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Ninguém me pode “acusar” de ser um ecologista, daqueles que amam a natureza mais do que a espécie humana. Os meus instintos naturais de protesto vão contra a falta de liberdade, desperdício de bem estar, pobreza , violência, minorização da educação, radicalismo e injustiças várias. São estes os meus temas preferidos.
Gostaria por isso que, questiúnculas de baixa política, pequenas tricas, mentiras e mal feitorias de pequenos vilões, os dramas do futebol, não serem o assunto predilecto dos jornais, comentadores e das pessoas em geral. Para meu gosto, parecem-me assuntos menores.
Em importância de assuntos que discutimos, na minha perceptiva existe uma pirâmide invertida. Discutimos em quantidade e intensidade, assuntos que me parecem menores e relativamente menos importantes do que outros.
É evidente que são perspectivas pessoais. Mas há assuntos seguramente mais importantes do que aqueles a quem eu atribuo a maior importância, e que ainda são normalmente mais ignorados.
Dentro deles, destaco o problema ambiental. O aquecimento global é uma realidade, em que a esperança é mesmo a de que seja provocada por nós. O problema da água, é ainda mais grave.
Ao contrario de outros assuntos, é a sobrevivência da espécie que está em causa.
Falar de questões tão dolorosas é muito humanamente evitado. A aparente falta de urgência do problema é ilusória. Precisamos de décadas para nos prepararmos e não parece que os esforços actuais sejam próximos dos suficientes.
Há soluções que não passam por voltarmos ao tempo das cavernas, como parece ser protagonizado por tantos. Mas para isso, temos que começar a trabalhar já, de forma séria. A alternativa será condenar a Humanidade.
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