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Pandemia em Portugal: Se alguma coisa pode correr mal, corre

por Maria Teixeira Alves, em 23.01.21

Coronavirus-Covid-19-DNA.png

Este texto não pretende crucificar governantes, nem o chefe do Estado, em véspera de eleições presidenciais. Pretende antes alertar para os efeitos de sermos um país que peca por amadorismo. Amadorismo esse que, se em situações normais, conduz ao aperfeiçoamento do "desenrasca", em situações graves tem efeitos devastadores.

O que falha nesta gestão da pandemia? 

Falha o estudo de medidas cirúrgicas, que, por um lado seriam mais eficazes para conter a pandemia, e por outro, menos danosas para a economia.

Reparem, não se impõem os testes massivos por concelhos (com o encerramento até aos resultados), o que, pelo menos, permitiria detectar as cadeias de contágio.

Não se impõem os testes rápidos a todas as pessoas que entram em Portugal. Sabem que em alguns países emergentes se compram os testes para se poder viajar? Não será importante que a testagem seja feita à chegada?   De que vale fecharem restaurantes, cafés e lojas se o vírus entra pelas fronteiras e passa concelhos livremente? Portanto mata-se a economia e o vírus continua alegremente a espalhar-se.

O Natal foi trágico por causa da abertura dos concelhos? Não digo que não (foi de facto uma imprudência não fechar os concelhos quer no Natal quer na Passagem de ano). Mas pior do que isso é a falta de controlo no aeroporto. Numa altura em que vêm pessoas de todos os lados do mundo passar o Natal a Portugal qual foi o controlo que foi feito? Pouco ou nenhum. Como é que entram as variantes do vírus do Reino Unido, África do Sul e Brasil, se não for através da entrada de pessoas que vêm do estrangeiro com o vírus?

Falta profissionalismo também na gestão dos casos de isolamento profilático (as pessoas são deixadas em casa 14 dias sem qualquer acompanhamento, sem qualquer prescrição de testes). Mas essas pessoas têm filhos que continuam a circular. 

Porque se há-de demonizar os testes rápidos em farmácias? Será para agradar aos grandes laboratórios? Porque é que neste momento não há testes rápidos em todas as farmácias?

Porque não se facilita o acesso aos testes? Já nem peço que a UE suporte o custos dos testes de modo a que cheguem gratuitos à população, mas que isto não era má ideia, não era.

Em setembro, no regresso às aulas, não era de terem imposto a testagem nessa altura? Só quando quiseram manter as escolas (em janeiro) é que se lembraram dos testes rápidos nas escolas?

Porque razão se há-de fechar as praias (quando já se sabe que o mais eficaz contra o vírus é o sol e a sua vitamina D)? Porque se fecham os paredões, os jardins e os campos de ténis - e outros - ao ar livre? Qual o efeito prático disso na contenção da pandemia? Porquê proibir os cafés ao postigo? Qual a racionalidade disso quando antes as pessoas ficavam numa fila gigante para ir ao supermercado antes do fecho imposto às 13 horas?  

Porque se há-de fazer um encerramento cego de tudo? Só para agradar a comentadores e à indignação do Twitter?

Medidas que têm um custo muito elevado (porque a pobreza provocada pelo lockdown levará décadas a desaparecer) têm de ser tomadas com base na racionalidade o mais científica possível, de modo a só fechar aquilo que é mesmo uma zona de risco e deixar a funcionar o que tem pouco efeito prático na contenção da pandemia. 

Nem tudo é mau. Algumas coisas são de elogiar. Como por exemplo o teletrabalho obrigatório.

Mas já os transportes públicos deviam ser como os restaurantes, e terem um número limitado de lugares disponíveis. No entanto andaram a abarrotar o ano todo, como sempre.

Correr atrás do prejuízo é o maior pecado português e agora mais do que nunca são visíveis as consequências dessa característica cultural.

Falemos agora do impedimento do ensino online? Diz o Governo que é para não cultivar o fosso social entre os mais ricos e mais pobres (esta mania da esquerda de nivelar por baixo).

Deixo aqui um post publicado no Facebook, que relata mais uma vez o problema do amadorismo português em relação a isto das escolas.

Portugal precisa de 15 dias, para conseguir dar aulas à distância num país de 10 milhões de habitantes. "Aqui no Reino Unido com 65 milhões, Boris Johnson , que a imprensa tanto gosta de gozar, fê-lo num dia".

