De manuel branco a 11.12.2014 às 12:05
Um reparo: este, a fazer fé em Oliveira Martins no Portugal Contemporâneo, espicaçado, terá dito nas cortes qualquer coisa como: roubei? roubámos todos. Senhor duque de saldanha? o estado encomendou o seu retrato por quatrocentos mil réis. O pintor só recebeu duzentos e vinte mil. Para onde foi o restante?
Esqueceu-se de dizer que o Convento de Cristo, se não me engano, acabou propriedade dele.
Já agora, seria bom ter presente que muito do que resta da nossa aristocracia vem desse período, onde a roubalheira foi tanta que comparado com ele o Vasco Gonçalves foi um anjo. Agora, passados cento e cinquenta anos, já falidos que nem um carapau, é que os descendentes são todos muito turf. Quem sabe um pouco de história não se esquece no entanto da sementeira.