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Se Passos Coelho disponiblizou os seus bons ofícios nos propósitos negociais de Lula? É certo, os tempos que correm não aconselham se ponham as mãos no fogo por alguém. Mas a notícia vem de passeio com outras proezas em terras lusas do fabuloso brasuca e não parece levar a lugar algum. Senão a um intencional desafogo de Sócrates & Cª...
A comparação entre um e outro - Sócrates e Passos - apela mais aos sentidos do que às palavras. É vê-los e ouvi-los. É como destrinçar Paris de Massamá.
(Massamá? Como lá se chegará? De comboio, pela Linha do Corgo, não?).
De resto, os exitos de Duarte Lima, Dias Loureiro, Isaltino, serviram para exemplo. Passos goza ainda de uma outra imunidade: não é amigo de Soares. Curiosamente, a sua inexperiência política fazia-o parte do plano de regresso de Sócrates, confrontado com a impossibilidade de financiamento externo em 2011 e as agruras do PEC-IV. Mas Passos aguentou a legislatura e tudo suportou, incluindo Portas e a Intersindical (que ao intervalo se refrescou com a substituição de Carvalho da Silva por Arménio Carlos).
Agora disputa com Costa, quase de igual para igual, as próximas eleições. E obriga os socialistas a prodigios de imaginação para se agarrarem a algo que os transforme em alternativos. Talvez por isso Passos seja merecedor de se ir lá, em Outubro, dar-lhe um votozito.
Começo a pensar de que...
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