"Qual é a diferença? Tudo foi antecipado, professores receberam treino de Microsoft Teams, as escolas organizaram a aquisição de laptops ou tablets para os alunos que não tinham qualquer meio. Foram criadas escalas de serviço entre professores para receberem um reduzido número de alunos vulneráveis ou filhos de trabalhadores essenciais (saúde, polícia etc).
Na escola onde trabalho, até se organizou a recolha e distribuição de alimentos para alunos carenciados.
Não se esperou para fechar escolas e depois reagir. Preparou-se a eventualidade com semanas, se não meses de antecedência.
Estamos a chegar ao primeiro ano de pandemia e o incompetente governo do indigente intelectual Costa não se preparou, e continua sem se preparar. Precisa de 15 dias para tentar ganhar tempo e sair com mais uma ideia genial, "férias de emergência" no fim terá uma amálgama de aulas a entrar pelo verão adentro.
Portugal é desgovernado aos repelōes, mais interessado em passar o tempo a atacar um deputado, a colorir bocarras com baton ou a passar leis à surra no meio da confusão institucional em que se vive, como foi o caso da lei da eutanásia.
O povo ressona, e a mancha vermelha avança".

 

***

Não vou atribuir uma autoria, porque não pedi autorização. Mas este testemunho dá uma ideia de como o nosso país funciona mal e é por causa disso que vamos pagar um preço muito mais alto do que os nossos pares europeus.

 
 



30 comentários

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De balio a 23.01.2021 às 17:46


testes rápidos a todas as pessoas que entram em Portugal


Testes feitos onde? No aeroporto à chegada? Supondo que o teste dá resultado positivo, o que se faz à pessoa (supostamente) contaminada? Aprisiona-se-la? Isso seria legal? Se não se aprisiona a pessoa, de que vale saber que ela tem (presumivelmente) o vírus?


A mim isso parece-me uma treta. Pode-se é exigir um teste feito na origem, antes de embarcar no avião.
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De Maria Teixeira Alves a 23.01.2021 às 22:18

Fica em isolamento profilático. Óbvio 
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De balio a 26.01.2021 às 11:37


(1) Resta saber se a pessoa cumpre o isolamento. Uma pessoa que vem do estrangeiro para Portugal vem, presumivelmente, para se encontrar cá com alguém. Não vai facilmente aceitar ficar em isolamento.
(2) Portanto, o que seria preciso seria isolar a pessoa à guarda do Estado, num hotel. Mas isso é caro (é preciso pagar o hotel). E isso é ruinoso para Portugal como destino turístico. Dificilmente um turista se arrisca vir para Portugal sabendo que à chegada se arrisca a ser feita prisioneira num hotel.
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De Maria Teixeira Alves a 23.01.2021 às 22:26

O que se faz se der positivo? Fica em isolamento profilático. Óbvio 
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De Patrícia Mira Ferreira a 24.01.2021 às 10:32

O meu filho vai para a Noruega na 5a feira:
Teste à saída com menos de 24 horas.
Teste à chegada.
Vai de autocarro do aeroporto para um hotel covidário, onde ficará 10 dias, seja o resultado do teste feito no aeroporto em Oslo positivo ou negativo.
E só aí os tios o podem ir buscar ao hotel. O hotel é pago por nós, embora o valor seja em parte comparticipado pelo estado norueguês (o meu marido e o meu filho têm dupla nacionalidade, também são noruegueses). As regras são claríssimas, existem sites em norueguês e inglês a explicar tudo mal novas regras são definidas. 
Nos países civilizados é assim que se faz...
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De Anónimo a 24.01.2021 às 23:18

Não percebo para que servem os testes se independentemente do resultado é preciso cumprir um isolamento  de 10 dias. 
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De balio a 23.01.2021 às 17:49


Porque é que neste momento não há testes rápidos em todas as farmácias?


Se houvesse, as pessoas estariam interessadas em fazê-los? Para quê? Para poderem ter o prazer de depois ficarem 15 dias fechadas em casa? E ainda terem que pagar o teste que lhes dá acesso a esse direito?
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De Maria Teixeira Alves a 23.01.2021 às 22:19

Claro. Sempre que estão com algum contaminado, sempre que se sentem doentes. Muito melhor do que andar a visitar família e amigos com o vírus sem saber
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De Carlos Sousa a 23.01.2021 às 17:50

Há muita coisa que está mal nesta gestão da pandemia, mas tirar conclusões de premissas erradas não é de certeza a melhor forma de analisar o problema. 
Se como querem fazer crer o Natal e o Ano Novo são responsáveis por este aumento de infecções e mortes, porque carga de água é que o brutal aumento de infecções e mortes se está a dar em lares?
Se dizem que o relaxamento das medidas no Natal e Ano Novo aumentaram substancialmente as infecções porque carga de água não adiaram as eleições?
Está uma estória muito mal contada e penso que não devemos entrar em histerismos bacocos pois só o tempo é que nos poderá dar o devido esclarecimento.
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De Marta a 24.01.2021 às 00:37

