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Os assédios de Costa

por João-Afonso Machado, em 08.07.16

Nessa parlenga em que o Estado avalia o seu estado e abusivamente se intitula Nação não passou em claro mais um atrevimento de António Costa.

Muito ao jeito do burlesco episódio de campanha eleitoral em que descobriu «afinidades» com Manuela Ferreira Leite (depois trocada pelas pombinhas da Catarina).

Agora fez rapapé a Assunção Cristas. Que se demarcasse do PSD, evitasse as más companhias...

Assunção Cristas é casada. E, seguramente, não tem do casamento a visão apenas contratualista própria da ética republicana. Costa perde tempo. O Estado vai sustentado o seu tempo. A Nação já se esgotou no Tempo.


6 comentários

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De João-Afonso Machado a 08.07.2016 às 14:34

Código Civil, art. 1577º
(embora também faça parte da ética republicana desdizer ou desfazer o que disseram ou fizeram).
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De Aurélio a 08.07.2016 às 15:10

Obviamente. Tudo o que tem direitos e deveres é um contrato, seja escrito, ou não escrito. O que eu digo é que a ponderação dos interesses de cada um, aquilo que se designa como contrato comercial, que não o amor e os afetos, estava mais enraizado na monarquia, quando ainda não se chamava “contrato”. Ora era para ligar famílias ou terras, ora era para arranjar fortuna, subir na vida, etc. Sabe-se perfeitamente que o amor e afeto não era o que mais importava. Quantos casavam apenas por questões de conveniência, sua ou sobretudo dos seus pais? Não se chamava formalmente contrato? Isso era apenas hipocrisia.  

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De João-Afonso Machado a 08.07.2016 às 15:33

Escusa de falar tão alto. Isto é uma casa de gente bem educada.
Só falou no passado. Como se nas repúblicas de Veneza, ou em França, os nos EUA fosse diferente.
Os exemplos actuais da Monarquia são Kate, Letícia,e as demais, nos países nórdicos.
Isto, é claro, quando o arguente não pertence à ética republicana - que é do presente.
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De Aurélio a 08.07.2016 às 16:10

Peço desculpa, saiu assim não sei porquê. Quanto ao que diz, eu estava a falar de Portugal, obviamente, porque é o que me interessa, que sou português. Mas era também basicamente assim na maior parte dos países no passado, maioritariamente monarquias, como sabe. Repúblicas eram muito poucas na Europa, quando Portugal era uma monarquia. Só me falta dizer que os casamentos arranjados e de conveniência faziam parte da ética republicana ;)

De qualquer forma, quem me dera que pudéssemos ter tido uma monarquia no passado como a inglesa. 

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