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Incomodam há tantos meses (mais de um ano, talvez!) que fica-se com a ideia de que obras realmente complexas precisariam de décadas para se concluírem. Em Lisboa, habituámo-nos?!...
É esse o triunfo de confiança e obra bem feita que fez António Costa decidir galgar um degrau de ambição política? Não conseguiu ele encontrar já nada que precise de ser feito em Lisboa, e por isso, insatisfeito com uma obra concluída, polida e embrulhada à qual já não conseguiria acrescentar, que ele decidiu tentar exercer os seus especiais dotes ao nível nacional (e internacional, representando o país...?).
Não parece!
No domingo, os cem metros de asfalto incompleto em São Sebastião da Pedreira estavam como hoje, quarta, os encontrei — com a especial diferença de que a ciclovia usada por centenas de milhar de lisboetas (é vê-los passar aos magotes...!) estar pronta a circular, mas a via para carros estar limitada e— sobretudo — ainda desactivada a paragem da Carris, deslocada para trinta metros adiante, sem banco e sem aviso adequado...
E queria ele organizar o transporte público na cidade!...
Os cartazes são os cartazes, as cartas são as cartas, mas nada suplanta a vida real e o que é tão mal feito. Parece mesmo de propósito, mas não é.
Mas se for maior e real, quem nos acudirá? Pensar nisso!
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