Pelo que li até agora ha 2 hipóteses: idosos que vão ao hopsital por outras razões e se contaminam la (o primeiro surto de reguengos foi provocado por isso), trabalhadores dos lares (não é dificil imagina los num comboio da linha de síntra apinhado ou a ir fazer uns biscates pos turno para complementar os salários de m... que têm). Também nao me lembro de ter visto medidas especificas para os lares no meio deste desgoverno. 
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De Carlos Sousa a 24.01.2021 às 10:46

Pode ser, mas por acaso alguém já meteu aí outra premissa?
É que a toma das primeiras vacinas também começou na quadra do Natal.
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De balio a 23.01.2021 às 17:52


Porquê proibir os cafés ao postigo? Qual a racionalidade disso quando antes as pessoas ficavam numa fila gigante para ir ao supermercado antes do fecho imposto às 13 horas?



As pessoas numa fila para o supermercado estão usualmente distanciadas de 2 metros umas das outras. A tomar café ao postigo, estão todas aglomeradas a pequena distância umas das outras e do postigo.


As pessoas não pedem o café e vão para casa tomá-lo; têm que devolver a chávena, e por isso ficam a tomar o café ali mesmo ao pé do postigo. Podem ficar ali duas ou três ou quatro pessoas, todas juntinhas a beber o café.
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De Maria Teixeira Alves a 23.01.2021 às 22:20

Tanga!!!! Estão tão juntas ou mais no supermercados. Tudo treta
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De balio a 26.01.2021 às 11:41

Pois, mas as pessoas têm de ir ao supermercado fazer compras. Não se pode proibi-las disso. Já tomar um café, não é imprescindível.
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De balio a 23.01.2021 às 17:56


no fim terá uma amálgama de aulas a entrar pelo verão adentro


Disparate. As férias de verão em Portugal duram 3 meses e meio. Na Suíça duram 1 mês e meio. As aulas em Portugal acabam a 15 de junho; mesmo que se dê mais um mês de aulas, ainda sobrará muito tempo para apanhar o sol do verão.
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De Anónimo a 23.01.2021 às 17:59

como na tropa
não menosprezar o Inimigo
partir sempre do pior para o melhor


qualquer saloio evitava que lhe assaltassem a casa
uma vez assaltado localizava o ladrão e prendia-o


deviam ter isolado as fronteiras
e isolado as zonas afectadas


devem comprar um fecho de correr e esperar que fique encravado


o estado nunca falha
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De Mandium a 23.01.2021 às 18:51

Este trambolho com ganhou o euro festival, o euro 2016 pensou que iria ser sempre em festa na companhia do cueca azul. A sorte protege os audazes este trambolho de audaz nada tem é antes um Chico esperto que pensava que a covid era como uma corrida de burro contra um ferrari
O fraco rei faz fraca a forte gente! 
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De zazie a 23.01.2021 às 20:43

Seja bem-vinda!
Tudo certo. Falta de rastreios e de cuidados nas fronteiras
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De balio a 26.01.2021 às 11:47


Falta de rastreios e de cuidados nas fronteiras


É verdade que sim. Mas há que ter em conta que Portugal é um país de turistas e de emigrantes. Criar rastreios nas fronteiras seria péssimo para a indústria turística (enfim, para o pouco que sobra dela) e para os emigrantes (incluindo estudantes Erasmus e em doutoramento no estrangeiro) que querem vir a Portugal passar o Natal. Seria uma coisa muito impopular.


É fácil falar depois do leite derramado. Há que ver que até pouco depois do Natal os números covid estavam a diminuir constantemente. A 28 de dezembro os números eram de dois mil infetados por dia, sensivelmente. Seria politicamente muito difícil, perante uma situação que estava a melhorar, impôr medidas muito duras para muita gente, como essa dos controlos fronteiriços.
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De Elvimonte a 23.01.2021 às 23:55

Sobre os testes.

Os testes RT-PCR, por construção, não são binários, dependendo o resultado do número de ciclos de amplificação do material genético colhido, e não permitem detectar a presença de vírus intactos com potencial infeccioso, limitando-se a sinalizar a presença de ARN viral exibido por infectados e pós-infectados, podendo estes últimos apresentá-lo até cerca de dois meses após a real infecção ter sido debelada. 



Artigo do NYT "Your Coronavirus Test Is Positive. Maybe It Shouldn’t Be."
(https://www.nytimes.com/2020/08/29/health/coronavirus-testing.html)
«With a cutoff of 35 [cycles], about 43 percent of those tests would no longer qualify as positive. About 63 percent would no longer be judged positive if the cycles were limited to 30.»



