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Nessa parlenga em que o Estado avalia o seu estado e abusivamente se intitula Nação não passou em claro mais um atrevimento de António Costa.
Muito ao jeito do burlesco episódio de campanha eleitoral em que descobriu «afinidades» com Manuela Ferreira Leite (depois trocada pelas pombinhas da Catarina).
Agora fez rapapé a Assunção Cristas. Que se demarcasse do PSD, evitasse as más companhias...
Assunção Cristas é casada. E, seguramente, não tem do casamento a visão apenas contratualista própria da ética republicana. Costa perde tempo. O Estado vai sustentado o seu tempo. A Nação já se esgotou no Tempo.
Peço desculpa, saiu assim não sei porquê. Quanto ao que diz, eu estava a falar de Portugal, obviamente, porque é o que me interessa, que sou português. Mas era também basicamente assim na maior parte dos países no passado, maioritariamente monarquias, como sabe. Repúblicas eram muito poucas na Europa, quando Portugal era uma monarquia. Só me falta dizer que os casamentos arranjados e de conveniência faziam parte da ética republicana ;)
De qualquer forma, quem me dera que pudéssemos ter tido uma monarquia no passado como a inglesa.
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