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Presidenciais

por João Távora, em 09.01.21

Vale o que vale, não voto em nenhum, mas se quiserem saber, eu até teria muito gosto receber o Marcelo Rebelo de Sousa a jantar cá em casa com os meus filhos à mesa, talheres de prata e tudo. A Ana Gomes jamais concederia tal privilégio, assim como a André Ventura. Esses nem com loiça de plástico. Estando os miúdos na cama e com explicito acordo da minha mulher (não lhe perguntei) talvez concedesse esse privilégio a Tiago Mayan e a Marisa Matias. De resto, os Duques de Bragança sabem bem como a minha humilde casa será sempre a sua casa com enorme honra e sem qualquer reserva.
Simplificando, se somos todos portugueses e essa for a Causa, para mim é tudo uma questão de boa educação.



14 comentários

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De Marques Aarão a 10.01.2021 às 07:51


OLHÓ PASSARINHO 
Marcelo não passa de um ator sinistro, com aquele sorriso montado, hipócrita e manhoso ao ouvir nos debates quem o enfrenta, deixando frequentemente cair a máscara quando alarvemente os interrompe numa postura professoralmente ameaçadora de vara em riste. 
Como se em vez de concorrente fosse comentador e sentenciador implacável, à revelia dos princípios que não se cansa de apregoar . 
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De zazie a 10.01.2021 às 09:52

O André Ventura não, porquê?
Acha que é labrego e podia desatar a comer com as mãos à mesa?


ahahaha
Já me ri com este post matinal. Obrigada :)
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De Anónimo a 10.01.2021 às 11:13

Para sua casa convida quem quiser ! Eu não escolheria o seu convidado !
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De Anónimo a 10.01.2021 às 11:21

Estou inteiramente de acordo com tudo o que disse. Certeira a sua frase final. Numa época em que tudo se estandardizou e as pessoas mal se diferenciam umas das outras, sem dúvida que a Educação é, hoje, praticamente o único elemento de distinção pelo qual as pessoas marcam as diferenças (de classe social inclusive). 
A educação é um bem escasso, que não está à venda e por isso não pode ser comprado, nem mesmo nas Universidades, conforme se viu e o sr. referiu. Uma constatação: uma pessoa pode chegar longe profissionalmente, ser muito viajada, uma vida confortável, mas... sem educação estará sempre em desvantagem. Ficou isso demonstrado nos debates, porque esse handicap expõe algum primarismo, no sentido de pessoas menos civilizadas, mais incapazes de se adequar às situações. Como MRS disse à Sra. Embaixadora "não vale tudo em política". E disse tudo sobre limites e auto-controlo.  E não se estava a referir a "boas maneiras" mas à índole.

Por tudo isso e para que as gerações mais novas não tenham de assistir um dia a maus exemplos nos "frente-a-frente" do futuro, suscitou-me uma questão: não consigo perceber porque é tão desvalorizada e nunca é dado nenhum relevo à questão da Educação nos programas escolares, incluindo-a por ex. na tão polémica disciplina de Cidadania. Tanto se fala em desigualdades e diferenças sociais e descura-se sempre o tema da Educação tão ligada ao Respeito pelos Outros, que devia ser igualitário e cuja falta  só traz inconvenientes e desvantagens, pois acaba quase sempre por se repercutir nas relações interpessoais. Falta essa que está na origem de comportamentos potenciadores de conflitos que tantas vezes descambam em atitudes violentas, sejam  verbais ou outras, o bullying, a violência doméstica, etc. 
A escola teria aqui um papel importantíssimo nesse combate.
Julgo que seriam temas imprescindíveis nos curriculos escolares e seria uma forma de dar alguma utilidade à tal disciplina de Cidadania pois seria um bom ponto de partida, através da Escola, começar-se a a "corrigir" desde cedo algumas dessas disfuncionalidades sociais, porque uma coisa é certa: 
 o carácter é moldado pela Educação também.
(Peço imensa desculpa por este "lençol", mas alguns dos debates levaram-me a esta reflexão).
A. Ponte
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De Anónimo a 11.01.2021 às 00:32

Educação vem do berço
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De Anónimo a 11.01.2021 às 10:00

A Educação devia ser um "bem" ao alcance de todos, sobretudo porque é uma enorme lacuna naqueles que, infelizmente, não a têm a partir de casa, por várias razões. A escola pode e deve esbater mais essa "grande" diferença. 
Por isso seria essencial   "d e m o c r a t i z a r"  a Educação. (siblinhado)

Ser gentil, ser amável, ser cordato/a são tudo formas de aprendizagem de respeito pelos outros.  A escola pode dar essas ferramentas. Tudo se ensina. Tudo se corrige. Tudo se aprende.
Se as crianças aprendem facilmente regras que as disciplinam para que as "linhas vermelhas" não sejam ultrapassadas (sejam as de circulação, as do trânsito, sejam as da reciclagem ou do respeito pelo espaço circundante) porque não também aprenderem a interiorizar as regras de educação e da boa convivialidade? Facilmente assimilariam que é um Valor importante para se viver em harmonia com os outros. 
Quantos conflitos se dissipariam? Quanta violência seria eliminada ou minimizada?


