obrigatório que venha a terreiro mostrar o bico esfacelado, para confirmar ou desmentir os casos avançados nos sítios que alarvemente frequenta.
O poligrafo ainda quente, dará andamento a esse registo, que se espera desmascare de vez a pantomina comicieira com que um senhor cantigas se alimenta.
A baixeza desta alta figura. ao afirmar que nunca fala em casos em andamento na justiça, a propósito do seu alheamento do alegado assassinato do cidadão Ucraniano nas suas barbas, foi detalhadamente demonstrada, nomeadamente nos casos dos incêndios em Pedrogão, no acidente de Borba como na montagem circense de Tancos,
É forçoso que tudo seja desmentido ou desmascarado com o devido eco, em vez de fazer pairar um silêncio sepulcral a cobrir o pano de nódoa tão contaminada.
Nota breve:
Se este meu escrito não couber neste tema, ou se de qualquer modo deturpei o que vi e ouvi em mais que um canal TV, apresento desde já o meu pedido de desculpas.
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De Anónimo a 19.12.2020 às 17:54

os pulhiticos sociais-fascistas caminham nas patas trazeiras
uma burricada
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De Anónimo a 21.12.2020 às 00:25

Não percebo porque não se dá a conhecer mais, a família real portuguesa sobretudo os membros mais novos. Porque não tentam aproximar-se junto dos "media", por exemplo, através da escrita? Julgo que não lhes seria negado se o desejassem e seria uma forma de darem a conhecer como e o que pensam. Vivem num tal recolhimento, que os torna invisíveis aos olhos dos portugueses, reduzidos a uma quase inexistência. Quem não aparece, esquece. Hoje, a realidade que não se vê, não existe.
 A monarquia é essencialmente, proximidade e aproximação e não distanciamento. E os portugueses adoram isso, veja-se o envolvimento do povo com o Presidente MRS. No fundo, bem lá no fundo do nosso inconsciente colectivo, ele é uma espécie de sucedâneo da figura-arquétipo do rei. E ele, MRS, sabe-o ( não sei se explora isso ).
Se os portugueses, na generalidade, pouco sabem sobre a Monarquia, em parte também se deve a essa opção pelo quase "apagamento" face à vida do país e aos portugueses, criando neles desinteresse e falta de curiosidade e uma visão muito estereotipada e errada da família real. Poucos sabem que os seus membros têm uma vida, normal, que são pessoas muito atentas à realidade do país, muito activas, que se dedicam a imensas causas, mas tudo é feito com demasiada discrição. Não querendo ser figuras públicas (nem devem), mas, valha-me Deus, ao menos que alguém faça uma melhor gestão da sua imagem e com um pouco mais de.... "publicidade"!
Como pode alguma coisa diferente começar a germinar na mente dos portugueses se não conhecerem outras possibilidades? 


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