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Que bons que eles são!

por Jose Miguel Roque Martins, em 12.10.21

Captura de ecrã 2021-10-12, às 10.55.38.png

O congelamento de rendas, que parece não ter fim, é a eternização da violação ao direito à propriedade consignado na Constituição e na Carta dos direitos do Homem ( desde a república, passando pelo Estado Novo e confirmada pelo regime de Abril). 

A transferência, pelo Estado,  do pagamento de políticas sociais para os proprietários, que são assim roubados. Políticas sociais com o dinheiro dos outros é mais fácil. 

A discriminação Publica positiva de uma minoria ( os arrendatários anteriores a 1999), aumentando a desigualdade dos cidadãos perante a lei. 

A manutenção de uma má memoria que prejudica o mercado de arrendamento, "aconselhando" a intervenção do Estado em construção mais cara, aumentando a clientela dos partidos no poder, pelos poucos agraciados destas políticas. Mais custos, mais discriminação. 

Que bons que eles são! 

 

 



4 comentários

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De lucklucky a 12.10.2021 às 11:11

E a Iniciativa Liberal vai dizer nada e fazer nada.
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De Anónimo a 12.10.2021 às 13:45


A ler:


https://observador.pt/opiniao/pantano/


Mesmo assim não aprendemos nada.
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De Anónimo a 12.10.2021 às 14:02

Deixe lá, anda tudo feliz e contente. 'Tá-se bem! Comem e calam, porque não foi o Passos Coelho.
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De Anónimo a 13.10.2021 às 09:32

Por essas e por outras manhas é que o PS vê sempre as maiorias absolutas por um canudo. (Em quase meio século teve-a 1x). Agora estas medidas clientelares mascaradas de generosidade "social", são um disfarce do ludíbrio e da desfaçatez e só contribui para o descrédito.

Este "vender gato por lebre" tem os dias contados. Porque apesar de tudo, os portugueses estão mais atentos, embora na generalidade votem só com os bolsos. Por enquanto ainda acham que devem votar neste partido que lhes "dá" umas coisas, às vezes só migalhas como chamariz, mas é uma satisfação imediata no curto prazo. Ora o PS tem explorado como ninguém essas características da sua "clientela", e joga com elas a seu favor, prometendo papas e bolos para retirar vantagens eleitoralistas. (Por alguma razão são demagógicos e exímios propagandistas da banha da cobra). 
 Mas os portugueses, nada tolos, uns finórios já com muito traquejo, lá no fundo, não confiam nada nesta gente. Aproveitam-se, mas sabem que esta  generosidade é fictícia, não sustentada, e que este é um partido  inconsequente, que promete à fartazana e tanto "dá" levianamente _ quando lhe convém _  como simultaneamente é um partido sem projecto, sem rasgo, sem um assomo de grandeza para o país, que nos condenou à pobreza e ao declínio, que malbaratou os recursos, esbanjou a pouca riqueza produzida, que dissipou quantias astronómicas vindas das ajudas externas (e vamos ver com a "bazuca"!) e nos colocou na cauda da "liga dos últimos".  
Não duvido que esta gente esteja a prazo. O país não pode continuar assim.
AP

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