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Património Espiritual da Portugalidade

por João Távora, em 25.10.16

 

Veja aqui uma síntese da alocução proferida por S.A.R. Senhor Dom Duarte Duque de Bragança na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa no passado dia 19 no âmbito da Conferência "Património Espiritual da Portugalidade". Nesta intervenção o Chefe da Casa Real Portuguesa, profundo conhecedor e incansável paladino do vasto mundo português, desenvolve uma importante reflexão sobre o valor de uma cultura que se universalizou, dos traços impressivos que a expansão portuguesa deixou e da síntese que resultou do encontro com culturas africanas, americanas e asiáticas. 

 



5 comentários

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De João. a 25.10.2016 às 17:02

Porque será que sua excelência nunca fala do subdesenvolvimento brutal em que a monarquia deixou Portugal em 1910? Têm sempre que ir a 500 anos atrás, aos descobrimentos e mais o quê. Porque não recuar 120 anos e fazer o retrato do nossa miséria. No ano de 1900 mais de 70% dos tugas não sabiam ler e escrever. A monarquia moderna em Portugal falhou redondamente.


E depois levar com um slide show das férias do homem é uma xaropada daquelas.
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De João Távora a 25.10.2016 às 18:02

Portugal em 1910 estava na mediania dos restantes países europeus - é só consultar os números, João. Os dezasseis anos que se seguiram criaram um fosso que só recentemente foi recuperado.
De resto só me admiro de o ter aqui tão amiúde sempre confrontando-se com conteúdos  que o desagradam. Ou é pago como vigilante?
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De João. a 26.10.2016 às 07:08

Se eu fosse pago como vigilante com certeza que não diria que era pago como vigilante o que não quer dizer que eu não seja pago como vigilante uma vez que posso estar a sugerir não o ser, sendo. Depois não é verdade que esteja aqui tão amiude. Já estive mais. Agora venho mais esporadicamente. E quanto a comentar conteúdos que desagradam é o que o blog faz diariamente. Considere isto uma homenagem de minha parte.


De resto, de todo estava Portugal na mediania dos outros países. Estava na mediania do mundo, é verdade, mas também havia muito mundo sem saber ler e escrever, mas muito longe dos países mais desenvolvidos e não só. Até no Brasil havia menos porcentagem de analfabetos (65%) em 1900 do que em Portugal (75%). 


Read 'em and weep:


http://unesdoc.unesco.org/images/0000/000028/002898EB.pdf



https://ourworldindata.org/literacy/
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De António Sousa Leite a 26.10.2016 às 00:59

O que mais impressiona é a familiaridade com que o SAR fala de todas estas comunidades! A confirmação de um rei enquanto chefe da grande família que é um povo.
Só tenho pena de não ter podido assistir. Não existe por acaso vídeo do resto da palestra?
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De Anónimo a 26.10.2016 às 08:54

António Sousa leite, fale só por si. Eu não o reconheço como rei, nem, muito menos, como chefe da minha família. Já tenho um pai, obrigado.

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