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De Anónimo a 11.01.2021 às 12:09

"A educação vem do berço". Sem dúvida que isso facilita, porque as regras são ensinadas e aprendidas em casa. Mas àqueles que não têm quem os eduque em casa, a Escola pode desempenhar aí um grande papel, também pode ensinar. Suponho que traria resultados surpreendentes à sociedade. 
Não dou grande importância ao "muito ter" se a pessoa for grosseira.


Diz-se que para se definir a que "patamar" ascendeu uma Civilização, um Povo se deve aferir, primeiramente o seu grau de Educação e de Civismo. São ambos a pedra-de-toque, pois dessa avaliação se  pressupõe o seu grau de sofisticação, uma vez que a Educação e o Civismo requerem a aprendizagem de Códigos no "trato"  entre as pessoas e das Regras de cordialidade que se dispensa aos outros. No fundo, é um Regulamento não escrito que procura "ajustar" os usos e costumes ao Bem Comum e "nortear" as relações entre as pessoas para melhorá-las.   
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De Anónimo a 10.01.2021 às 11:51

Já me fez rir, porque me lembrei que em minha casa quando se queria dar a entender que uma pessoa não tinha educação, não se dizia abertamente, apenas "saberá usar os talheres?"
Parece-me cruel, hoje, mas de facto era assim.
Bom domingo!
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De Anónimo a 10.01.2021 às 15:06

sinceramente não compreendo como um Monárquico , defensor do reinoindependente de Portugal, pode convidar alegremente um PR que entregou a independência de Portugal ao imperialismo alemão. além de ser um mentiroso compulsivo 
Gonçalo Sequeira Braga 
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De João Távora a 10.01.2021 às 17:28

O meu critério é o da boa educação. Um jantar é só um jantar e não compromete a ninguém a mais nada que seja aquele nobre convívio. 
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De João Távora a 10.01.2021 às 17:31

Para mais, tenho testemunhas de que poucas vozes em república a presidencia tem sido tão cortês e leal com a Casa Real Portuguesa quanto a de Marcelo.
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De Marques Aarão a 10.01.2021 às 18:40


RECEITA ÚNICA 
Confinamento  geral, incluindo escolas cujas férias grandes seriam antecipadas a começar às 00H00M de amanhã,
Considerar apenas exceções para atividades inadiáveis e pessoas envolvidas nos respetivos serviços.
Cuidar de compensações para empresas e famílias com carências insuportáveis de vária ordem facilmente identificáveis. 
Igualmente assumir  suspensão temporária da constituição, estritamente em  casos que possam prejudicar com inegável evidência  o combate inadiável à praga que nos assola e que vemos de braços cruzados a crescer diária e dramaticamente. 
Incrível como perante um calamidade desta natureza se pode alegar que a ,lei mais importante do país constitui um grande embaraço para um cabal combate à mortandade que teima em não nos deixar. 
Nesta circunstância entraria sem objeções credíveis o adiamento das eleições presidenciais.   
Tendo plena consciência de ter feito agulha para carris não frequentados, de Marcelo a Tino, o candidato que venha a terreiro defender  medidas desta ordem  teria seguramente o meu voto, que só por si nada vale. 
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De Anónimo a 11.01.2021 às 02:24

Deixo aqui uma forma de podermos melhorar o que não está ao nosso alcance https://peticaopublica.com/?pi=PT104953
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De Anónimo a 11.01.2021 às 13:05


Por falar em educações (e sua eventual ligação a "violencias"...)
Sou mulher e em minha casa, ensinou-se aos rapazes que "numa menina não se toca nem com uma flor".As feministas mais inteligentes, as que pensam pela própria cabeça, verão que aquela frase só tem uma leitura: era todo um "programa" que prevenia a violência contra as mulheres e promovia o respeito por elas. As mulheres que foram educadas num ambiente em que são respeitadas, tornam-se seguras, sem medos  _ e sobretudo e o mais importante _  é que foram formatadas para que não lhes passe pela cabeça submeterem-se e/ou sujeitarem-se a qualquer tipo de violência. 
Mas as feministas mais destituídas, as que seguem aquele guião cheio de clichés, verão naquela frase a inferiorização das mulheres e a sua discriminação pelo heteropatriarcado machista. 
E os resultados estão à vista de todos, quase diariamente.

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