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Da apropriação do combate à violência de género – combate que todos partilhamos — passou-se uma linha também ela violenta. E que linha é essa? A de que em matéria de educação, a liberdade tem de ceder diante de ideias que são no mínimo discutíveis. A linha de que basta a autoridade para se impor um caminho que assenta numa determinada concepção do corpo, da pessoa, da vontade e da liberdade. A de que o Estado se pode intrometer nas questões mais vitais, como se estivesse melhor colocado e soubesse avaliar melhor o que é bom para cada criança.
É natural que este combate indigne tantas famílias, pois o que está em causa são direitos elementares das crianças, que à família, em primeiro lugar, cabe proteger. É a Declaração Universal que determina que a família tem direito a ser protegida diante do Estado, Estado que, ao contrário do que estabelece a Constituição da República Portuguesa, está mesmo a programar a educação segundo diretrizes filosóficas, políticas e ideológicas.
A ler na integra o Filipe Anacoreta Correia, aqui.
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