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Autárquicas: conclusão.
1. Às empresas de sondagens e à generalidade dos media, um agradecimento por terem tão esforçadamente acalentado o suspense em Lisboa e Porto. Os «empates técnicos» foram, mais uma vez, fonte de apreciável diversão. Parabéns, a vossa informação a contrario foi certeira mais uma vez. Contactos dos centros de emprego para algum infortúnio: https://www.iefp.pt/redecentros.
2. A notícia da morte do bipartidarismo era manifestamente exagerada. O PS saiu muito menos maltratado do que a herança de Costa e Santos faria supor. O Chega saiu muito maltratado, sobretudo em relação ao que as suas esperanças fariam supor. Parece que o CDS, mesmo com Nuno Melo, afinal ainda existe. A IL existe ainda menos. E o PCP sai sempre vencedor, libertado como está das grilhetas do que a realidade diga. [O Bloco. Esqueci-me do grupo excursionista do Bloco.]
3. E agora, cavilosamente, para virar contra ele um velho argumento do PS: sim, é verdade que o PS mantém presença considerável em diversas regiões do interior, e até numa velha cidade afligida por inexplicável máventura. Mas onde realmente importa, nas regiões mais evoluídas, mais cultas, mais afluentes e criativas, mais progressistas, em suma, como Lisboa e Sintra e Cascais e Porto e Vila Nova de Gaia (e na Associação de Municípios, em geral) as promessas do socialismo já não parecem colher.
4. Aguardam-se - ansiada e ludicamente - novas sondagens e ditames para as eleições presidenciais.
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