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Poucos mas Poderosos

por Jose Miguel Roque Martins, em 26.01.21

Quando somamos os resultados de Ana Gomes, Marisa Matias e de João Ferreira , obtemos cerca de 20% dos votos expressos. São apenas 1 em 5. E no entanto, tanto mal conseguem fazer......

O PS, tem alguns socialistas verdadeiros. Daqueles que continuam a militar numa ideologia já desacreditada pela História. A maior parte, serão sociais democratas e outros são do PS, porque sempre o foram. Bom seria que a maioria migrasse para o PSD, que por sua vez fizesse a purga daqueles  que são mais á direita do que o centro tão desejado pelo seu Líder, Rui Rio. Hoje, os sociais democratas votam no PS, porque sabem que na sua maioria, os apoiantes do PSD, estão, de facto, mais à direita.

Conseguir-se-ia, desta forma, arrumar a perfeita complicação instalada e passarmos a ter um quadro representativo das grandes correntes ideológicas: os Comunistas, os Socialistas, os Sociais democratas, os Liberais e os Conservadores. Para além, claro está,  dos pouco úteis populistas ( bloco de esquerda e Chega)  que com uma clarificação talvez perdessem momento. Nada disto vai acontecer rapidamente.

 No entretanto, floresce o populismo, ninguém sabe em que vota e, no final, uma pequena minoria,  a ala esquerda do PS, os comunistas e o bloco de esquerda, manda nisto tudo. Poucos mas poderosos.

 

 



9 comentários

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De Olympus Mons a 26.01.2021 às 12:58

José Miguel... it follows ao seu post a importância do CHEGA e do André Ventura. 
Quando Assunção Cristas decidiu que o CDS ia disputar com o PSD o eleitorado deixou a direita órfã.  E se o Ventura fizer a sua parte a direita , agora mais verdadeira que nunca, irá voltar ao poder. Sem isto, levaria décadas.


Ao final do dia, as coisas são como são. 
Já agora..
<b>https://barradeferro.blogs.sapo.pt/the-plot-thickens-83797
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De Anónimo a 26.01.2021 às 13:03

Desde que o Rui Rio disse que o PSD não era de direita, eu abandonei o partido. O mesmo fizeram outros como eu que, pelos vistos, enganaram-se na porta... Depois admiram-se que o partido não descole.
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De Anónimo a 26.01.2021 às 15:03

corrijo: do centro direita
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De Anónimo a 26.01.2021 às 16:04

 O PSD continuará metido numa alhada enquanto mantiver esta espécie de encantamento com os socialismos, numa embrulhada que recusa ao "seu" partido "veleidades" de centro-direita.  
Se NÃO se demarcar  U r g e n t e m e n t e   &    I n e q u i v o c a m e n t e   afastar-se dessa pseudo-ideologia socializante  &  não regressar à sua marca de identidade, ao centro-direita, com o qual os eleitores desde sempre se identificaram, Então, nesse caso, tenho más notícias para Rui Rio: continuará a perder votantes, porque os eleitores tradicionais não têm nenhum tipo de afinidade com as ideologias socialistas ou áreas afins.
Parece que Rui Rio ainda não atingiu porque desertaram milhares e milhares de eleitores do PSD. Tão simples quanto isto: sentem o seu partido numa indefinição, desfigurado, adulterado, portanto já  não se revêem nele. Será que lhe custa assim tanto a perceber?! Ou se arrepia caminho ou esta sangria continuará a correr para outro lado, como está a acontecer.
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De Anónimo a 26.01.2021 às 16:32

O PSD que acelere ou já não tem muito tempo para se refazer. Queda do governo e eleições antecipadas esperam-nos em 2022.
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De Anónimo a 26.01.2021 às 22:10

para a esquerda  prevalece o otimo de pareto ( tivesse a pseudo atriz estudado matematica!)
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De Octávio dos Santos a 27.01.2021 às 00:15

«Bom seria que a maioria migrasse para o PSD, que por sua vez fizesse a purga daqueles  que são mais á direita do que o centro tão desejado pelo seu Líder, Rui Rio. Hoje, os sociais democratas votam no PS, porque sabem que na sua maioria, os apoiantes do PSD, estão, de facto, mais à direita. Conseguir-se-ia, desta forma, arrumar a perfeita complicação instalada e passarmos a ter um quadro representativo das grandes correntes ideológicas: os Comunistas, os Socialistas, os Sociais democratas, os Liberais e os Conservadores.»


No meu artigo «Um Presidente por um Rei», publicado no Público em Junho de 2012 e incluído no meu livro «Um Novo Portugal», editado também naquele ano, eu já chamava a atenção para a necessidade de reordenar o espaço ideológico-partidário português, de preferência no âmbito de uma mudança de regime:


«Outro erro de muitos monárquicos portugueses é pensarem e agirem como se os actuais e principais partidos políticos da República tivessem lugar e legitimidade numa Monarquia. Mas não têm. Recorde-se que, aquando da implantação da República, e, depois, dentro desta, nas transições entre primeira, segunda e terceira "versões", quase todos – se não mesmo todos – os partidos que existiam foram extintos e outros foram criados. Assim, porque teria o período posterior à restauração da Monarquia de constituir uma excepção? Portanto, todos os partidos que desde 1974 elegeram deputados para a Assembleia…da República teriam de ser, igualmente, extintos. Isto não quer dizer que deixariam de existir partidos democratas-cristãos, liberais, sociais-democratas, socialistas e até comunistas. Não se trataria tanto de uma ilegalização mas, sim, mais de reconfigurações, de "refundações" partidárias, que teriam a vantagem, entre outras, de corrigir um "desvio à esquerda" no sistema resultante do 25 de Abril de 1974 e que dura até hoje, em que (quase) nenhum partido podia ser de direita e assumir aquilo que de facto era, e é: um partido comunista que é socialista, um partido socialista que é social-democrata, um social-democrata que é liberal, e um "do centro" que é conservador e democrata-cristão. Assim, o CDS-PP poderia absorver a "metade mais à direita" do actual PPD-PSD; a "metade mais à esquerda" deste juntar-se-ia à "metade mais à direita" do actual PS; e a "metade mais à esquerda" deste juntar-se-ia a bloquistas e a comunistas, que poderiam continuar a solidarizar-se com ditadores e terroristas.» 

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De Anónimo a 27.01.2021 às 15:17

Estamos mesmo de acordo!
jose miguel roque martins 
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De Rogerio Castro de Seixas a 27.01.2021 às 18:16

Poderia concordar com a solução proposta pelo Sr Octávio Santos, mas  o PPD formou-se á custa do medo que o pós 25 de Abril impôs ao País, pois todos os que não eram comunistas, atiraram-se uns para o partido Socialista , incluindo alguns verdadeiros socialistas claro, e a maioria para o PPD até porque na altura os partidos mais à direita foram perseguidos. Só quase um ano depois com o CDS  se acolheram os restantes , digamos os mais corajosos do sistema (áparte os anteriores membros dos partidos de direita que foram proibidos e perseguidos). No PPD estão como nos clubes de futebol, a maioria não conhece as regras do jogo só querem ganhar  ( e muitas vezes em proveito próprio como se viu), só sairão face a uma crise enorme do partido .

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