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O terror outra vez

por João Távora, em 23.05.17

O ataque da noite passada em Manchester tanto pelo seu simbolismo (é hedionda a ideia das crianças e adolescentes como alvo) como pelo número de mortos resultante vem relembrar a Europa multicultural da guerra civil que enfrenta por estes dias no seu seio. O inimigo é interno, formou-se e cresceu cá dentro qual parasita traiçoeiro - o erro há muito foi feito. O inimigo o mais das vezes não se distingue pela pronúncia e contra ele não se vislumbram soluções simples - por mais que o assunto seja pasto para promessas fáceis em eleições. O medo nunca serviu para nada de bom e o seu aproveitamento de nada serve para combater a insânia cobardia destes ataques. Certo é que não nos podemos render ao inimigo, cabendo-nos rezar e chorar pelos nossos mortos... mantendo o normal curso das nossas vida, sem demonstrar temor ou tibiezas.



1 comentário

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De Filos a 24.05.2017 às 19:34

Independentemente de ter nascido ou crescido no Ocidente, ou não, as “ideologias” na sua matriz são SEMPRE AS MESMAS!

 

Se os muçulmanos fossem realmente TODOS "MODERADOS" juntar-se-iam os Imams Sunitas/Wahabitas da Arábia Saudita (com uma interpretação mais extremista, ortodoxa, ultra conservadora, fundamentalista e "medieval" do islão) com os Imams Xiitas do Irão e juntos fariam um novo livro do corão, como os Cristãos fizeram com o Novo Testamento!

 

Não é por acaso que existem também atentados suicidas em territórios muçulmanos de predominância Xiita, ou Sunita.

 

Enquanto mentalidades medievais, mentalidades da Idade das Trevas, sejam elas da Arábia Saudita, ou do Irão existirem, NUNCA HAVERÁ PAZ, SEJA EM PAÍSES MUÇULMANOS, SEJA EM PAÍSES OCIDENTAIS (laicos) com raízes Judaico/Cristãs!

 

Eu daria várias soluções e uma seria considerada “islamofóbica”, que poderia parecer, à primeira vista, radical, mas era uma das soluções de fazer enfrentar o problema de frente, não só aos ocidentais, mas fundamentalmente aos “refugiados” muçulmanos, que seria não aceitar muçulmanos, sejam eles Sunitas ou Xiitas, enquanto eles não se entenderem nos seus países de origem, ao recebê-los não estamos a resolver os problemas deles; os problemas deles têm de ser resolvidos na sua “raiz”, nas “fontes” seja do islamismo Sunita/Wahabita da Arábia Saudita, seja do islamismo Xiita do Irão.

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