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Foi uma surpresa a caneta nova, a lapiseira a acoolitá-la, uma vontade súbita de escrever correndo desenfreada para o papel. Há viveres insubstituíveis, palavras em azul deslizante, dedos rendidos ao encanto da caneta a estrear. Ponto final.
Parágrafo. O sonho dura a noite inteira e acorda impaciente. Restam poucas páginas do caderno mas os matinais afazeres nelas cabem decerto. Ouvem-se riscos de fúria mal contida, indignados pontos de exclamação, o campo é tema, o frio destes dias também.
Parênteses. A garça real não dorme e enche o céu com as suas asas. Foge num vagar inultrapassável para o lugar oposto da fotografia. Não há tempo para vírgulas quanto mais para esperar o seu regresso.
Já a caneta deambula, dança e palra no abraço apaixonado dos dedos, um rasto sempre azul a marcar a brancura e o palco onde soam ideias em nexo menor. Fim de citação.
Post scriptum: nem tudo a invernia mata. Sobram lirios e a fartura das águas encasacadas nos limos.
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