À Reuters, porta-voz do Public Health England:

“(...) It is important to note that detecting viral material by PCR does not indicate that the virus is fully intact and infectious, i.e. able to cause infection in other people. (...)"



Consulte-se também o site do Centre for Evidence-Based Medicine da universidade de Oxford:
https://www.cebm.net/covid-19/infectious-positive-pcr-test-result-covid-19/



Artigo científico “Correlation Between 3790 Quantitative Polymerase Chain Reaction–Positives Samples and Positive Cell Cultures, Including 1941 Severe Acute Respiratory Syndrome Coronavirus 2 Isolates”, citado no ACÓRDÃO N.º 1783/20.7T8PDL.L1-3 do Tribunal da Relação de Lisboa, datado de  11 de Novembro de 2020, de acordo com o que consta nesse acordão:


«“A um limiar de ciclos (ct) de 25, cerca de 70% das amostras mantém-se positivas na cultura celular (i.e. estavam infectadas); num ct de 30, 20% das amostras mantinham-se positivas; num ct de 35, 3% das amostras mantinham-se positivas; e num ct acima de 35, nenhuma amostra se mantinha positiva (infecciosa) na cultura celular (ver diagrama).


Isto significa que se uma pessoa tem um teste PCR positivo a um limiar de ciclos de 35 ou superior (como acontece na maioria dos laboratórios do EUA e da Europa), as probabilidades de uma pessoa estar infectada é menor do que 3%. A probabilidade de a pessoa receber um falso positivo é de 97% ou superior”.»


E, mudando para os testes rápidos:
«"Something extremely bogus is going on. Was tested for covid four times today. Two tests came back negative, two came back positive. Same machine, same test, same nurse. Rapid antigen test from BD," Musk said in a tweet, referring to Becton Dickinson and Co's BDX.N rapid antigen test.» (Reuters).



Kiwi testa positivo: https://newtube.app/user/KlausK/EZouNtX


Artigo científico "A country level analysis measuring the impact of government actions, country preparedness and socioeconomic factors on COVID-19 mortality and related health outcomes"
«Increasing COVID-19 caseloads were associated with countries with higher obesity (adjusted rate ratio [RR]=1.06; 95%CI: 1.01–1.11), median population age (RR=1.10; 95%CI: 1.05–1.15) and longer time to border closures from the first reported case (RR=1.04; 95%CI: 1.01–1.08). Increased mortality per million was significantly associated with higher obesity prevalence (RR=1.12; 95%CI: 1.06–1.19) and per capita gross domestic product (GDP) (RR=1.03; 95%CI: 1.00–1.06). Reduced income dispersion reduced mortality (RR=0.88; 95%CI: 0.83–0.93) and the number of critical cases (RR=0.92; 95% CI: 0.87–0.97). Rapid border closures, full lockdowns, and wide-spread testing were not associated with COVID-19 mortality per million people.»


Sobre testes, penso (eu de que) estar a narrativa desacreditada.
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De Maria Teixeira Alves a 24.01.2021 às 01:38

Como se costuma dizer são maus, mas são melhor que a alternativa. São falíveis, mas são melhores que não testar de todo. Vivam os teste falíveis 
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De Elvimonte a 24.01.2021 às 16:12

É precisamente contra essa filosofia apoucada e isenta de rigor que o ACÓRDÃO N.º 1783/20.7T8PDL.L1-3 do Tribunal da Relação de Lisboa se pronuncia, dando razão aos confinados alemães.


Não obstante, lá das profundezas do inferno, os camaradas Estaline e Goebbels, aliados até 1941, regozijam-se com a sua postura típica de Auschwitz e Gulag.


Coitados dos seus alunos, a menos que leccione em madrassas.
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De Elvimonte a 24.01.2021 às 00:18

Sobre variantes do vírus.


As variantes identificadas do vírus são às dezenas. Algumas aparentam ter-se extinguido e outras apresentam maior viabilidade. Inferir-se características infecciosas a partir de dados epidemiológicos, sem que se tenha em conta a multiplicidade de variáveis - umas conhecidas, outras desconhecidas - que determinam taxas de infecção e mortalidade e sem que haja estudos bio-químicos rigorosos, in vitro e in vivo, a sustentarem essas inferências, é algo que se situa ao nível do boato.


"Covid-19: Novas estirpes não “têm impacto de provocar maior doença”
Para o virologista Pedro Simas, as novas variantes devem ser vigiadas e não criar pânico na sociedade, porque faz parte do processo de replicação e evolutivo do vírus SARS-CoV-2."
https://www.publico.pt/2021/01/23/ciencia/noticia/covid19-novas-estirpes-nao-impacto-provocar-maior-doenca-1947611



Sobre variantes do vírus, penso (eu de que) estar a narrativa desmontada.

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